<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0.1"><channel><title>Fabio Pena Cal Galeria de Arte</title><link>http://www.fabiopenacalgaleria.com.br</link><description>Arte contemporânea e exposições.</description><item><title>Caráter multicultural do Brasil é destaque em galeria americana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=87</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300720102126_fernandocham1.jpg">A partir do dia 6 de agosto o p&uacute;blico americano vai poder conhecer o trabalho do brasileiro Fernando Chamarelli, em cartaz na Galeria Anno Domini, na Calif&oacute;rnia. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Pangea&nbsp;&nbsp;&eacute; a primeira individual de Chamarelli no pa&iacute;s e fica em cartaz at&eacute; o dia 18 de setembro.
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O t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o faz refer&ecirc;ncia &agrave; teoria da deriva continental, segundo &nbsp;qual todos continentes j&aacute; estiveram todos agrupados em tempos remotos. A id&eacute;ia por tr&aacute;s do trabalho do artista &eacute; fazer uma esp&eacute;cie de &quot;pang&eacute;ia cultural&quot;, na qual se identificam, pelo menos,influ&ecirc;ncias da cultura ind&iacute;gena e da cultura popular brasileiras, nesta obra que &eacute; resultado de uma bagagem cultural multifacetada, que pretende conectar os s&iacute;mbolos, a cultura e a religi&atilde;o das civiliza&ccedil;&otilde;es que se espalharam pela terra atrav&eacute;s do tempo.
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&Eacute; justamente esse esp&iacute;rito agregador que a galeria enfatiza no trabalho de Fernando Chamarelli.Eles procuram salientar o fato de que, hoje em dia, os limites geogr&aacute;ficos est&atilde;o cada vez mais sendo dissolvidos por fen&ocirc;menos como os que s&atilde;o gerados pela internet, e que as&nbsp;filosofias, os folclores, s&iacute;mbolos e cren&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o mais atados aos limites geogr&aacute;ficos. &nbsp;As obras do artista brasileiro s&atilde;o descritas como coloridas, ex&oacute;ticas e surrealistas e tamb&eacute;m associadas &agrave; arte pr&eacute;-colombiana.
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A forma&ccedil;&atilde;o em um pa&iacute;s multicultural como o Brasil parece ter facilitado as conex&otilde;es que o artista pretende estabelecer com sua obra, vista como um reflexo bastante positivo das transforma&ccedil;&otilde;es e das novas maneiras de olhar o passado uma &eacute;poca, trazidas pela nossa &eacute;poca.

Pangea | Fernando Chamarelli
Galeria Anno Domini, San Jose - Calif&oacute;rnia
Visita&ccedil;&atilde;o: de 6 de agosto a 18 de setembro
Entrada Gratuita
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Fonte: Revista Zupi
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição traz Keith Haring inédito no Brasil</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=86</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/300720102016_9360-640x480-1.jpg">

A PopArt marcou um per&iacute;odo da produ&ccedil;&atilde;o de imagens em que a popularidade j&aacute; vem embutida no nome, e quando se fala em arte pop poucos somes s&atilde;o mais difundidos que o do americano&nbsp;Keith&nbsp;Haring. Em agosto, o p&uacute;blico brasileiro ter&aacute; a oportunidade de se encontrar com mais de 90 trabalhos do artista na exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Keith&nbsp;Haring &ndash; Selected Works, que fica &nbsp;em cartaz em S&atilde;o Paulo at&eacute; o dia 5 de setembro na Caixa Cultural.


Ao todo, o p&uacute;blico da exposi&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ver&nbsp;55 serigrafias, 9 gravuras, 29 litografias e 1 xilogravura - &iacute;ten que, at&eacute; hoje, nunca tinham sido expostos no pa&iacute;s. H&aacute; ainda objetos pessoais como, como passaporte, pinc&eacute;is, t&ecirc;nis do artista, al&eacute;m de skates desenvolvidos por Haring.


Al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o, a vinda de&nbsp;Keith&nbsp;Haring &ndash; Selected Works&nbsp;&nbsp;para o Brasil ainda prev&ecirc; a exibi&ccedil;&atilde;o dos document&aacute;rios&nbsp;&ldquo;The Universe of&nbsp;Keith&nbsp;Haring&rdquo; e &ldquo;Drawing the line&rdquo;. O p&uacute;blico carioca tamb&eacute;m poder&aacute; ver a exposi&ccedil;&atilde;o, que ficar&aacute; em cartaz na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, a partir de&nbsp;&nbsp;28 de setembro.


Segundo a curadora&nbsp;Sharon Baratt, foram seleciondados trabalhos do artista que t&ecirc;m uma &quot;estreita liga&ccedil;&atilde;o com Brasil&quot;.&nbsp;Keith&nbsp;Haring - que&nbsp;&nbsp;alguns anos antes de sua morte precoce, em 1990, &nbsp;participou da Bienal de S&atilde;o Paulo - visitou o pa&iacute;s&nbsp;em diversas ocasi&otilde;es e tinha a Bahia como destinho preferido

Keith Harinng | Selected Works
Caixa Cultural, S&atilde;o Paulo - at&eacute; 5 de setembro
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a-feira a s&aacute;bado, das 9h &agrave;s 21h, domingo das 10h &agrave;s 21 hs
Entrada Gratuita


Fontes: Revista Zupi, +SOMA, OiTudoemCima

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</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Festival A Gosto da Fotografia 2010 em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=85</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290720101750_b_rteles_003.jpg">Um dos mais representativos festivais de fotografia no Brasil, o A Gosto da Fotografia chega ao sexto ano com uma programa&ccedil;&atilde;o de exposi&ccedil;&otilde;es, palestras, filmes e oficinas nos principais museus e espa&ccedil;os culturais da capital baiana. Ao todo, ser&atilde;o abertas seis mostras com curadoria de Di&oacute;genes Moura, tamb&eacute;m curador de fotografia da Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, parceira da Casa da Photografia no Festival.
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Com cerca de 120 imagens, muitas delas in&eacute;ditas, a mostra Thomaz Farkas &ndash; O Tempo Dissolvido apresenta uma leitura na obra de um dos pioneiros da fotografia moderna no Brasil, com registros das &uacute;ltimas seis d&eacute;cadas. A montagem&nbsp;de Thomaz Farkas&nbsp;(Hungria,1924),tem abertura no dia 02 de agosto (segunda), &agrave;s 19h, no Museu de Arte Moderna da Bahia, e traz tamb&eacute;m uma s&eacute;rie colorida produzida em Salvador, nos anos de 1970, no Mercado Modelo, Av. Sete de Setembro e no bairro de Alagados, com apoio do MAM-BA e do Instituto Moreira Salles, que preserva a obra do fot&oacute;grafo.&nbsp;
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Outro destaque do A Gosto em 2010 &eacute; a mostra O Caleidosc&oacute;pio e a C&acirc;mera, de Boris Kossoy (S&atilde;o Paulo, 1941), um dos maiores pesquisadores sobre fotografia no Brasil (ele &eacute; o autor do autor do Dicion&aacute;rio Hist&oacute;rico-Fotogr&aacute;fico Brasileiro) e precursor do realismo fant&aacute;stico no pa&iacute;s. A abertura desta mostra acontece no dia 30 de julho (sexta), &agrave;s 19 horas, no Museu de Arte da Bahia (MAB). A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta cerca de 140 imagens, coloridas e em preto e branco, que contemplam desde o seu primeiro registro feito na Avenida S&atilde;o Jo&atilde;o, em S&atilde;o Paulo, em 1955, at&eacute; a s&eacute;rie de in&eacute;ditos produzidos nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, per&iacute;odo em que o artista se recolheu.&nbsp;
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Na Galeria Solar do Ferr&atilde;o, o ga&uacute;cho Ricardo Teles apresenta a exposi&ccedil;&atilde;o O Lado de L&aacute;, com uma s&eacute;rie de 35 fotografias. Juntas, elas formam um document&aacute;rio sobre a vida cotidiana e suas rela&ccedil;&otilde;es com a arte e religiosidade em Angola, Benin e Congo. A abertura acontece no dia 03 (ter&ccedil;a), &agrave;s 19h.
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Alma Secreta &eacute; o nome da exposi&ccedil;&atilde;o da paulista Ana L&uacute;cia Mariz, que tem abertura no dia 04 (quarta), &agrave;s 19h, no Museu da Miseric&oacute;rdia. Composta por cerca de 30 imagens, todas em preto e branco, feitas a partir da t&eacute;cnica light painting, a mostra apresenta um mundo imagin&aacute;rio extra&iacute;do de sonhos e da realidade cotidiana da artista.&nbsp;

Completa a programa&ccedil;&atilde;o a s&eacute;rie Sem Ponto Final, com sete retratos do artista baiano Mario Cravo Neto (Salvador, 1947-2009) feitos pela fot&oacute;grafa Sabrina Pestana (S&atilde;o Paulo, 1984), dois meses antes da morte do fot&oacute;grafo ocorrida em agosto de 2009. A homenagem do A Gosto a Cravo Neto &eacute; tamb&eacute;m inaugurada no Museu da Miseric&oacute;rdia, no dia 04, quarta-feira, &agrave;s 19h, e fica em cartaz at&eacute; 03/10.&nbsp;
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A Gosto da Fotografia - at&eacute; 03/10
No Museu de Arte Moderna da Bahia, Galeria Solar Ferr&atilde;o, Museu da Casa da Miseric&oacute;rdia da Bahia, Oi Kabum! Salvador e Casa-Museu Solar de Santo Ant&ocirc;nio.
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&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Novos Mundos Novos </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=84</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/290720101757_fase_da_lua_2.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o que inaugura o novo espa&ccedil;o Santander Cultural-Recife (antigo Instituto Cultural Banco Real) apresenta obras de artistas espanh&oacute;is e brasileiros em torno da figura do navegador Vicente Pinzon, considerado por muitos o &ldquo;descobridor esquecido&rdquo;. Entre os artistas que participam da mostra, est&atilde;o os pernambucanos Eudes Mota, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, e Marcelo Silveira, que possui obras no acervo da galeria. Novos Mundos Novos ser&aacute; aberta ao p&uacute;blico no dia 03 de agosto.
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Eudes Mota participa da exposi&ccedil;&atilde;o com uma pintura a &oacute;leo entitulada Fases da Lua. A obra traz uma imagem que dialoga com a cartografia, numa refer&ecirc;ncia direta &agrave; import&acirc;ncia do c&eacute;u e do seu astro maior na orienta&ccedil;&atilde;o dos navegantes. J&aacute; Marcelo Silveira faz uma associa&ccedil;&atilde;o mais livre com a homenagem da mostra, j&aacute; que, para ele, o convite da curadoria para os artistas se deu tamb&eacute;m pela import&acirc;ncia do seu trabalho dentro do cen&aacute;rio contempor&acirc;neo das artes visuais. Desta forma, Marcelo concebeu dentro do cofre do espa&ccedil;o Santander uma instala&ccedil;&atilde;o elaborada a partir do p&oacute; que ficou como res&iacute;duo, ap&oacute;s ter lixado as paredes do espa&ccedil;o, entitulada exatamente P&oacute;.&nbsp;

A curadoria de Novos Mundos Novos &eacute; do cr&iacute;tico de arte paulista Gilberto Habib Oliveira, que reuniu 41 obras de um total de 17 artistas. Al&eacute;m de Eudes e Marcelo, tamb&eacute;m fazem parte da exposi&ccedil;&atilde;o Francisco Brennand, Gilvan Samico, Jo&atilde;o C&acirc;mara e Paulo Meira. As mostras de artes visuais ocupam as galerias t&eacute;rrea, superior e Marcantonio Vila&ccedil;a do Santander Cultural &ndash; Recife.


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Sobre Pinz&oacute;n
Existem estudos que compravam que, h&aacute; exatos 510 anos, o navegador espanhol Vicente Ya&ntilde;ez Pinz&oacute;n teria desembarcado no comandando da caravela Ni&ntilde;a em um local que a moderna cartografia indica como sendo a Ponta do Mucuripe, a cerca de 10 km do centro de Fortaleza. Antes, portanto, da chegada do portugu&ecirc;s Pedro &Aacute;lvares Cabral, em 22 de abril de 1500, no Sul da Bahia. Al&eacute;m deste feito, Vicente Pinz&oacute;n tamb&eacute;m integrou no comando da mesma nau a primeira Armada de Crist&oacute;v&atilde;o Colombo, participando desta forma tamb&eacute;m da descoberta da Am&eacute;rica do Norte, em 1492.&nbsp;
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Novos Mundos Novos
Santander Cultural &ndash; Recife
Av. Rio Branco, 23, &nbsp;bairro do Recife, Recife/ PE - Tel. 81-3224-1110
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a quinta, das 14h &aacute;s 20h e de sexta a domingo, das 14h &agrave;s 22h. 
Entrada gratuita.&nbsp;
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&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Brasileiros participam de exposição na Califórina</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=83</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230720101746_tela-3-556x493.jpg">Est&aacute; em cartaz no Museus de Arte Comtempor&acirc;nea da cidade de San Diego, na Calif&oacute;rnia, a expois&ccedil;&atilde;o &ldquo;Viva La Revoluci&oacute;n: A Dialogue With The Urban Landscape&quot;. A iniciativa do museu, que v&ecirc; na vida nas cidades uma das principais fontes de inspira&ccedil;&atilde;o na cultura contempor&acirc;nea, re&uacute;ne mais de vinte artistas vindos de dez pa&iacute;ses diferentes, dentre eles o Brasil.

Os brasieliros inclu&iacute;dos na mostra s&atilde;o Gustavo e Otavio Pandolfo ( Os G&ecirc;meos), e Stephan Doitschinoff (mais conhecido com Calma). Os curadores Pedro Alonzo e Luc&iacute;a Sanrom&aacute;n reuniram artistas de Portugal, Su&eacute;cia, Inglaterra, It&aacute;lia, M&eacute;xico e Fran&ccedil;a a nomes consagrados como Shepard Farey e Bansky.

Um dos objetivos da mostra &eacute; discutir a forma como a arte urbana se apropria dos c&oacute;digos e &iacute;cones do dia-dia nas cidades, usando elementos que comp&otilde;em a paisagem urbana para fazer a tal &ldquo;revolu&ccedil;&atilde;o&rdquo; que eles afirmam estar acontecendo.

Na exposi&ccedil;&atilde;o o visitante pode encontrar esculturas, pinturas, murais, desenhos e instala&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o se limitam a ocupar o espa&ccedil;o das galerias e podem ser encontradas principalmente no lugar onde esses artistas surgiram e desenvolveram seu estilo: a cidade.


Viva La Revoluci&oacute;n: A Dialogue With The Urban Landscape
Museu de Arte comtempor&acirc;nea de San Diego
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 2 de janeiro de 2011; quinta a ter&ccedil;a, das 11 &agrave;s 17h, e, na terceira quinta-feira do m&ecirc;s, das 11h &agrave;s 19h (fechado &agrave;s quartas-feiras)
Entrada Gratuita

Fonte: UOL
Imagem: blog d\\\\\\\'Os G&ecirc;meos
 
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pavilhão de Cultura Brasileira destaca arte urbana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=82</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230720101654_transfer.jpg">&nbsp;O rec&eacute;m-inaugurado&nbsp;Pavilh&atilde;o das Culturas Brasileiras do Parque do Ibirapuera&nbsp;recebe em S&atilde;o Paulo, at&eacute; o dia 12 de Setembro, a exposi&ccedil;&atilde;o Transfer. &nbsp;Segundo o organizador da mostra,&nbsp;Lucas Ribeiro &quot;Pex&atilde;o&quot;, um dos principais objetivos &eacute;&nbsp;&quot;ampliar a percep&ccedil;&atilde;o sobre o que &eacute; a arte urbana&quot;. A iniciativa conta com nomes consagrados - e que hoje passaram a ser representados por galerias - como&nbsp;Os G&ecirc;meos,&nbsp;Titi Freak&nbsp;e&nbsp;Speto.


&Eacute; na se&ccedil;&atilde;o&nbsp;&nbsp;&quot;Autoindicados&quot; que ficam os nomes mais inseridos no mercado de arte e que participam de bienais mundo afora:&nbsp;Alex Hornest, Flip, Vitch&eacute; e Jo&atilde;o Lelo fazem parte deste grupo. H&aacute; ainda &quot;Intervencionistas&quot;, dedicada a registros das interven&ccedil;&otilde;es feitas na cidade pelos artistas, al&eacute;m de &quot;Beautiful Losers&quot; que traz parte da mostra itinerante que tem o mesmo nome e a tarefa de representar a produ&ccedil;&atilde;o americana. J&aacute; &quot;Mauditos&quot; se dedica a apresentar a produ&ccedil;&atilde;o dos pioneiros da arte urbana no Brasil, que come&ccedil;a nos anos 80, quando ela se espalha por&nbsp;diversas metr&oacute;poles espalhadas pelo mundo.

Em 2008, a cidade de Porto Alegre recebeu uma edi&ccedil;&atilde;o menor da mostra que agora apresenta mais de 500 obras de cerca de 150 artistas. Dessa vez o p&uacute;blico ser&aacute; apresentado aos diversos elementos que fazem parte do universo da arte urbana:&nbsp;pintura, desenho, arquitetura, fotografia, m&uacute;sica, v&iacute;deo, registros das interven&ccedil;&otilde;es e tamb&eacute;m skate.&nbsp;

No calend&aacute;rio da exposi&ccedil;&atilde;o ainda est&atilde;o previstos workshops e exibi&ccedil;&otilde;es de document&aacute;rios sobre a cultura urbana. Todas informa&ccedil;&otilde;es pode ser encontradas no site da Transfer


Transfer |&nbsp;arte urbana &amp; contempor&acirc;nea
Pavilh&atilde;o das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera - at&eacute; 12 de setembro
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a-feira a domingo, das 9h &agrave;s 18h, com entrada at&eacute; as 17h
Entrada gratuita

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, UOL, Revista Zupi
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Getty Museum adquire Turner por preço recorde</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=81</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210720101752_10189309_(1).jpg">&nbsp;A tela &quot;Roma Moderna - Campo Vaccino&quot; alcan&ccedil;ou o valor mais alto j&aacute; pago por um quadro de&nbsp;William Turner. A&nbsp;obra; que foi adquirida&nbsp;em 1878 por uma fam&iacute;lia brit&acirc;nica e que, desde ent&atilde;o, nunca trocou de donos; passa a fazer parte do &nbsp;acervo do&nbsp;J. Paul Getty Museum.

Os 44,9 milh&otilde;es de d&oacute;lares pagos &agrave; Sotheby\\\\\\\'s superam em muito o antigo recorde de 35,9 milh&otilde;es que pertencia &agrave; Christie\\\'s, por ocasi&atilde;o da venda da obra&nbsp;&quot;Giudecca, La Donna della Salute e San Giorgio&quot;, em 2006. 


Em entrevista ao jornal New York Times, o curador de pintura do museu Getty,&nbsp;Scott J. Schaefer,&nbsp;n&atilde;o duvida que tenham feito um bom investimento: &quot;Esse quadro supera o pr&oacute;prio Turner, &eacute; seu melhor trabalho, um Turner em sua melhor forma&quot;.

Alguns trabalhos do paisagista ingl&ecirc;s - considerado por muitos como um dos precursores do impressionismo - sofreram com a m&aacute; conserva&ccedil;&atilde;o. E enquanto, em 2006, a obra&nbsp;Glaucus and Scylla&nbsp;teve ser devolvida pelo Kimbell Art Museum &agrave; fam&iacute;lia que o possu&iacute;a por motivos pol&iacute;ticos; o destinho de &quot;Roma Moderna&quot; &eacute; o contr&aacute;rio. 

A obra deixa os seus primeiros donos, que a mantiveram em &oacute;timo estado de conserva&ccedil;&atilde;o (um dos motivos para o quadro alcan&ccedil;ar t&atilde;o alto valor), e passa agora a pertencer ao Getty Museum, que fica na Calif&oacute;rnia.


Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo, New York Times
Foto: Efe
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gaio, a Praça e seus Múltiplos </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=79</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/190720101515_gaio.jpg">At&eacute; o dia 15 de agosto, Gaio Matos apresenta sua primeira mostra individual no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), &ldquo;Sobre a Pra&ccedil;a e Seus M&uacute;ltiplos&rdquo;. A exposi&ccedil;&atilde;o traz &agrave; tona uma reflex&atilde;o que permeia toda a produ&ccedil;&atilde;o do artista: a rela&ccedil;&atilde;o entre a arquitetura, os espa&ccedil;os urbanos e o homem neste contexto, desta vez, abordada atrav&eacute;s de duas videoinstala&ccedil;&otilde;es e uma s&eacute;rie de fotografias.&nbsp;
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Ao entrar na Capela do MAM, o p&uacute;blico se depara com a videoinstala&ccedil;&atilde;o Campo Grade. Nela, Gaio traz uma reprodu&ccedil;&atilde;o do gradil de Caryb&eacute;, que cerca a Pra&ccedil;a Dois de Julho (no Campo Grande). Por tr&aacute;s das grades, o v&iacute;deo exibe imagens da pra&ccedil;a real, convidando a uma nova forma de olhar este ambiente. 

Na videoinstala&ccedil;&atilde;o Camarote, montada de uma forma pouco usual, no ch&atilde;o da Capela, o artista convida o p&uacute;blico a observar imagens do carnaval a partir do ponto de vista &ldquo;privilegiado&rdquo; de quem participa dos festejos dentro de um espa&ccedil;o privado, refor&ccedil;ando ainda mais a rela&ccedil;&atilde;o tensa entre estes diferentes &ldquo;lugares&rdquo; da festa. No terceiro trabalho, a s&eacute;rie Caixas, Gaio apresenta uma s&eacute;rie de 20 fotografias coloridas, realizadas em viagens &agrave; Europa, nas quais registrou quiosques semelhantes &agrave;s &lsquo;banquinhas&rsquo; de jornal e frutas do Brasil.&nbsp;
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Gaio Matos, que recentemente teve obras adquiridas pela Fabio Pena Cal Galeria, vem se tornando um dos mais reconhecidos artistas baianos da nova gera&ccedil;&atilde;o. Ele tem participado de importantes mostras nacionais e internacionais, a exemplo da III Bienal do Mercosul (2004). Em 2008, realizou resid&ecirc;ncias art&iacute;sticas em Bombaim (&Iacute;ndia), decorrente da premia&ccedil;&atilde;o no XIV Sal&atilde;o do MAM-BA, e em Paris, proporcionada pela Funda&ccedil;&atilde;o Sacatar. Este ano, participa de outra resid&ecirc;ncia promovida pela Sacatar, desta vez, na Cor&eacute;ia. Tamb&eacute;m &eacute; um dos 20 baianos selecionados para a II Trienal de Luanda, integrando o projeto Primeira Ponte_SP, em S&atilde;o Paulo.&nbsp;


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Sobre a Pra&ccedil;a e Seus M&uacute;ltiplos | Gaio Matos
Museu de Arte Moderna da Bahia &ndash; at&eacute; 15 de agosto
Capela do MAM, na Av. Contorno, Solar do Unh&atilde;o, Tel: (71) 3117-6139
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a domingo, das 13 &agrave;s 19 horas, s&aacute;bados, das 13h &agrave;s 21h. &nbsp;&nbsp;
Entrada gratuita
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&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Amizade de Portinari com Castro Maya vira exposição no Sul</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=78</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/160720102154_20100706_184324_serie_d.quixote_-_baixa_d._quixote_e_sancho_panca_saindo_para_suas_aventuras._1956._lapis_de_cor..jpg">Mesmo ap&oacute;s 48 anos da morte do homem, o g&ecirc;nio de C&acirc;ndido Portinari continua vivo entre n&oacute;s. Enquanto no Rio Grande do Sul o MARGS exp&otilde;e cerca de 50 trabalhos do artista paulista, nesta semana, em Pernambuco, &nbsp;o quadro Enterro (um &oacute;leo sobre madeira de 23 cm x 33 cm, avaliado em R$ 1,2 milh&atilde;o) foi roubado do Museu de Arte Contempor&acirc;nea, trazendo mais uma vez o nome de Portinari para o notici&aacute;rio. A exposi&ccedil;&atilde;o&nbsp;Portinari na Cole&ccedil;&atilde;o Castro Maya&nbsp;pode ser vistas at&eacute; o dia 29 de agosto.
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O artista, que nasceu na cidade de Brodowski, no interior de S&atilde;o Paulo, e teve uma inf&acirc;ncia humilde, conquistou mais tarde reconhecimento internacional com obras como o painel Guerra e Paz, encomendado para figurar na sede da ONU, pelo qual recebeu o Pr&ecirc;mio Guggenheim de pintura.
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No Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Portinari ganha uma exposi&ccedil;&atilde;o pautada pela sua amizade com o mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya - empres&aacute;rio que d&aacute; nome &agrave; institui&ccedil;&atilde;o que possui uma das maiores cole&ccedil;&otilde;es do trabalho do artista. Na expois&ccedil;&atilde;o, obras como O Sapateiro de Brodwski&nbsp;e sua s&eacute;rie de estudos sobre o D. Quixote de Cervantes - que raramente deixam as intala&ccedil;&otilde;es dos Museus Castro Maya - se encontram com parte do acervo do museus ga&uacute;cho, como O menino do papagaio (um &oacute;leo dobre tela de 1954).
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Enquanto isso, o Museu de Arte Contempor&acirc;nea de Pernambuco aguarda a resolu&ccedil;&atilde;o do caso do roubo da obra Enterro, que fazia parte da exposi&ccedil;&atilde;o do seu acervo permanente.
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Portinari na Cole&ccedil;&atilde;o Castro Maya | Candido Portinari
Museu de Arte do Rio Grande do Sul - at&eacute;&nbsp;&nbsp;29 de agosto
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a quinta, das 10 &agrave;s 19hs
Entrada gratuita


&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galeria Tate Liverpool revela faceta pacifista de Pablo Picasso</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=77</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720102249_still-life-with-skull-leeks-and-pitcher_lg.jpg">&nbsp;A cidade do compositor de&nbsp;Imagine&nbsp;abriga at&eacute; o fim do m&ecirc;s um outro apelo &agrave; Paz. S&atilde;o mais de 150 trabalhos de Pablo Picasso que mostram a faceta pol&iacute;tica da obra deste que &eacute; tido como um dos grandes g&ecirc;nios do s&eacute;culo XX. Os trabalhos, apresentados juntos para o p&uacute;blico na exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Picasso: Paz e Liberdade&quot;, ficam em cartaz na galeria Tate de Liverpool - a cidade do Beatle John Lennon - at&eacute; o dia 30 de agosto.
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Muito conhecido por seu ego e pelo &quot;temperamento art&iacute;stico&quot;, o pintor espanhol viu seu engajamento pol&iacute;tico ser ofuscado pelo mito que criado em torno do seu personagem. A exposi&ccedil;&atilde;o pretende se aprofundar um pouco mais na id&eacute;ia do pacifista que associamos ao autor de &quot;Guernica&quot;, numa tentativa que a galeria considera pioneira &nbsp;e que tenta &quot;refletir um Picasso novo para um novo tempo&quot;.


O tema pol&iacute;tico nem sempre aparece de modo t&atilde;o expl&iacute;cito na obra do artista que se comoveu com dramas como a guerra civil espanhola e com as primeiras fotografias tiradas dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o. Sua vida que percorre um s&eacute;culo t&atilde;o importante quanto conturbado, o que o permitiu ser contempor&acirc;neo de quest&otilde;es como o conflito entre ocidente e oriente m&eacute;dio, a guerra fria e a crise dos m&iacute;sseis de cuba (epis&oacute;dio que quase desencadeou a terceira guerra mundial) e deixar sua obra perme&aacute;vel a todas elas.
&nbsp;
O Pablo Picasso&nbsp;libert&aacute;rio e pacifista&nbsp;est&aacute; traduzido em&nbsp;quadros, esculturas, desenhos e gravuras que vieram de grandes museus e cole&ccedil;&otilde;es internacionais; al&eacute;m de fotografias, filmes, cartazes e documentos.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma oportunidade de despertar para a&nbsp;sensibilidade&nbsp;e o desejo do homem que eternizou a pomba branca como s&iacute;mbolo da paz (ela foi usada no &nbsp;primeiro Congresso Internacional pela &nbsp;Paz, em Paris, no ano de 1949), atrav&eacute;s desta visita que a Tate faz ao mito. 

A exposi&ccedil;&atilde;o que ocupa nove salas do pr&eacute;dio localizado na cidade dos Beatles pode ser vista at&eacute; o dia 30 de agosto, e a entrada custa 10 libras.


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</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Sandra Cinto cria imensidão do mar no Tomie Ohtake </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=76</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090720101332_imitacao_da_agua_foto_por_everton_balardin.jpg">Imita&ccedil;&atilde;o da &Aacute;gua, t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o individual da artista Sandra Cinto, no Instituto Tomie Ohtake, foi tomado emprestado da obra do poeta Jo&atilde;o Cabral de Melo. Atrav&eacute;s do trabalho exposto em tr&ecirc;s diferentes salas do instituto, a artista representa a grandiosidade da natureza, propondo uma travessia pelo seu mar autoral.&nbsp;
Quando recobre toda a parede de uma sala redonda com a sua interpreta&ccedil;&atilde;o de ondula&ccedil;&otilde;es na superf&iacute;cie de um mar revolto, Sandra Cinto diz pretender inspirar no espectador o sentimento do n&aacute;ufrago. E &eacute; este mesmo n&aacute;ufrago que &eacute; conduzido pelo mar de refer&ecirc;ncias apresentadas pela artista. Elas s&atilde;o liter&aacute;rias, como os barcos de papel feitos a partir do que poderiam ser p&aacute;ginas em branco, nas quais uma mesa parece afundar; ou os livros que ancoram o ponto de onde se pode observar um mar mais brando, ao final da jornada pela exposi&ccedil;&atilde;o. H&aacute; ainda o surpreendente fato de o oceano desenhado exuberantemente por sobre as paredes ter sido feito a caneta.&nbsp;
Al&eacute;m das refer&ecirc;ncias &agrave; leitura e &agrave; escrita, &eacute; imposs&iacute;vel n&atilde;o lembrar do emblem&aacute;tico quadro &ldquo;A Balsa do Medusa&rdquo;, do pintor franc&ecirc;s Th&eacute;odore Geric&aacute;ult. Ele &nbsp;retrata as v&iacute;timas do naufr&aacute;gio da fragata Medusa, em 1816, viajando da fran&ccedil;a para o Senegal, e &eacute; uma obra pela qual Sandra nutre um grande interesse e que, ultimamente, tem repercutido em sua obra.
O curador da exposi&ccedil;&atilde;o, Crivelli Visconti, compara a artista com o pintor alem&atilde;o Caspar David Friedrich, quando diz que seria leviano reduzir a import&acirc;ncia do trabalho apenas &agrave; impressionante beleza das formas e &agrave; representa&ccedil;&atilde;o da natureza. Para eles, ambos os artistas t&ecirc;m o poder de usar a imensid&atilde;o da paisagem para nos fazer redimensionar o Humano.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o fica aberta at&eacute; o dia 1&ordm; de agosto.
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Imita&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua | Sandra Cinto
Instituto Tomie Ohtake - at&eacute; 01 de agosto
(Av. Faria Lima, 201, Pinheiros, S&atilde;o Paulo-SP -&nbsp;Tel: 11 2245 1900
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 11 &agrave;s 20 horas.&nbsp;
Entrada gratuita
www.institutotomieohtake.org.br/

Fontes: Instituto Tomie Ohtake, Folha de S&atilde;o Paulo, TV Cultura
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&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Galeria Nacional de Londres surpreende ao expor falsificações</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=75</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090720101116_mulher_na_janela___artista_desconhecido.jpg">Nem s&oacute; do que &eacute; leg&iacute;timo vive a arte. O conceito de autoria e o lugar do autor v&ecirc;m sendo discutidos - pelo menos - desde Marcel Duchamp, atrav&eacute;s de trabalhos como a sua &quot;Roda de Bicicleta&quot;. &nbsp;E quem diria que a mesma Arte que na gr&eacute;cia antiga cuidava de&nbsp;imitar&nbsp;&nbsp;a realidade para encontrar a verdadeira beleza seria depois obrigada a conviver com imita&ccedil;&otilde;es&nbsp;de si mesma?&nbsp;&Eacute; justamente sobre quest&otilde;es de autoria que trata a exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Close examination: fakes, mistakes and discoveries&quot; (Exame de Perto: farsas, erros e descobertas), em cartaz at&eacute; o dia 12 de setembro na National Gallery, em Londres.
A exposi&ccedil;&atilde;o traz ao p&uacute;blico 40 pinturas que, diferentemente do resto do prestigiado acervo de mais de 2.300 obras pertencentes &agrave; galeria, n&atilde;o passam de falsifica&ccedil;&otilde;es. A iniciativa corajosa, de expor as &ldquo;falsifica&ccedil;&otilde;es&rdquo;, vem ajudar a contar a hist&oacute;ria de alguns dos enganos cometidos no processo de aquisi&ccedil;&atilde;o das obras; alguns deles, nem sempre infelizes, afinal,&nbsp;n&atilde;o &eacute; s&oacute; de maus neg&oacute;cios que esta hist&oacute;ria &eacute; feita. 

Tamb&eacute;m foram&nbsp;descobertas&nbsp;no acervo obras originais de Rafael e Botticelli que tinham sido adquiridas como c&oacute;pias. E &eacute; para Botticelli a quem se dedica uma sala inteira dos seis espa&ccedil;os que formam o conjunto da exposi&ccedil;&atilde;o. As outras cinco s&atilde;o separadas por categorias: &ldquo;Segredos e Enigmas&rdquo;,&nbsp;&ldquo;Ilus&atilde;o e Fraude&rdquo;, &ldquo;Erros&rdquo;,&nbsp;&ldquo;Transforma&ccedil;&otilde;es e Modifica&ccedil;&otilde;es&rdquo; e&nbsp;&nbsp;&ldquo;Reden&ccedil;&atilde;o e Recupera&ccedil;&atilde;o&rdquo;. &nbsp;
Apesar de desmistificar certas obras ao expor suas falsifica&ccedil;&otilde;es e de tirar delas parte de seu encanto&nbsp;original, a mostra &nbsp;vem tamb&eacute;m ressaltar a import&acirc;ncia e a compet&ecirc;ncia do setor de pesquisa cient&iacute;fica da National Gallery (um dos mais avan&ccedil;ados do mundo, segundo eles mesmos). Empregando t&eacute;cnicas como o raio-x, infravermelho, espectometria de massa e microscopia eletr&ocirc;nica, eles ajudam a determinar a legitimidade das obras do vast&iacute;ssimo acervo da galeria, do qual hoje &nbsp;fazem parte nomes como Leonardo da Vinci, Rembrandt, Botticelli,&nbsp;Caravaggio,&nbsp;Rembrandt,&nbsp;Rubens,&nbsp;Vermeer,&nbsp;Turner,&nbsp;Renoir,&nbsp;Monet, Van Gogh,&nbsp;Toulouse-Lautrec,&nbsp;Gauguin,&nbsp;Degas,&nbsp;Manet e&nbsp;Picasso.

Contemplando a opini&atilde;o de quem n&atilde;o se anima em pagar para ver as tais &quot;falsifica&ccedil;&otilde;es&quot;, a entrada para a exposi&ccedil;&atilde;o na National Gallery &eacute; gratuita.


Close Examination: Fakes, Mistakes and Discoveries
National Gallery (Londres) -&nbsp;at&eacute; 12 de setembro
(Vincent House, 30 Orange Street, London - Tel: 020 7747 2870)
www.nationalgallery.co.uk

Fontes: Ag&ecirc;ncia Reuters, G1, O Globo, ionline, Jornal de Angola, The guardian
 Foto: Ben Stansall/AFP
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>40 anos de versatilidade e reinvenção</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=74</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/080720100023_ligia_1.jpg">Ligia Aguiar Arte 4.0 exp&otilde;e os 40 anos de trajet&oacute;ria da artista visual baiana, a partir do dia 08 de julho, no Centro Cultural Correios Salvador. A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta cerca de 150 obras, entre desenhos, pinturas, fotografias, v&iacute;deointala&ccedil;&otilde;es, pain&eacute;is, objetos e at&eacute; um programa de computador, que comprovam a faceta multim&iacute;dia da artista baiana. 

A mostra fica em cartaz at&eacute; o dia 18 de agosto e tem curadoria da cr&iacute;tica de arte Matilde Matos. Ligia Aguiar Arte 4.0 faz uma s&iacute;ntese da carreira da artista e, ao mesmo tempo, demonstra um novo momento de sua produ&ccedil;&atilde;o, expondo suas paisagens geom&eacute;tricas elaboradas em t&eacute;cnica mista, a maioria em preto e branco, feitas em nanquim. Al&eacute;m disso, o p&uacute;blico vai poder conferir tamb&eacute;m dois v&iacute;deos, &ldquo;Re-produzidas&rdquo;, que trata da solid&atilde;o feminina e acaba de ser selecionado para a X Bienal do Rec&ocirc;ncavo, e &ldquo;&Aacute;gua&rdquo;, de car&aacute;ter ambientalista, vencedor do pr&ecirc;mio de Melhor Filme Experimental no Festival de Cinema e V&iacute;deo de Muria&eacute;, Minas Gerais (2007). Estas duas obras est&atilde;o expostas junto com seu primeiro trabalho em bico de pena, de 1976, e as &ldquo;gordinhas&rdquo; elaboradas na d&eacute;cada de 80. 

Al&eacute;m de artista pl&aacute;stica, Ligia Aguiar tamb&eacute;m trabalhou com design gr&aacute;fico, cenografia e figurinos. Atualmente, &eacute; comentarista de artes visuais no programa &quot;Multicultura&quot;, da R&aacute;dio Educadora da Bahia, e articulista do site jornal&iacute;stico &quot;Bahia J&aacute;&quot;.

L&iacute;gia Aguiar 4.0
Centro Cultural Correios &ndash; at&eacute; 18 de agosto
(Pra&ccedil;a Anchieta, n&ordm; 20, Pelourinho, Salvador. Tel: (71) 3321-6665)
Visita&ccedil;&atilde;o: de segunda a sexta, das 10h &agrave;s 18h, s&aacute;bados, das 8h &agrave;s 12h 
Entrada franca


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Para artistas, se a pintura morreu o MAM-RJ é um céu!</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=73</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230620101146_30_mhg_cult_senise1.jpg">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta a partir do dia 01 de julho uma bem humorada coletiva de pintores brasileiros contempor&acirc;neos. &ldquo;Se a pintura morreu o MAM-RJ &eacute; um c&eacute;u!&rdquo; re&uacute;ne obras de Daniel Senise, Luiz Zerbini, Adriana Varej&atilde;o, Jarbas Lopes, Vania Mignone, Eduardo Berliner e Gustavo Speridi&atilde;o, apresentam novos caminhos da pintura contempo&acirc;nea, cada um, a partir de seu ponto de vista, particular.

Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, a exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; o dia 15 de agosto, freunindo artistas que est&atilde;o em momentos distintos de sua trajet&oacute;ria, mas todos t&ecirc;m em comum uma rela&ccedil;&atilde;o vital com a pintura, que cada vez mais &eacute; reinventada, e valorizada, pela produ&ccedil;&atilde;o atual.&nbsp; A mostra pretende refletir as muitas possibilidades e surpresas proporcionadas pelo trabalho destes artistas, pondo em foco os v&aacute;rios caminhos da pintura contempor&acirc;nea, com &ecirc;nfase nos desdobramentos da figura&ccedil;&atilde;o depois de incorporada a abstra&ccedil;&atilde;o no imagin&aacute;rio pict&oacute;rico. Paralelamente, o MAM monta &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o de Cristina Canale, uma das pintoras mais destacadas da gera&ccedil;&atilde;o 80, criando uma conversa entre ela e esse sete artistas.

Se a pintura morreu o MAM &eacute; um c&eacute;u!
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro &ndash; at&eacute; 15 de agosto de 2010.

Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo. Tel: (21) 2240 4944
Visita&ccedil;ao: ter - sex 12h - 18h sab - dom e feriados 12h - 19h
Entrada: R$8,00 - Estudantes maiores de 12 anos R$4,00 - Maiores de 60 anos R$4,00. Entreda gratuita: Amigos do&nbsp;MAM crian&ccedil;as at&eacute; 12 anos
Domingos ingresso fam&iacute;lia (para at&eacute; 5 pessoas): R$8,00
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Waltercio Caldas expõe pela primeira vez em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=72</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/230620101115_menor_donde_,_2009_-_foto_vicente_de_mello.jpg">Pela primeira vez, o p&uacute;blico baiano vai poder conhecer de perto as cria&ccedil;&otilde;es e experimentos de Waltercio Caldas - os objetos-esculturas que o al&ccedil;aram &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de um dos mais reconhecidos e respeitados artistas contempor&acirc;neos do pa&iacute;s. Paisagens, Etc est&aacute; em cartaz no Palacete das Artes Rodin Bahia at&eacute; o dia 15 de agosto, apresentando um panorama de sua trajet&oacute;ria art&iacute;stica, com obras realizadas desde a d&eacute;cada de 70 at&eacute; quatro pe&ccedil;as in&eacute;ditas, elaboradas especialmente para esta exposi&ccedil;&atilde;o, inclusive uma homenagem ao escultor franc&ecirc;s, &ldquo;Rodin sem bronze&rdquo;.

Waltercio Caldas &eacute; essencialmente um escultor contempor&acirc;neo. Ele pesquisa e explora com poesia a tridimensionalidade, a rela&ccedil;&atilde;o entre os objetos, a arquitetura e os espa&ccedil;os. Al&eacute;m disso, Waltercio &eacute; um artista extremamente importante, com obras nas principais cole&ccedil;&otilde;es e mostras nas melhores galerias e museus do mundo. Com esta exposi&ccedil;&atilde;o, temos a possibilidade de apresentar um artista que &eacute; uma refer&ecirc;ncia na arte contempor&acirc;nea brasileira, proporcionando ao p&uacute;blico a oportunidade de conhecer sua obra.

Em Paisagens, Etc, ser&aacute; apresentada uma sele&ccedil;&atilde;o de obras feita pelo pr&oacute;prio Waltercio Caldas, que teve como ponto de partida o impacto da visita do artista &agrave; Sala de Arte Contempor&acirc;nea do Palacete das Artes. Na mostra, Waltercio estabelece uma rela&ccedil;&atilde;o entre seus trabalhos, normalmente de grande porte, e a arquitetura da Sala. Ao todo, ser&atilde;o apresentadas nove obras, sendo quatro in&eacute;ditas, incluindo uma homenagem ao escultor franc&ecirc;s, em Rodin Sem Bronze, que surgiu a partir de uma conjectura, uma hip&oacute;tese do artista: &ldquo;O que seria de Rodin sem o m&aacute;rmore, sem o bronze? Qual seria o cerne da obra de Rodin sem estes materiais?&rdquo;. Est&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Estudos sobre a vontade&rdquo;, 1975; &ldquo;Sem Sono&rdquo;, 1977; &ldquo;Ferro pintado&rdquo;, 1978; &ldquo;Simples Simples&rdquo;, 2004; &ldquo;Superf&iacute;cie Internacional&rdquo;, 2008; &ldquo;Filme r&aacute;pido&rdquo;, 2010; &ldquo;Rodin sem bronze&rdquo;, 2010; &ldquo;Simbi&oacute;tico&rdquo;, 2010; &ldquo;Topogr&aacute;ficos&rdquo;, 2010.

Waltercio &eacute; o segundo artista a participar do Programa Quarta Dimens&atilde;o, da Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico e Cultural da Bahia, que re&uacute;ne nomes j&aacute; consagrados no circuito internacional das artes visuais, todos tendo a tridimensionalidade como caracter&iacute;stica comum. O Programa busca provocar a rela&ccedil;&atilde;o entre o trabalho destes artistas contempor&acirc;neos e as obras de Auguste Rodin, mestre da escultura moderna, expostas no Casar&atilde;o do Palacete. Antes de Waltercio, as obras do baiano Mario Cravo Neto foram as primeiras a serem expostas. Tunga e Jos&eacute; Resende s&atilde;o os pr&oacute;ximos a participar do Quarta Dimens&atilde;o.

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Art Detective: as novas tecnologias e o comércio da arte</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=71</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210620101851_art_detective.jpg">Philip Mould, um dos mais importantes marchands internacionais, respons&aacute;vel por descobertas de obras de arte aut&ecirc;nticas e tamb&eacute;m de muitas fraudes, acaba de lan&ccedil;ar pela editora Viking o livro &ldquo;The Art Detective: Fakes, Frauds, and Finds and the Search for Lost Treasures&rdquo;&nbsp; (O Detetive da Arte - Falsifica&ccedil;&otilde;es, fraudes, achados e a busca por tesouros perdidos). Na publica&ccedil;&atilde;o, ele aborda como a internet e a tecnologia v&ecirc;m mudando o com&eacute;rcio de obras de arte no mundo, assim como a forma de avalia&ccedil;&atilde;o de sua autenticidade.
Na publica&ccedil;&atilde;o, Philip Mould conta que, no in&iacute;cio da sua carreira profissional como marchand, h&aacute; 22 anos, o trabalho de compra e venda de obras de arte de alto n&iacute;vel era limitado a um grupo restrito de historiadores experientes, que vasculhavam o mundo em busca de obras-primas. Nesta &eacute;poca, ele e sua equipe conseguiam examinar de 15 a 20 obras por dia. Hoje, na era da internet e da alta tecnologia, eles podem avaliar o valor de 50 a cem obras, diariamente. &quot;H&aacute; mais possibilidades, mais descobertas&quot;, disse ele. &quot;Mas tamb&eacute;m h&aacute; mais concorr&ecirc;ncia. Existe uma nova gera&ccedil;&atilde;o que curte a adrenalina e compra indiscriminadamente&quot;, afirma. Para ele, com o advento das novas tecnologias, o conhecimento se tornou mais democratizado e o mundo antes fechado da negocia&ccedil;&atilde;o e restaura&ccedil;&atilde;o de obras de arte passa a se tornar mais acess&iacute;vel. 

Al&eacute;m de tratar das mudan&ccedil;as no mercado das artes, Mould, que &eacute; especialista em retratos brit&acirc;nicos, fala tamb&eacute;m no seu livro, que tem como subt&iacute;tulo &quot;Falsifica&ccedil;&otilde;es, fraudes, achados e a busca por tesouros perdidos&quot;, do trabalho de localiza&ccedil;&atilde;o, restauro e autentica&ccedil;&atilde;o de obras. Uma de suas melhores hist&oacute;rias &eacute; a descoberta de um autorretrato de Rembrandt, que foi originalmente atribu&iacute;do a um seguidor do pintor e, por isso, avaliado como valendo entre US$ 2.000 e US$ 4.000 d&oacute;lares. Mais tarde, quando a tela foi autenticada como autorretrato perdido, foi vendida por US$ 5,2 milh&otilde;es em um leil&atilde;o. Hoje, &eacute; estimada em US$ 40 milh&otilde;es. Mould &eacute; tamb&eacute;m apresentador do programa de TV &quot;Antiques Roadshow&quot;, em que especialistas avaliam o valor de antiguidades compradas na Gr&atilde;-Bretanha. O programa j&aacute; foi reproduzido em v&aacute;rios pa&iacute;ses, incluindo Estados Unidos, Canad&aacute;, Austr&aacute;lia e Alemanha. 

Fontes: Folha de S&atilde;o Paulo e Reuters
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Gaio Matos e a espacialidade humanizada</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=70</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/210620101818_gaio.jpg">A Fabio Pena Cal Galeria adquiriu um novo conjunto de obras do artista baiano Gaio Matos, que transita entre a pintura e a fotografia. S&atilde;o telas e grandes pain&eacute;is produzidos recentemente, todos em 2010, que atestam o talento e a qualidade do trabalho de Gaio. Ancorado numa pesquisa consistente, num estilo bem definido e sempre em constante produ&ccedil;&atilde;o, o artista j&aacute; tem seu trabalho reconhecido. Muito em breve, ele estar&aacute; montando sua primeira exposi&ccedil;&atilde;o individual no Museu de Arte Moderna da Bahia, participa da mostra coletiva Primeira Ponte (que abre dia 02 de julho, na SOSO+, em S&atilde;o Paulo) e &eacute; um dos 20 baianos integrantes do grupo convidado para participar da II Trienal de Luanda.

O interesse e curiosidade pelos espa&ccedil;os, pelas plantas arquitet&ocirc;nicas que hoje marcam o seu trabalho, surgiram ainda na inf&acirc;ncia, quando procurava em an&uacute;ncios, jornais e revistas as plantas baixas dos apartamentos &agrave; venda, depois recortava e colecionava aqueles territ&oacute;rios gr&aacute;ficos. &ldquo;Sentia-me atra&iacute;do pelo desenho. Inquietava-me especialmente com a malha labir&iacute;ntica que se formava com as portas e paredes, a partir do projeto arquitet&ocirc;nico, e me perdia inventando moradores e situa&ccedil;&otilde;es diversas pelos c&ocirc;modos&rdquo;, afirma. Anos depois, Gaio chegou a cursar engenharia civil, onde aprofundou seu contato com espacialidade, mas foi ao abandonar esta profiss&atilde;o e se dedicar &agrave;s artes que a rela&ccedil;&atilde;o de Gaio com a planta arquitet&ocirc;nica voltou a ter, como quando crian&ccedil;a, um olhar mais l&uacute;dico e humanizado. &ldquo;Comecei a entender o espa&ccedil;o como um campo aberto de experi&ecirc;ncias sociais m&uacute;ltiplas, ocupado pela instabilidade de acontecimentos e a&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias e imprevis&iacute;veis em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a e estabilidade do espa&ccedil;o do constru&iacute;do. Assim ,tomei consci&ecirc;ncia das diferen&ccedil;as entre o espa&ccedil;o estriado e constru&iacute;do e o espa&ccedil;o liso e aberto das ruas.&rdquo;

Gaio exp&ocirc;s suas obras em mostras individuais na Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco, Recife, 2006; no Centro Cultural S&atilde;o Paulo, 2007; no Pal&aacute;cio Capanema, RJ, Rio de Janeiro, 2008; na galeria Gesto Coperative Art Space, Porto, Portugal, 2007, entre outros. 2005. Entre as coletivas, destacam-se a III Bienal do Mercosul, Porto Alegre, 2006; Centro Cultural Drag&atilde;o do Mar, Fortaleza, 2006; Museu Amadeu de Souza Cardoso, Portugal, 2006; Instituto Ita&uacute; Cultural, S&atilde;o Paulo, 2006: Nehru Art Center, Mumbai &Iacute;ndia, 2008. O artista venceu tamb&eacute;m diversos pr&ecirc;mios, entre os quais: Premio Aquisi&ccedil;&atilde;o Resid&ecirc;ncia no Exterior, 14&ordm; Sal&atilde;o do Mam, Salvador BA, 2007. Pr&ecirc;mio Aquisi&ccedil;&atilde;o Temporada de Projetos, Centro Cultural S&atilde;o Paulo, SP, 2008. Pr&ecirc;mio Proj&eacute;teis de Artes Visuais, Funarte, Rio de Janeiro, RJ, 2006.&nbsp; Pr&ecirc;mio Manuel Quirino,Salvador, BA. Pr&ecirc;mio Braskem de Cultura e Arte, Salvador, BA, 2004&nbsp; . 

Possui obras nos acervos da Pinacoteca Municipal de S&atilde;o Paulo, SP; Banco do Nordeste S/A, Jo&atilde;o Pessoa, PR; Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, BA; Centro Cultural Drag&atilde;o do Mar, Fortaleza ,CE; Harmony Art Foundation, Mombay, &Iacute;ndia; Gesto Coperativa de Arte, Porto, Portugal; Phillips do Brasil S/A, Brasil, S&atilde;o Paulo, SP; Universidade das Artes, Caxias do Sul, RS, Brasil; Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco, Recife, PE; Funda&ccedil;&atilde;o Cultural do Estado da Bahia, Salvador, BA.&nbsp;Fez resid&ecirc;ncia art&iacute;stica no Harmony Art Foundation, em Mumbay, &Iacute;ndia; na Cit&eacute; des Arts, Paris, Fran&ccedil;a; em Maeseille, na Fran&ccedil;a.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição leva Êxtase ao MAM Bahia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=69</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090620101554_marcos_paulo_rolla.jpg">O artista mineiro Marcos Paulo Rolla provoca o p&uacute;blico a refletir sobre o amor, o desejo, o corpo e a rela&ccedil;&atilde;o entre o masculino e o feminino, o sagrado e o profano, de forma contundente e po&eacute;tica na exposi&ccedil;&atilde;o &Ecirc;xtase, em cartaz na Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), em Salvador.
Interfer&ecirc;ncias com desenhos sobre lembran&ccedil;as de casamento, esculturas, instala&ccedil;&atilde;o, um v&iacute;deo e uma performance (que vai acontecer no encerramento da mostra, no dia 04 de julho), apresentam o olhar provocador do artista sobre as rela&ccedil;&otilde;es humanas. Desde 1986, Marco Paulo Rolla atua como artista multim&iacute;dia, tendo estudado m&uacute;sica, dan&ccedil;a, teatro e artes visuais. Realizou resid&ecirc;ncia na Rijksakademie Van Beeldende Kunsten, em Amsterd&atilde;, e j&aacute; levou suas obras a cidades como Berlim, Nova D&eacute;lhi, Buenos Aires e Durban, entre outras localidades do Brasil. A proje&ccedil;&atilde;o internacional do artista e sua atua&ccedil;&atilde;o destacada na &aacute;rea de performance fazem do artista um dos performers mais ativos do pa&iacute;s. Depois de expor em sua cidade, Belo Horizonte, e em S&atilde;o Paulo e no Rio, o trabalho de Marcos Paulo chega a Salvador.
&Ecirc;xtase &ndash; Marcos Paulo Rolla
Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) &ndash; at&eacute; 04 de julho

Solar do Unh&atilde;o, Av. Contorno, s/n, Salvador - Bahia
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 13h &agrave;s 19h, e aos s&aacute;bados, das 13h &agrave;s 21h. 
Gratuito&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Novo Templo da Arte Contemporânea Mundial</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=68</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/090620101143_maxxi_zaha2.jpg">A arte contempor&acirc;nea internacional ganha um novo templo. Em Roma, It&aacute;lia, onde o moderno convive com o antigo e o urbano se mistura &agrave;s ru&iacute;nas, monumentos e obras de artes seculares, surgem o MAXXI - Museu Nacional da Arte do S&eacute;culo XXI.
Estruturado a partir de dois eixos, MAXXI Arte e MAXXI Arquitetura, o Museu est&aacute; instalado um pr&eacute;dio que &eacute; por si s&oacute; uma obra de arte. O projeto foi selecionado em um concurso internacional, lan&ccedil;ado em 2008, para o qual foram inscritos 273 candidatos de todo o mundo. A vencedora, a arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid, criou um edif&iacute;cio inovador, com amplos espa&ccedil;os abertos e um design que cria uma rela&ccedil;&atilde;o entre volume e curvas, com galerias onde ficam o acervo e as salas de mostras tempor&aacute;rias, iluminadas por luz natural, que &eacute; filtrada por um particular sistema de cobertura.
O acervo de arte do museu &eacute; atualmente composto por 300 obras, com destaque para pe&ccedil;as de artistas italianos e estrangeiros ligados ao contexto do pa&iacute;s. S&atilde;o pinturas, instala&ccedil;&otilde;es, videoarte, esculturas, fotografias e net-art, que formam um conjunto no qual artistas emergentes dialogam com produ&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o dos anos 60 ao ano 2000, de nomes como Alighiero Boetti, Francesco Clemente, William Kentridge, Mario Merz, Gerhard Richter. No acervo de Arquitetura, o MAXXI possui arquivos pessoais de arquitetos e engenheiros de reconhecimento internacional, como Carlo Scarpa, Aldo Rossi, Enrico Del Debbio, Sergio Musmeci e Zenaide Zanini, Vittorio De Feo e Pier Luigi Nervi.
Em sua abertura oficial, no dia 30 de maio, o MAXXI inaugurou nove diferentes mostras: Spazio, com a cole&ccedil;&atilde;o de arte e arquitetura do pr&oacute;prio museu (at&eacute; 23 de janeiro de 2011); Gino de Dominics &ndash; O Imortal (at&eacute; 07 de novembro); Luigi Moretti - Arquiteto (at&eacute; 28 de novembro); Kuntlug Ataman &ndash; Dramaturgia Mesopot&acirc;mica (at&eacute; 21 de setembro); e at&eacute; 23 de janeiro de 2011 as mostras MAXXI_Hadid &ndash; O projeto do MAXXI; Spazio - Net in Space; Spazio - Concurso MAXXI; Spazio - Homenagem a Fabio Mauri;&nbsp; Spazio - Geografia Italiana. O Museu tamb&eacute;m possui um Departamento Educativo e realiza cursos, concursos e pr&ecirc;mios, com o objetivo de incentivar a produ&ccedil;&atilde;o e o conhecimento sobre a arte contempor&acirc;nea mundial.
A expectativa &eacute; de que, aos poucos, o MAXXI se torne uma refer&ecirc;ncia internacional, assim como o MOMA, de Nova York, e a Tate, de Londres.&nbsp; Um local para conhecer e acompanhar.

MAXXI - Museu Nacional da Arte do S&eacute;culo XXI
Via Guido Reni, 4 A - 00196 Roma - It&aacute;lia

Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a domingo, das 11h &agrave;s 19h, e as quintas, das 11h &agrave;s 22h. Fechado apenas as segundas.
Entrada: Inteira &euro;11 (euros). Reduzida: &euro;7. Gratuita: Menores de 14 anos, acompanhantes de deficientes, jornalistas munidos de identifica&ccedil;&atilde;o profissional.
Site: http://www.maxxi.beniculturali.it/
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Todas as facetas do polêmico Flavio de Carvalho </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=67</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180520101939_as-obras-de-flavio-de-carvalho-no-mam-sp.jpg">Multi facetado, multim&iacute;dia, provocador. Flavio de Carvalho (1899-1973) ja fazia performances e happenings desde a d&eacute;cada de 30. Transitava pela pintura, escultura, cenografia, arquitetura e, ao lado dos colegas da vanguarda modernista, provocou o status quo, quebrou padr&otilde;es. A vida, a obra e a trajet&oacute;ria de Flavio de Carvalho, artista fluminense radicado em S&atilde;o Paulo, pode ser conferida at&eacute; o dia 13 de junho na exposi&ccedil;&atilde;o Flavio de Carvalho, no Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo. 

Para muitos, Flavio de Carvalho foi um artista anos &agrave; frente de seu tempo. Ele &eacute; famoso por sua arte pol&ecirc;mica e inovadora e por seus projetos ousados, como &eacute; o caso do projeto do Viaduto do Ch&aacute; (1934) e, anteriormente, do Pal&aacute;cio do Governo do Estado de S&atilde;o Paulo (1928), que nunca chegaram a ser executados, mas foram reconhecidos como importantes obras de arquitetura modernista.Tamb&eacute;m entrou para a hist&oacute;ria sua obra entitulada &ldquo;Experi&ecirc;ncia n&ordm; 2&rdquo;, misto de happening e performance, realizada num momento em que poucos artistas ousavam enveredar por esse caminho em solo brasileiro. 

Em 1931, caminhou de bon&eacute; no sentido contr&aacute;rio a uma prociss&atilde;o de Corpus Christi e quase foi linchado pelos participantes, sendo salvo pela pol&iacute;cia. Outra destas suas a&ccedil;&otilde;es foi a famosa &ldquo;Experi&ecirc;ncias n&ordm; 3&rdquo; (1956), quando Flavio caminhou no centro de S&atilde;o Paulo vestido com o &ldquo;New Look masculino&rdquo;: blus&atilde;o de mangas curtas e folgadas e saiote de pregas largas (numa par&oacute;dia do New Look feminino, de Christian Dior).

J&aacute; entre suas obras mais tradicionais, uma das mais marcantes &eacute; a s&eacute;rie Tr&aacute;gica (1947), composta de desenhos a carv&atilde;o sobre papel em que registra a agonia de sua m&atilde;e no leito de morte. Todas estas facetas da produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica de Flavio de Carvalho est&atilde;o contempladas pela exposi&ccedil;&atilde;o, em &aacute;reas organizadas cronologicamente, com curadoria de Rui Moreira Leite. 

Mais sobre o artista
Flavio de Carvalho nasce em Barra Mansa (RJ) e completa seus estudos na Inglaterra. Cursa engenharia na Universidade de Durham e artes pl&aacute;sticas na Escola de Belas-Artes Rei Edward. De volta ao Brasil, em 1922, fixa resid&ecirc;ncia em S&atilde;o Paulo, onde &eacute; influenciado pelo movimento modernista. Aderiu &agrave; antropofagia entre os anos 20 e 30 e criou do Clube de Artistas Modernos (CAM) em 1932, com Antonio Gomide, Di Cavalcanti e Carlos Prado . Faz a sua primeira exposi&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; Sal&atilde;o de Maio, em S&atilde;o Paulo, em 1937. Na Europa, entrevistou em 1934 expoentes das artes, como Andr&eacute; Breton (1896 - 1966) e Man Ray (1890 - 1976), o que gerou algumas mat&eacute;rias publicadas em revistas e no jornal Di&aacute;rio de S. Paulo. 

Com o passar do tempo e o surgimento de uma nova vanguarda nos anos 60, ficou evidente o papel do artista com prenunciador de movimentos que viriam a ser mais amplamente explorados ent&atilde;o, possibilitando a ele o reconhecimento merecido ainda em vida, com obras adquiridas pelo MoMA em 1957 e, dez anos depois, com a premia&ccedil;&atilde;o da IX Bienal na categoria de artista internacional (feito jamais igualado por outro artista brasileiro) entre outros.

Al&eacute;m de atuar como artista pl&aacute;stico, cen&oacute;grafo e figurinista, tamb&eacute;m escreve os livros Experi&ecirc;ncia N&ordm; 2 (1931) e Os Ossos do Mundo (1936). No teatro, &eacute; autor da pe&ccedil;a O Bailado do Deus Morto (1933). Representa o Brasil na 25&ordf; Bienal de Veneza, em 1950, e recebe o grande pr&ecirc;mio de desenho na 9&ordf; Bienal Internacional de S&atilde;o Paulo (1967). Morre em Valinhos, no interior de S&atilde;o Paulo. 

Flavio de Carvalho - at&eacute; 13 de junho 
Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo
(Parque do Ibirapuera, port&atilde;o 3 - s/n&ordm;, S&atilde;o Paulo - Tel.: 11 5085-1300)
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a domingo e feriados das 10h &agrave;s 18h

Entrada: R$5,50 (Meia entrada para estudantes, mediante apresenta&ccedil;&atilde;o da carteirinha) Gratuidade para menores de 10 e maiores de 65 anos, s&oacute;cios do MAM e funcion&aacute;rios das empresas parceiras.
ENTRADA GRATUITA AOS DOMINGOS
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Produçao fotográfica do escritor mexicano Juan Rulfo é exibido em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=66</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180520101833_juan_rulfo.jpg">O mexicano Juan Rulfo (1917-1986) foi autor de poucas obras liter&aacute;rias. No entanto, bastou duas delas, os romances &ldquo;El Llano em Llamas&rdquo; e &ldquo;Pedro P&aacute;ramo&rdquo;, para que deixasse seu nome marcado com um dos mais importantes escritores latino-americanos. O que poucos sabem &eacute; que o principal precursor do chamado realismo m&aacute;gico latino-americano tamb&eacute;m dedicou-se a fotografia, registrando em imagens os desertos, arquiteturas, muros, rostos e povoados que habitam seus textos. A&nbsp; exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;M&eacute;xico: Juan Rulfo, Fot&oacute;grafo&rdquo; fica em cartaz at&eacute; o dia 19 de junho, na Sala de Arte do Instituto Cervantes de Salvador (Ladeira da Barra).

Na mostra realizada pelo Instituto Cervantes de Salvador e de Madrid, em parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o Juan Rulfo (M&eacute;xico D.F) e a Editora Lunwerg (Barcelola), o publico vai poder conferir em mais de 40 fotografias em preto e branco, produzidas na d&eacute;cada de 30, cenas cotidianas que retratam o povo mexicano, atrav&eacute;s da lente e da sensibilidade deste grande artista.

Juan Rulfo conquistou o respeito da critica e dos colegas com seu talento liter&aacute;rio. Era citado por Gabriel Garcia Marques como uma de suas principais inspira&ccedil;&otilde;es e estimado por Jorge Luis Borges, Julio Cort&aacute;zar e Susan Sontag, que deixaram registrada sua admira&ccedil;&atilde;o pelo escritor.

M&eacute;xico: Juan Rulfo, Fot&oacute;grafo &ndash; at&eacute; 19/06/2010
Instituto Cervantes &ndash; Sala de Arte
(Av. Sete de Setembro 2792, Barra - Salvador).
Visita&ccedil;&atilde;o: de segunda a sexta das 9h &agrave;s 20h e aos s&aacute;bados de 9h &agrave; 12h.
Gratuito

</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Números da principal feira de arte do país comprovam aquecimento do mercado nacional</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=65</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180520101715_varejao1.jpg.jpg">A sexta edi&ccedil;&atilde;o da SP Arte alcan&ccedil;ou resultados melhores do que o esperado e confirmou uma tend&ecirc;ncia: o aquecimento do mercado da arte nacional e o in&iacute;cio da especula&ccedil;&atilde;o de obras de artes contempor&acirc;neas brasileiras. As vendas realizadas durante o evento, que aconteceu de 29 de abril a 02 de maio, em S&atilde;o Paulo, movimentaram um total de R$ 31,45 milh&otilde;es, cerca de 15% a mais do que no ano passado. Tamb&eacute;m houve um aumento de p&uacute;blico de 20%, com aproximadamente 16 mil visitantes (sendo 30% de outros estados). Os n&uacute;meros alcan&ccedil;ados com as vendas e com a visita&ccedil;&atilde;o da feira refletem o interesse atual pelas artes visuais no Brasil e atestam a import&acirc;ncia do evento como um dos maiores eventos do g&ecirc;nero na Am&eacute;rica Latina.

Nesta edi&ccedil;&atilde;o da SP Arte, estavam &agrave; venda cerca de 2.500 obras de arte, espalhadas por estandes de 80 galerias. Apenas na noite de abertura, as principais galerias de S&atilde;o Paulo (Fortes Vila&ccedil;a, Vermelho, Arte 57 e Nara Roesler) afirmaram ter vendido 80% das obras que trouxeram para os seus estandes. N&atilde;o foram compradas as mais caras , como &quot;Puerto Metaf&iacute;sico&quot;, de Joaqu&iacute;n Torres-Garc&iacute;a, avaliada em US$ 3,5 milh&otilde;es, ou &quot;Tamba-Taj&aacute;&quot;, de Maria Martins, de R$ 1,5 milh&atilde;o. Mas foram os contempor&acirc;neos que encabe&ccedil;aram os neg&oacute;cios, movimentando valores menores, mas com um volume maior de pe&ccedil;as vendidas.

Foram arrematadas obras de Fl&aacute;vio de Carvalho, Tunga, Leda Catunda, Andriana Varej&atilde;o, Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Diez e Julio Le Parc, este &uacute;ltimo, com um trabalho que custou 300 mil euros. A pe&ccedil;a de Varej&atilde;o, &quot;Ru&iacute;na e Charque - Porto&quot;,&nbsp; foi vendida por R$ 700 mil, sendo uma das negocia&ccedil;&otilde;es mais expressivas de todo o evento. Tamb&eacute;m tiveram forte sa&iacute;da obras de jovens pintores como Mariana Palma e Eduardo Berliner, representados pela galeria Casa Tri&acirc;ngulo, Rodolpho Parigi, da Nara Roesler, e Rodrigo Bivar, da galeria Millan. 

Entre as vendas institucionais, o Shopping Iguatemi - S&atilde;o Paulo, parceiro da SP Arte, arrematou sete obras que foram doadas &agrave; Pinacoteca de S&atilde;o Paulo e ao Museu de Arte Moderna da Bahia. O MAM-BA ficou com uma tela de Rodolpho Parigi e fotografias de Beatriz Franco e Claudia Andujar. J&aacute; a Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, com uma instala&ccedil;&atilde;o de Gustavo Rezende. 

A procura pelos contempor&acirc;neos durante a feira confirmam uma tend&ecirc;ncia: existe uma alt&iacute;ssima demanda de mercado, mas as pe&ccedil;as de artistas consagrados, em geral os mortos, est&atilde;o cada vez mais escassas. Este fato abre espa&ccedil;o para que novos artistas se transformem muito mais cedo que o normal em fetiches nas m&atilde;os de colecionadores e especuladores, fazendo com que suas obras alcancem, assim, altos valores muito mais rapidamente. De acordo com uma reportagem da Folha de S&atilde;o Paulo, artistas como Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Vik Muniz e a pr&oacute;pria Adriana Varej&atilde;o viraram cifr&otilde;es luminosos em cartelas de investimento. Na cola deles, nomes da nov&iacute;ssima gera&ccedil;&atilde;o, como Thiago Rocha Pitta, Tatiana Blass, Henrique Oliveira e Andr&eacute; Komatsu j&aacute; sofrem especula&ccedil;&atilde;o.

Seguindo essa alta de mercado e a transforma&ccedil;&atilde;o da arte nacional em um ativo de grande valoriza&ccedil;&atilde;o e rentabilidade, Rodolfo Riechert, diretor da consultoria Plural Capital, criou junto com Heitor Reis, ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, um fundo de investimentos de R$ 40 milh&otilde;es para arte brasileira. Um estudo que fizeram circula entre poss&iacute;veis investidores e mostra que obras de alguns artistas hoje chegam a valer 50 vezes o que valiam h&aacute; dez anos.

Apesar de todo este movimento ser natural no cen&aacute;rio internacional, existe o receio de que a entrada de grandes investidores no circuito das artes force o mercado brasileiro a operar num ritmo artificial. Isto porque, estes investidores, na maioria das vezes est&atilde;o mais interessados em lucrar com a revenda de obras em momentos estrat&eacute;gicos do que em formar cole&ccedil;&otilde;es. Esta atitude pode vir a criar uma bolha especulativa, tornando muito menor o intervalo entre o momento em que o artista surge no circuito e a hora em que suas obras v&atilde;o a leil&atilde;o (onde os trabalhos chegam a valer at&eacute; cinco vezes do pre&ccedil;o que t&ecirc;m nas galerias). Para alguns, esta espiral descontrolada de valores pode estancar a demanda por esses artistas e levar a uma eventual desvaloriza&ccedil;&atilde;o. 

Neste momento, n&atilde;o h&aacute; como reverter a situa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que se trata de uma ordem de mercado global. No m&aacute;ximo, alguns galeristas tentam conter a alta excessiva dos valores comprando de volta obras de seus artistas que surgem no mercado. At&eacute; v&atilde;o a leil&otilde;es para resgatar suas obras e evitar que n&atilde;o sejam vendidas.

Em breve, a Fabio Pena Cal Galeria de Arte entra neste circuito, no mercado nacional das artes visuais, lan&ccedil;ando a Corretora de Arte.Com, uma iniciativa in&eacute;dita no Brasil. A Corretora &eacute; uma segura ferramenta online de investimento em obras de arte que tornara poss&iacute;vel operar e investir em um mercado em plena expans&atilde;o. Uma forma de conectar compradores &agrave;s obras de arte, atrav&eacute;s da internet.



Fontes: site oficial da SP Arte e jornais Folha de Sao Paulo e O Estado de Sao Paulo. 
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Leonel Mattos e dezenas de artistas ocupam a Feira de São Joaquim</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=64</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/170520101349_leonel-mattos-foto-uran-rodrigues.jpg">




	

Ocupar a principal feira livre de Salvador com arte, propondo deslocamentos e reflex&otilde;es. O artista pl&aacute;stico Leonel Rocha Mattos, representado pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, mobilizou artistas da Bahia, de S&atilde;o Paulo e do Rio de Janeiro na Ocupa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica na Feira de S&atilde;o Joaquim, realizada na &uacute;ltima sexta-feira, dia 14 de maio. Pinturas, esculturas, instala&ccedil;&otilde;es, fotografias, v&iacute;deos e performances dividiram espa&ccedil;o com frutas, legumes, carnes, animais, folhas e objetos de culto sagrado, numa proposta est&eacute;tica e pol&iacute;tica. Al&eacute;m da curadoria de Leonel Mattos,a Ocupa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica teve a participa&ccedil;&atilde;o de outros artistas representados por Pena Cal, como Bel Borba e Sergio Rabinovitz.
A Feira de S&atilde;o Joaquim &eacute; uma das maiores feiras livres do pa&iacute;s, e a mais importante e tradicional da cidade de Salvador. J&aacute; foi palco de outros eventos art&iacute;sticos, mas, pela primeira vez, foi ocupada ao mesmo tempo por propostas t&atilde;o diferenciadas. Leonel conseguiu reunir 72 artistas, entre jovens talentos e nomes consolidados, para manter viva sua proposta de discuss&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre arte e pol&iacute;tica, estimulando o debate acerca das institui&ccedil;&otilde;es de arte tradicionais. &ldquo;Ca&oacute;tica e pouco ass&eacute;ptica, mas viva em sua din&acirc;mica funcional, a feira n&atilde;o difere estruturalmente das grandes feiras internacionais de arte e seus biombos milion&aacute;rios&rdquo;, ironiza o texto-manifesto de Vauluzio Bezerra, que tamb&eacute;m participou da Ocupa&ccedil;&atilde;o.

O evento tamb&eacute;m refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o do artista com a rua, com o dia a dia da cidade e seu cotidiano. Num local com tanta informa&ccedil;&atilde;o visual, como &eacute; a Feira de S&atilde;o Joaquim, a Ocupa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o alterou a rotina dos compradores e feirantes. O que se viu foi uma rela&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica entre as propostas art&iacute;sticas e o espa&ccedil;o, onde a maioria das obras se harmonizou com o seu entorno. Ao final, a Ocupa&ccedil;&atilde;o Art&iacute;stica na Feira de S&atilde;o Joaquim foi um grande site specific coletivo e ef&ecirc;mero, realizado em meio a um dos mais importantes e populares patrim&ocirc;nios culturais da Bahia.
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</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>José Paulo participa do projeto Tripé Escrita, do Sesc Pompéia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=63</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030520101215_tripe.jpg">
O projeto Trip&eacute;, do SESC Pomp&eacute;ia, chega a sua sexta edi&ccedil;&atilde;o em 2010 com foco na diversidade. Pela primeira vez, a iniciativa &eacute; ampliada atrav&eacute;s da parceria com Lucia Santos, da Galeria Amparo 60, de Recife, e apresenta na exposi&ccedil;&atilde;o Trip&eacute; | Escrita o trabalho de tr&ecirc;s artistas do Nordeste: o alagoano Delson Uch&ocirc;a, e os pernambucanos Juliana Notari e Jos&eacute; Paulo - este ultimo, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria. A mostra, que fica em cartaz at&eacute; o dia 25 de julho, foi aberta na ultima quinta, dia 29 de abril, junto com o lan&ccedil;amento do &quot;Cat&aacute;logo Trip&eacute; 2009&quot;.
O Trip&eacute; &eacute; uma iniciativa do N&uacute;cleo de Artes Visuais e Multimeios do Sesc Pompeia criada em 2005 para dar visibilidade a novos artistas e estimular a produ&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea de artes visuais. Exposi&ccedil;&otilde;es coletivas e tem&aacute;ticas acontecem anualmente, acompanhadas de oficinas e debates. Na primeira edi&ccedil;&atilde;o de cada ano, o SESC lan&ccedil;a o cat&aacute;logo com todos os artistas que participaram da edi&ccedil;&atilde;o do ano anterior.&nbsp;
Em 2010, Trip&eacute; | Escrita abre a programa&ccedil;&atilde;o apresentando oito pe&ccedil;as de grandes dimens&otilde;es de artistas nordestinos (o pr&oacute;ximo enfoque ser&aacute; na produ&ccedil;&atilde;o do sul do Brasil).
Jos&eacute; Paulo nasceu em Recife, Pernambuco, onde at&eacute; hoje vive e trabalha. Participou de coletivas no Brasil e exterior (EUA,Fran&ccedil;a, Espanha, incluindo a ultima Bienal de Havana). Seus trabalhos mais conhecidos s&atilde;o as esculturas em que utiliza o ferro e o barro como suporte. Para o Projeto Trip&eacute; | Escrita, Jos&eacute; Paulo criou novas esculturas, pensando na rela&ccedil;&atilde;o da obra com o espa&ccedil;o e a escrita. Com exposi&ccedil;&otilde;es dentro e fora do Brasil, Uch&ocirc;a abusa em cores e formas geom&eacute;tricas que d&atilde;o singularidade &agrave;s suas telas. J&aacute; Notari trabalha com a ideia de bandejas que brincam com o tema da mostra, a escrita.

 
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Trip&eacute; | Escrita
SESC Pompeia &ndash; at&eacute; 25 de julho.
(Rua Cl&eacute;lia, 93 - &Aacute;gua Branca. Tel: 11 3871.7700, S&atilde;o Paulo &ndash; SP)
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 20h, domingo e feriado, das 10h &agrave;s 17h.
Gratuito
   

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     </description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>HAUNTED: Fotografia Contemporânea, Vídeo, Performance </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=62</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260420100824_artbook_2103_142176596.jpg">








Haunted: Fotografia Contempor&acirc;nea / V&iacute;deo / Performance, a nova exposi&ccedil;&atilde;o do Museu Guggenheim, de Nova York, apresenta um exame de como a arte contempor&acirc;nea parece ser assombrada pelo passado. A mostra apresenta mais de 100 obras, muitas do acervo do pr&oacute;prio Museu e outras aquisi&ccedil;&otilde;es recentes, que nunca foram mostradas antes. Fazem parte de Haunted obras de cerca de 60 artistas, alguns j&aacute; consolidados e outros mais jovens, que buscam no passado sua inspira&ccedil;&atilde;o. Entre eles, est&atilde;o Marina Abramovic, Bernd e Hilla Becher, Sophie Calle, Tacita Dean, Stan Douglas, Felix Gonzalez-Torres, Roni Horn, Leonard Zoe, Robert Rauschenberg, Cindy Sherman, Hiroshi Sugimoto, Jeff Wall e Andy Warhol.
Haunted &eacute; uma exposi&ccedil;&atilde;o que apresenta algumas hip&oacute;teses: ao utilizar dispositivos estil&iacute;sticos datados, ultrapassados, ou quase extintos - seja na tem&aacute;tica ou tecnologia -, a arte encarna um desejo melanc&oacute;lico de retornar a um passado, irrecuper&aacute;vel de outra maneira. O imagin&aacute;rio fotogr&aacute;fico incorporado &agrave; pr&aacute;tica art&iacute;stica recente refor&ccedil;a ainda o poder de reprodu&ccedil;&atilde;o da m&iacute;dia, ao mesmo tempo em que documenta uma obsess&atilde;o generalizada contempor&acirc;nea, tanto individual quanto coletiva, em acessar este passado. 
At&eacute; o dia 06 de setembro, o p&uacute;blico poder&aacute; ver desde exposi&ccedil;&otilde;es de fotografias individuais e s&eacute;ries fotogr&aacute;ficas at&eacute; pinturas e esculturas que incorporam elementos fotogr&aacute;ficos, al&eacute;m v&iacute;deos, performances e instala&ccedil;&otilde;es site-specific, na sele&ccedil;&atilde;o da curadora de Jennifer Blessing. Haunted traz ainda Nat Trotman, como curadora associada.
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HAUNTED: Fotografia Contempor&acirc;nea, V&iacute;deo, Performance 
Museu Guggenheim &ndash; at&eacute; 06 setembro
Quinta Avenida, 89th St, New York, N.Y. 
Tels: 212-423-3500
www.guggenheim.org 


</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Hélio Oiticica - Museu É o Mundo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=61</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120420101643_penetravel.jpg">Depois do susto e da perda causados pelo inc&ecirc;ndio que, no final de 2009, atingiu parte das obras de H&eacute;lio Oiticica (1937-1980), o Instituto Ita&uacute; Cultural promove a maior exposi&ccedil;&atilde;o j&aacute; realizada com seus trabalhos, em S&atilde;o Paulo.&nbsp; &Eacute; uma oportunidade &uacute;nica de ver 100 pe&ccedil;as do artista carioca que marcou para sempre a hist&oacute;ria da arte contempor&acirc;nea do pa&iacute;s. Muitas delas, pouco conhecidas. A exposi&ccedil;&atilde;o H&eacute;lio Oiticica - Museu &Eacute; o Mundo, apresenta textos e trabalhos do artista experimental, marcando tamb&eacute;m os 30 anos de sua morte.

A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; 16 de maio e tem curadoria de C&eacute;sar Oiticica Filho, sobrinho do artista, e Fernando Cocchiarale. A mostra ocupa tr&ecirc;s andares do Instituto, tra&ccedil;ando um panorama dos trabalhos feitos por H&eacute;lio desde o in&iacute;cio do Grupo Frente (n&uacute;cleo do concretismo carioca) at&eacute; os anos 1970. Das 100 pe&ccedil;as, 65 pertencem &agrave; cole&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia. Os destaques v&atilde;o para as 15 B&oacute;lides (caixas), 12 Parangol&eacute;s (capas), oito Penetr&aacute;veis (instala&ccedil;&atilde;o) e uma Cosmococa (instala&ccedil;&otilde;es com proje&ccedil;&atilde;o de fotos e m&uacute;sica). Textos e anota&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;prio Oiticica acompanham as pe&ccedil;as expostas.

Seguindo uma tend&ecirc;ncia contempor&acirc;nea, de valoriza&ccedil;&atilde;o da arte urbana e das interven&ccedil;&otilde;es, a mostra extrapola os limites da galeria. Como diz o pr&oacute;prio t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o, Museu &Eacute; o Mundo. Cinco Penetr&aacute;veis de Oiticica v&atilde;o parar na Casa das Rosas, no Teatro Oficina, na Pinacoteca do Estado, no Parque M&aacute;rio Covas e no Ibirapuera. </description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Tributo a Mario Cravo Neto</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=60</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120420101641_mcn.jpg">Mario Cravo Neto (1947-2009) &eacute; o artista homenageado na abertura do Programa Quarta Dimens&atilde;o, que iniciou no dia 08 de abril o ciclo de exposi&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias no Palacete das Artes Rodin Bahia em 2010, depois da chegada das obras do escultor franc&ecirc;s. O Programa visa estabelecer um di&aacute;logo entre e a obra de Rodin e exposi&ccedil;&otilde;es contempor&acirc;neas, reunindo artistas brasileiros j&aacute; consolidados nacional e internacionalmente. 

A exposi&ccedil;&atilde;o Eternamente Agora &ndash; Um Tributo a Mario Cravo Neto apresenta algumas das principais obras do fot&oacute;grafo, que foi o primeiro artista genuinamente baiano a se consagrar no cen&aacute;rio internacional das artes visuais. Por sua plasticidade, as fotografias de Mario Cravo Neto s&atilde;o quase esculturas. O jogo de luzes e sombras no registro do corpo humano d&aacute; a suas fotos volume, profundidade. Quando aliado &agrave;s refer&ecirc;ncias mitol&oacute;gicas e ic&ocirc;nicas de seus trabalhos, esse jogo faz com que muitos de suas obras estabele&ccedil;am uma rela&ccedil;&atilde;o direta com a escultura, com a tridimensionalidade, criando o di&aacute;logo proposto pelo Programa com a tridimensionalidade de Rodin.
Eternamente Agora, que&nbsp;foi apresentada antes no Instituto Tomie Ohtake, traz ainda esculturas e instala&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de v&iacute;deos e obras audiovisuais de Cravo Neto, faceta sua menos conhecida, mas que representa a experi&ecirc;ncia de hibridismo que caracteriza a arte no s&eacute;culo XXI. A curadoria da mostra &eacute; do tamb&eacute;m fot&oacute;grafo e filho do artista, Christian Cravo. A visita&ccedil;&atilde;o acontece at&eacute; o dia 06 de junho.

Al&eacute;m de Cravo Neto, Jos&eacute; Rezende, Tunga e Walt&eacute;rcio Caldas s&atilde;o os artistas convidados do Programa Quarta Dimens&atilde;o, uma realiza&ccedil;&atilde;o da Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico e Cultural da Bahia. Todos de uma mesma gera&ccedil;&atilde;o, reconhecidos internacionalmente e com trajet&oacute;rias e carreiras que se equivalem, com obras nas principais cole&ccedil;&otilde;es, galerias e museus do mundo.
&nbsp;
Eternamente Agora &ndash; Um Tributo a Mario Cravo Neto
Palacete das Artes Rodin Bahia &ndash; at&eacute; 06 de junho 2010
Rua da Gra&ccedil;a, 284, Gra&ccedil;a, Tel: 71 3117 6983
Visita&ccedil;&atilde;o:&nbsp;de ter&ccedil;a a sexta, das 10h &agrave;s 18h, domingos e feriados, das 13h &agrave;s 17h. Gr&aacute;tis.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Marcelo Silveira participa pela primeira vez da Bienal de SP</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=59</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/060420100306_silveira_colagens.jpg">Marcelo Silveira vai levar a um dos principais eventos das artes visuais do pa&iacute;s um imenso tronco de &aacute;rvore de cajacatinga, que h&aacute; aproximadamente 70 anos desabou sobre o terreno do engenho onde o artista cresceu com sua fam&iacute;lia, em Gravat&aacute;, no Agreste de Pernambuco. Marcelo foi um dos primeiros nomes anunciados para participar da Bienal de S&atilde;o Paulo, com uma obra que vai ocupar 35m&sup2; de ch&atilde;o do pavilh&atilde;o, com 4m de di&acirc;metro na base, 7m de comprimento e quase 1 tonelada. Esta ser&aacute; a primeira vez que Marcelo, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria, participa da Bienal.
A Cajacatinga de Marcelo Silveira, &aacute;rvore conhecida da paisagem do interior de Pernambuco, &eacute; quase uma rel&iacute;quia de fam&iacute;lia, uma pe&ccedil;a hist&oacute;rica, que sofreu interven&ccedil;&otilde;es do artista para ser apresentada na exposi&ccedil;&atilde;o. Ela que deve estar finalizada em junho, ap&oacute;s o processo criativo que est&aacute; envolvendo o trabalho de mais de 20 pessoas, no ateli&ecirc; montado em Gravat&aacute;. Os trabalhos de Silveira - que tem a madeira como principal elemento -, passeiam tamb&eacute;m pela escultura, pintura, desenho e instala&ccedil;&atilde;o, confirmando em seu estilo o hibridismo caracter&iacute;stico da arte produzida no s&eacute;culo XXI. &ldquo;Embora se deixe, em contato ligeiro, classificar como escultura, parte significativa dela (sua produ&ccedil;&atilde;o) n&atilde;o cabe nas conven&ccedil;&otilde;es que demarcam o campo escult&oacute;rico, esgar&ccedil;ando mais ainda as fronteiras, h&aacute; muito j&aacute; fr&aacute;geis, que o apartam dos campos da pintura, do desenho ou da instala&ccedil;&atilde;o&rdquo;, escreveu o pr&oacute;prio Moacir dos Anjos, em um dos textos que integrou o cat&aacute;logo de uma das mais importantes exposi&ccedil;&otilde;es de Marcelo, Armaz&eacute;m do Tudo (2004). Al&eacute;m desse trabalho, ele tamb&eacute;m vai participar do evento com uma composi&ccedil;&atilde;o de colagens em preto-e-branco, fruto da experi&ecirc;ncia que realizou no ano passado, no projeto Revistas.

A 29&ordf; Bienal de SP vai reunir cerca de 120 artistas, nacionais e estrangeiros, entre os dias 21 de setembro e 12 de dezembro, no pavilh&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o Bienal de S&atilde;o Paulo, no Parque do Ibirapuera. &nbsp;Este ano, traz como tema &ldquo;H&aacute; sempre um copo de mar para um homem navegar&rdquo; (verso do poeta alagoano Jorge de Lima) e um novo curador-geral, o tamb&eacute;m pernambucano Moacyr dos Anjos, ex-diretor do Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (MAMAM), de Recife. Ao lado de Agnaldo Farias, Moacir coordena a equipe curatorial formada pelas espanholas Rina Carvajal e Chus Martinez, o sul-africano Sarat Maharaj, o angolano Fernando Alvim e a japonesa Yuko Hasegawa.
Este ano, Marcelo Silveira tamb&eacute;m foi convidado a compor o Conselho Curatorial do Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (MAMAM), que abriu recentemente suas portas em Recife, ap&oacute;s dois anos em reforma. Al&eacute;m do artista pernambucano, mais tr&ecirc;s profissionais fazem parte deste conselho: Andr&eacute;s Hernandez (SP) - curador independente e diretor executivo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo, desde 1998; Beth da Matta (PE) &ndash; artista pl&aacute;stica e diretora do MAMAM; e Ricardo Resende (RJ) &ndash; diretor de Artes Visuais da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional das Artes (FUNARTE).</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Braz Marinho realiza exposições e oficina em Recife e João Pessoa </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=58</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/060420101325_divulgation_2_053.jpg">Os meses de abril e maio ser&atilde;o intensos para Braz Marinho. Neste per&iacute;odo, o artista representado pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, vai ministrar oficina sobre tridimensionalidade e escultura, na Para&iacute;ba, e realizar duas exposi&ccedil;&otilde;es em Pernambuco: um projeto de site specific, Divulgation, no Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (Mamam), e uma exposi&ccedil;&atilde;o individual, Cromo Somos, no Instituto de Arte Contempor&acirc;nea (IAC), da Universidade Federal de Pernambuco. No ano passado, Salvador tamb&eacute;m recebeu uma mostra individual de Braz, quando ele participou da Casa Cor Bahia, no Espa&ccedil;o Galeria de Arte, organizado pela Fabio Pena Cal. 
&nbsp;
No pr&oacute;ximo dia&nbsp;16 de abril, Braz Marinho apresenta Divulgation, um site specific que marca a abertura do calend&aacute;rio expositivo do anexo do Museu de Arte Moderna Alo&iacute;sio Magalh&atilde;es (Mamam), um equipamento cultural da Prefeitura de Recife. Braz foi um dos seis artistas escolhidos na convoca&ccedil;&atilde;o para ocupa&ccedil;&atilde;o de pautas do projeto Mamam no P&aacute;tio, pela comiss&atilde;o de sele&ccedil;&atilde;o composta por Ricardo Rezende (diretor de Artes Visuais da FUNARTE), Andr&eacute;s Hernandez (diretor executivo do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo), Diogo Tod&eacute; (artista visual), Marcelo Silveira (artista Visual) e Beth da Matta (diretora do MAMAM).&nbsp;Eles selecionaram dois artistas para a realiza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncias, um para performance e tr&ecirc;s para exposi&ccedil;&atilde;o. Braz Marinho &eacute; o primeiro deles.
&nbsp;
Ainda em abril, nos dias 21 a 23, Braz vai participar doProjeto H&eacute;lio Oiticica - Jackson Ribeiro, do neoconcreto &agrave; arte p&uacute;blica , ministrando a oficina Obra tridimensional ou escultura? 2. Esse projeto &eacute; uma iniciativa da Funda&ccedil;&atilde;o Ormeo Junqueira Botelho, que vai acontecer na&nbsp;Usina Cultural Energisa, em Jo&atilde;o Pessoa,&nbsp;com a proposta de discutir e difundir a vida e&nbsp;a obra do artista paraibano Jackson Ribeiro e sua colabora&ccedil;&atilde;o, nos anos 60-70, com o artista carioca H&eacute;lio Oiticica. O projeto visa estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o entre esses dois artistas, considerados seminais para a arte brasileira da segunda metade do s&eacute;culo XX, revelando a contribui&ccedil;&atilde;o de Jackson Ribeiro, um artista pouco conhecido. A oficina ministrada por Braz acontece de 21 a 23/04 | 9h &agrave;s 12h | Usina Cultural Energisa/ Sala Digital. &nbsp;A programa&ccedil;&atilde;o completa do projeto pode ser acessada no endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico, www.jacksonribeiro.com.br.
&nbsp;
Em maio, por fim, &eacute; chegado o momento de Braz Marinho apresentar mais uma vez o seu trabalho, na exposi&ccedil;&atilde;o individual CromoSomos, no Instituto de Arte Contempor&acirc;nea (IAC), da UFPE. O artista vai apresentar neste espa&ccedil;o esculturas e objetos de cenas do v&iacute;deo Auge do Al&ocirc;pro.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Caravaggio em Roma</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=56</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/120320101115_bacco_caravaggio.jpg">O anivers&aacute;rio de 400 anos da morte de um dos maiores pintores italianos, Michelangelo Merisi, o Caravaggio (1571-1610), &eacute; relembrando em Roma com uma s&eacute;rie de atividades e exposi&ccedil;&otilde;es. Talvez uma das mais importantes delas seja justamente Caravaggio, mostra que leva o nome do artista e fica em cartaz at&eacute; o dia 13 de junho de 2010, na Scuderie del Quirinale. A exposi&ccedil;&atilde;o, uma das maiores j&aacute; realizadas em torno da obra de Caravaggio, apresenta 30 obras selecionadas cuidadosamente, ap&oacute;s uma pesquisa meticulosa, que comprovou a autenticidade das pe&ccedil;as e sua data de realiza&ccedil;&atilde;o. 

Caravaggio era um mestre em iluminar em meio &agrave; escurid&atilde;o. Como poucos, ele marcou com sua t&eacute;cnica e seu estilo a hist&oacute;ria da arte mundial. Nesta mostra, est&atilde;o expostas obras provenientes dos mais prestigiados museus do mundo (como o Metropolitan de Nova York, a Galeria Nacional de Londres, a Pinacoteca Ambrosiana de Mil&atilde;o, entre outros), num evento que pretende ainda levantar um importante debate acerca do seu trabalho. Al&eacute;m de examinar o seu reconhecido estilo, a exposi&ccedil;&atilde;o reacende a controv&eacute;rsia em torno da forma de produ&ccedil;&atilde;o de Caravaggio - se ele trabalhava sozinho, ou com outros artistas. Por isso, tamb&eacute;m se justifica o cuidado na confirma&ccedil;&atilde;o da autoria das pe&ccedil;as expostas. Est&atilde;o &agrave; mostra apenas obras com autenticidade comprovada.

Pol&ecirc;micas a parte, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas do talento e da import&acirc;ncia de Caravaggio na hist&oacute;ria da arte. Visitar esta exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma ocasi&atilde;o imperd&iacute;vel para admirar o breve e impressionante percurso art&iacute;stico de um aut&ecirc;ntico g&ecirc;nio da pintura. 

Caravaggio
Scuderie del Quirinale &ndash; at&eacute; 13 de junho
(Rua XXIV de Maio, 16, Roma, It&aacute;lia). 
Visita&ccedil;&atilde;o: Domingo a quinta, das 10h &agrave;s 20h, sexta e s&aacute;bado, at&eacute; 22h30.
Ingresso: 10 Euros </description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Arte Baiana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=55</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320101848_esculturamab.jpg">Uma exposi&ccedil;&atilde;o com trabalhos de 30 importantes artistas baianos comemora o 90&ordm; anivers&aacute;rio do Museu de Arte da Bahia (MAB). Obras de Genaro de Carvalho, Mario Cravo Junior, Carlos Bastos, Rubem Valentim, Lygia Sampaio, Jenner Augusto, Sante Scaldaferri, Calazans, Tati Moreno e Caryb&eacute;, todas do acervo da Ag&ecirc;ncia de Fomento do Estado &ndash; Desenbahia, estar&atilde;o expostas no MAB, na mostra Revisitando um Acervo de Arte Baiana, em cartaz at&eacute; abril de 2010. O projeto tem curadoria da diretora do museu, Sylvia Athayde, e apresenta cerca de 70 pe&ccedil;as.
S&atilde;o telas a &oacute;leo, gravuras, tape&ccedil;arias, esculturas em bronze, a&ccedil;o e lat&atilde;o distribu&iacute;das em tr&ecirc;s ambientes. O primeiro &eacute; dedicado &agrave;s esculturas. O segundo inclui obras do grupo dos artistas que iniciaram o movimento modernista na Bahia. No terceiro, est&aacute; a sala dedicada aos artistas contempor&acirc;neos. Todas estas pe&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o eram vistas apenas por visitantes do &oacute;rg&atilde;o do governo. Agora, elas est&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico em geral, que pode apreciar um verdadeiro panorama das artes baianas, com o desenvolvimento das t&eacute;cnicas e linguagens atrav&eacute;s dos tempos.
&nbsp;
Revisitando um Acervo de Arte Baiana &ndash; Cole&ccedil;&atilde;o Desenbahia
Museu de Arte da Bahia &ndash; at&eacute; abril de 2010
Avenida Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vit&oacute;ria, Salvador. Tel: (71) 3117-6903.
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a sexta, das 14h &agrave;s 19h; finais de semana e feriados, das 14h30 &agrave;s 18h30, 
Gratuito
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Warhol: Mr. America</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=54</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320100846_andy-warhol-mr-america-exposicion-buenos-aires-expo.jpg">A partir do dia 20 de mar&ccedil;o, na Esta&ccedil;&atilde;o Pinacoteca, em S&atilde;o Paulo, o p&uacute;blico brasileiro vai poder conferir a maior exposi&ccedil;&atilde;o na Am&eacute;rica Latina dedicada ao principal &iacute;cone da arte contempor&acirc;nea. Andy Warhol, Mr. America apresenta 169 obras (26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotografias, 44 filmes e duas instala&ccedil;&otilde;es) produzidas entre 1961 e 1968 na famosa Factory, em Nova York &ndash; um misto de ateli&ecirc;, est&uacute;dio, espa&ccedil;o para festas e ponto de encontro de seus amigos, importantes artistas e celebridades da &eacute;poca.

Antes de chegar ao Brasil, a exposi&ccedil;&atilde;o que fica em cartaz at&eacute; o dia 23 de maio passou por Bogot&aacute;, na Col&ocirc;mbia, e por Buenos Aires, na Argentina, apresentando algumas das mais conhecidas obras de Warhol, como os retratos de Marilyn Monroe, as latas de sopa Campbell's, e os filmes chamados de Screen Tests (Testes de Tela), com famosos em close, em momentos de intimidade, entre eles, est&atilde;o os m&uacute;sicos Bob Dylan e Lou Reed, e a modelo Edie Sedgwick. Todas as pe&ccedil;as vieram do Museu de Pittsburgh, nos Estados Unidos, cidade natal do artista, selecionadas pelo curador Philip Larratt-Smith, que tem uma foto sua, na mostra.

Em Buenos Aires, Andy Warhol, Mr. America formou longas filas durante toda a temporada em que esteve em cartaz, no Museu de Arte Latino-Americana (Malba). Cerca de 200 mil pessoas visitaram a exposi&ccedil;&atilde;o nos quatro meses de dura&ccedil;&atilde;o da mostra. L&aacute;, puderam entender um pouco mais porque Warhol era t&atilde;o &agrave; frente de sua &eacute;poca, e t&atilde;o atual nos dias de hoje, ao captar e reproduzir com sua arte a for&ccedil;a da sociedade de consumo, o culto &agrave; celebridade e exibi&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica da vida pessoal.
Andy Warhol, Mr. America 
Esta&ccedil;&atilde;o Pinacoteca &ndash; at&eacute; 23 de maio
(Largo General Os&oacute;rio, 66, Centro, S&atilde;o Paulo, SP, Tel. 0++/11/3335-4990). 
Visita&ccedil;&atilde;o: De ter&ccedil;a a dom., das 10h &agrave;s 18h. R$ 6,00. Gr&aacute;tis aos s&aacute;bados.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Art Dubai 2010 e o rico mercado de arte da Índia.</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=53</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320100812_art-mecca-in-dubai_15372.jpg">De 17 a 20 de mar&ccedil;o acontece a Art Dubai 2010, uma das mais importantes feiras de arte contempor&acirc;nea do mundo. Nesta &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o, o evento conta com a participa&ccedil;&atilde;o de 70 galerias de 30 pa&iacute;ses e v&aacute;rios eventos paralelos. Nos &uacute;ltimos anos, a Art Dubai se tornou um espa&ccedil;o importante para colecionadores, artistas, curadores, profissionais envolvidos com as artes e investidores interessados no crescimento dos chamados pa&iacute;ses emergentes, em que constam, al&eacute;m da &Iacute;ndia, o Brasil, a R&uacute;ssia e a China.
A Art Dubai reflete as contradi&ccedil;&otilde;es do pa&iacute;s onde &eacute; sediada, a &Iacute;ndia, dividida entre a contemporaneidade e a tradi&ccedil;&atilde;o, entre a extrema pobreza de seu povo e a suntuosidade dos arranha c&eacute;us luxuosos, com seus sheiks do petr&oacute;leo. Mas &eacute; justamente neste lado, da riqueza, que se explica o boom da arte indiana.
O progresso da arte contempor&acirc;nea indiana &eacute; impressionante: em janeiro de 2008, o &iacute;ndice dos pre&ccedil;os das obras apresentou um crescimento de 830%, medido ao longo desta d&eacute;cada. Para se ter uma id&eacute;ia, em 2001, o mercado indiano movimentou US$ 2,3 milh&otilde;es; em 2006, chegou a movimentar US$ 140 milh&otilde;es.
Este fen&ocirc;meno come&ccedil;ou por volta de 2005, quando indianos ricos que moravam fora do pa&iacute;s come&ccedil;aram investir e valorizar o trabalho de artistas conterr&acirc;neos. Hoje em dia, a procura &eacute; mundial e crescente, alimentada por um clima especulativo, com oportunidades de expans&atilde;o e r&aacute;pida negocia&ccedil;&atilde;o. As novas estrelas da arte indiana s&atilde;o disputadas em Hong-Kong, Duba&iuml;, Londres, Nova Iorque, Nova Deli e Paris. Entre eles, est&atilde;o estrelas medi&aacute;ticas, como Anish Kapoor e Subodh Gupta, este &uacute;ltimo, com trabalhos em exposi&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 04 de abril no SESC Pompeia, em S&atilde;o Paulo, na mostra Urban Manners 2 &ndash; Artistas Contempor&acirc;neos da &Iacute;ndia. Gupta, de 44 anos, era um desconhecido nas vendas internacionais at&eacute; tr&ecirc;s anos atr&aacute;s. Hoje &eacute; considerado pela sua notoriedade como o Damien Hirst indiano (em refer&ecirc;ncia ao maior sucesso do mercado de arte brit&acirc;nico, que movimenta grandes cifras).
Mas o mais caro artista contempor&acirc;neo da &Iacute;ndia &eacute; atualmente Anish Kapoor, nascido em 1954. No mercado h&aacute; cerca de vinte anos, ele deslanchou a sua carreira internacional em 2006, quando a Sotheby&rsquo;s (galeria e empresa inglesa especializada em exposi&ccedil;&otilde;es, leil&otilde;es e vendas) leiloou uma escultura sua por 2 milh&otilde;es de d&oacute;lares, cinco vezes mais do que a sua estimativa inicial. Desde ent&atilde;o, Kapoor fez outras cinco vendas milion&aacute;rias em torno de 2,5 milh&otilde;es de d&oacute;lares. No entanto, nem todas as suas obras s&atilde;o inacess&iacute;veis: existem pequenas esculturas suas, produzidas em s&eacute;rie limitada, que t&ecirc;m valor entre 3.000 e 10.000 euros.
At&eacute; nomes hist&oacute;ricos da &Iacute;ndia se beneficiaram dessa movimenta&ccedil;&atilde;o: os recordes de valores unit&aacute;rios para venda de obras indianas pertencem &agrave;s pinturas Birth, de Francis Newton Souza (1924-2002), e La Terre, de Sayed Haider Raza, 87 anos, vendidas em 2008 a US$ 2,5 milh&otilde;es cada uma. No Brasil, apenas uma galeria, a paulistana Nara Roesler, representa uma artista indiana no pa&iacute;s, Sutapa Biswas, radicada em Londres. Al&eacute;m dela, a Galeria Leme, tamb&eacute;m de S&atilde;o Paulo, acertou recentemente uma parceria com a Maskara, galeria sediada em Mumbai.
Fontes: ArtTactic, Optimize, Bravo
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pintura, performance e engajamento de Leonel Mattos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=52</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/110320100809_290720090936_40_leonel_mattos.jpg">Leonel Mattos ganhou recentemente destaque na imprensa nacional por sua arte e por sua postura diante dela: sempre pol&iacute;tica e questionadora. &ldquo;Prefiro expor na Feira de S&atilde;o Joaquim &agrave; Bienal de Veneza&rdquo;, declarou, em fevereiro deste ano, &agrave; rep&oacute;ter da Isto &Eacute;, em mat&eacute;ria que repercutia o tema da Bienal de S&atilde;o Paulo de 2010: arte e pol&iacute;tica. Suas pinturas - que invadem a cidade, em &aacute;rvores, muros, igrejas e, recentente, ganharam corpos humanos como suporte - t&ecirc;m car&aacute;ter perform&aacute;tico e forte conte&uacute;do pol&iacute;tico-social, gra&ccedil;as ao engajamento e &agrave; pr&oacute;pria vida do artista. 

Leonel Mattos nasceu em Coarac&iacute;, Bahia, em 1955. Iniciou sua atividade art&iacute;stica em 1971 e foi um dos primeiros baianos a realizar interven&ccedil;&otilde;es urbanas. Em dezembro de 2009, ele abriu a exposi&ccedil;&atilde;o 2.234, da qual foi idealizador e curador, ao lado do tamb&eacute;m artista pl&aacute;stico Gustavo Moreno. O t&iacute;tulo, 2.234, &eacute; uma refer&ecirc;ncia ao n&uacute;mero de mortes ocorridas em Salvador e Regi&atilde;o Metropolitana de Salvador no ano de 2008. A exposi&ccedil;&atilde;o aborda o tema da viol&ecirc;ncia de uma maneira ao mesmo tempo local e global. Mobilizando 125 artistas de v&aacute;rios estados do Brasil e do exterior em torno de um movimento pela paz, 2.234 vai passar por seis cidades brasileiras. Este projeto marca a cotinuidade da exposi&ccedil;&atilde;o Ex-Pistols (ex-pistolas) montada em Trieste, na It&aacute;lia, em novembro de 2008, da qual participaram Gustavo Moreno e Roney George, representando a Bahia.

Antes, Leonel j&aacute; havia se envolvido em outro projeto bastante contundente. A premiada exposi&ccedil;&atilde;o Caixa Preta foi realizada a partir de sua passagem pela Penitenci&aacute;ria Estadual Lemos de Brito, onde o artista conviveu com presos para os quais acabou promovendo oficinas de artes. Caixa Preta, que &eacute; uma &nbsp;instala&ccedil;&atilde;o resultado deste per&iacute;odo, foi apresentada no Museu de Arte Moderna da Bahia em 2004.

Sua vida e sua obra ilustram o document&aacute;rio Leonel Mattos a 24 quadros por segundo, premiado em concurso do Minist&eacute;rio da Cultura (MINC), realizado por Tuna Espinheira e apresentado durante a Jornada Internacional de Cinema da Bahia, em setembro de 2009. Tuna &eacute; o mesmo cineasta que produziu em 2000 o curta-metragem O Bruxo Bel Borba, vencedor do XI Cine Cear&aacute; (Fortaleza). Leonel &eacute; ainda vencedor de sete pr&ecirc;mios importantes em v&aacute;rios sal&otilde;es de arte do Brasil, representou o pa&iacute;s em Paris, a convite do Museu de Arte de S&atilde;o Paulo (MASP), e realizou diversas exposi&ccedil;&otilde;es individuais e coletivas em museus, galerias, sal&otilde;es e bienais no Brasil e no exterior.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Van Doesburg e a Vanguarda</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=51</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180220101247_van_doesburg.jpg">A Tate Modern apresenta pela primeira vez no Reino Unido uma grande exposi&ccedil;&atilde;o de Theo Van Doesburg (1883-1931), artista holand&ecirc;s que foi figura central da vanguarda art&iacute;stica europ&eacute;ia. At&eacute; o dia 16 maio o p&uacute;blico vai poder conhecer o trabalho de Van Doesburg, que unia arte, design e texto, e fundou o movimento art&iacute;stico e a revista &ldquo;De Stijl&rdquo;. A mostra de Van Doesburg faz parte de uma s&eacute;rie de exposi&ccedil;&otilde;es voltada a explorar os diferentes aspectos do modernismo, concebido por Vicente Todol&iacute;, diretor da Tate Modern.
O &ldquo;De Stijl&rdquo; foi um movimento art&iacute;stico de pintores, arquitetos e projetistas que procuravam construir uma nova sociedade, ao final da I Guerra Mundial. O movimento defendia um estilo internacional de arte e design, com base em uma geometria rigorosa composta por horizontais e verticais. Van Doesburg viajou exaustivamente na Europa na d&eacute;cada de 1920, fazendo contatos e colaborando com a avant-garde da &eacute;poca. A exposi&ccedil;&atilde;o na Tate Modern explora o papel Doesburg como promotor de neoplasticismo holand&ecirc;s, seus esfor&ccedil;os para influenciar a Bauhaus, suas liga&ccedil;&otilde;es com construtivistas internacionais e a cria&ccedil;&atilde;o do grupo de Arte Concreta.
A exposi&ccedil;&atilde;o inclui ainda mais de 350 obras de artistas fundamentais como Jean Arp, Constantin Brancusi, L&aacute;szl&oacute; Moholy-Nagy, Piet Mondrian, Francis Picabia, Gerrit Rietveld, Kurt Schwitters, Taeuber Sophie e apresenta composi&ccedil;&otilde;es pouco conhecidas de Van Doesburg, como as pinturas e desenhos para o Aubette Caf&eacute;, em Estrasburgo, mobili&aacute;rio, como a Red ic&ocirc;nico Rietveld's Blue-presidente, assim como a tipografia, revistas, vitrais, cinema, m&uacute;sica, escultura, entre outros. A curadoria &eacute; de Gladys Fabre, curador independente, e Todol&iacute; Vicente, diretor da Tate Modern.
Van Doesburg e a Vanguarda Internacional 
Tate Modern &ndash; at&eacute; 16 maio
Bankside, Londres SE1 9TG, Inglaterra (Internacional +44 20 7887 8008)
Visita&ccedil;&atilde;o: domingo a quinta, das 10h &agrave;s 18h, sexta e s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 22h.
Ingressos: 10 Euros
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte contemporânea da Índia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=50</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180220101243_urban_manners.jpg">Depois de sua primeira edi&ccedil;&atilde;o em Mil&atilde;o, em 2007, chega ao Brasil Urban Manners 2 - Artistas Contempor&acirc;neos da &Iacute;ndia, em cartaz no SESC Pomp&eacute;ia, em S&atilde;o Paulo. A exposi&ccedil;&atilde;o oferece ao p&uacute;blico brasileiro uma mostra da produ&ccedil;&atilde;o de arte contempor&acirc;nea da &Iacute;ndia, cena que movimenta 140 milh&otilde;es de d&oacute;lares por ano e &eacute; a aposta dos galeristas no mundo todo. 

Urban Manners 2 re&uacute;ne trabalhos de onze representantes do pa&iacute;s asi&aacute;tico, incluindo os expoentes Subodh Gupta e Jitish Kallat, com curadoria de Adelina von F&uuml;rstenberg e Peter Nagy. Na mostra, obras como a instala&ccedil;&atilde;o Hungry God (Deus Faminto), feita por Gupta com utens&iacute;lios de cozinha, Aquasaurus, de Kallat, uma escultura h&iacute;brido de caminh&atilde;o-pipa e esqueleto de animal pr&eacute;-hist&oacute;rico, e Artist Making Local Call (Artista Fazendo Chamada Local), tamb&eacute;m de Kallat, um painel fotogr&aacute;fico de dez metros de largura com um panorama algo ca&oacute;tico de uma metr&oacute;pole indiana.
Urban Manners 2 - Artistas Contempor&acirc;neos da &Iacute;ndia. 
SESC Pomp&eacute;ia &ndash; at&eacute; 04 de abril
Rua Cl&eacute;lia, 93, Pomp&eacute;ia, S&atilde;o Paulo. Tel: (11) 3871-7700.
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 21h; domingo, das 10h &agrave;s 20h. 
Entrada Franca
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>O Faustus de José Rufino</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=49</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/180220101236_faustus.jpg">Faustus, do artista paraibano Jos&eacute; Rufino, inaugura o calend&aacute;rio anual de exposi&ccedil;&otilde;es do Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, em Salvador, que &eacute; reaberto ao p&uacute;blico com uma nova proposta de ocupa&ccedil;&atilde;o. Faustus foi concebido especialmente para o Pal&aacute;cio, um enorme fragmento de esqueleto humano com ossos formados por m&oacute;veis antigos e gesso. A obra nos remete tanto &agrave;s escava&ccedil;&otilde;es palenteol&oacute;gicas e &agrave;s aulas de biologia, quanto ao pr&oacute;prio acervo do Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o, formado por mobili&aacute;rio e objetos decorativos, afrescos e pinturas. 

A exposi&ccedil;&atilde;o de Jos&eacute; Rufino marca ainda a voca&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o para mostras de processos criativos e projetos de site-specifics. As obras expostas se relacionar&atilde;o diretamente com os aspectos f&iacute;sicos e/ou conceituais do casar&atilde;o e seu entorno. Depois de Rufino, passar&atilde;o pelo Pal&aacute;cio artistas do porte de Tunga, Carlito Carvalhosa e Eder Santos, al&eacute;m do projeto &ldquo;Luanda: Suave e Fren&eacute;tica 2&rdquo;, que vai contar com 17 artistas africanos contempor&acirc;neos em processos de resid&ecirc;ncia.
Faustus | de Jos&eacute; Rufino
Pal&aacute;cio da Aclama&ccedil;&atilde;o &ndash; at&eacute; 14 de mar&ccedil;o
Av. Sete de Setembro, 1.330, Campo Grande, Salvador, Bahia. Tel: (71) 3117-6051
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a sexta-feira, das 10 &agrave;s 18h; fins de semana e feriados, das 13h &agrave;s 17h. 
Entrada Franca
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A estética arredondada de Eliana Kertész</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=48</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/100220102045_020920091848_eliana_kertesz_2.jpg">A artista pl&aacute;stica baiana Eliana Kert&eacute;sz se posiciona no cen&aacute;rio art&iacute;stico brasileiro pela for&ccedil;a criativa e pela coer&ecirc;ncia de uma est&eacute;tica pr&oacute;pria, marcada pelo contraponto &agrave; tend&ecirc;ncia contempor&acirc;nea da magreza. Seja em barro, bronze, resina, fibra, alum&iacute;nio ou pedra, a arte de Eliana &eacute; arredondada: &ldquo;Volumes, curvas, abund&acirc;ncia, exagero e fartura. Assim que nascem minhas gordas. S&atilde;o generosas, sensuais e extravagantes&rdquo;, explica a artista representada pela galeria Fabio Pena Cal.
&nbsp;
Eliana Kert&eacute;sz faz de sua vis&atilde;o est&eacute;tica um manifesto &agrave; ditadura cruel da beleza associada ao magro. H&aacute; cerca de dois anos, Eliana apresentou sua produ&ccedil;&atilde;o em esculturas em S&atilde;o Paulo, composta por&nbsp;cerca de 20 das suas pe&ccedil;as em bronze e resina, na Galeria Spazio Surreale, nos Jardins.
Entre as &uacute;ltimas exposi&ccedil;&otilde;es e pr&ecirc;mios de Eliana Kert&eacute;sz, est&atilde;o a V Bienale di Roma (2004), onde recebeu a terceira coloca&ccedil;&atilde;o na categoria esculturas; os 10 anos de Escultura, em Salvador, e na Costa do Sau&iacute;pe; o Pr&ecirc;mio Primavera, em S&atilde;o Paulo; e o Arte Salvador 450 anos, em Portugal e China. Recentemente o Selo Editorial Rodin Bahia lan&ccedil;ou a obra &ldquo;Gordas&rdquo;, de Eliana Kert&eacute;sz, sobre a vida e o trabalho da artista. &Eacute; de Eliana tamb&eacute;m o monumento &ldquo;As meninas do Brasil&rdquo; - uma homenagem &agrave;s tr&ecirc;s ra&ccedil;as do Brasil (negra, branca e &iacute;ndia), que desde dezembro de 2004 est&aacute; expostos em Ondina, Salvador.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>José Patrício: O Número</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=47</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200120101853_colecao_-_detalhe.jpg">O&nbsp;artista pernambucano Jos&eacute; Patr&iacute;cio, representado em Salvador pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, apresenta na CAIXA Cultural Rio de&nbsp;Janeiro a exposi&ccedil;&atilde;o Jos&eacute; Patr&iacute;cio: O N&uacute;mero. Ao todo, ser&atilde;o expostas 12 obras produzidas pelo artista entre 2004 e 2009, reunidas pelo curador Paulo Herkenhoff. A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; 07 de mar&ccedil;o, com entrada franca.
Com quase 30 anos de pesquisa criativa e experimenta&ccedil;&otilde;es est&eacute;ticas, Jos&eacute; Patr&iacute;cio &eacute; um importante representante da arte contempor&acirc;nea nacional. Nesta exposi&ccedil;&atilde;o, partindo da apropria&ccedil;&atilde;o de objetos do cotidiano, e incorporando-os &agrave; experi&ecirc;ncia art&iacute;stica, Jos&eacute; Patr&iacute;cio centra-se na id&eacute;ia de n&uacute;mero e debru&ccedil;a-se sobre o signo, a representa&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero, a quantifica&ccedil;&atilde;o, a geometria, a espacializa&ccedil;&atilde;o, a abstra&ccedil;&atilde;o, o tempo, a serializa&ccedil;&atilde;o e o jogo.
&ldquo;A arte de Jos&eacute; Patr&iacute;cio, como as t&eacute;cnicas matem&aacute;ticas diante da t&eacute;cnica log&iacute;stica, aspira &agrave; autonomia. (...) Ele n&atilde;o se prop&otilde;e a &ldquo;revelar verdades essenciais sobre a matem&aacute;tica&rdquo;, mas ativ&aacute;-la pela po&eacute;tica do n&uacute;mero. Age na hiper-rela&ccedil;&atilde;o de um jogo de jogos em busca de conceito&rdquo;, disse o curador, Paulo Herkenhoff, sobre a exposi&ccedil;&atilde;o Jos&eacute; Patr&iacute;cio: O N&uacute;mero.
Entre os destaques da mostra est&aacute; a obra Expans&atilde;o M&uacute;ltipla (2008), apresentada pela primeira vez no Brasil, depois de participar de exposi&ccedil;&atilde;o no Pharos Centre for Contempoary Art, no Chipre. Trata-se de uma instala&ccedil;&atilde;o na parede, onde o artista posiciona pe&ccedil;as de domin&oacute;s em forma de adesivos nas cores preto e branco.
Tamb&eacute;m faz parte da exposi&ccedil;&atilde;o Cole&ccedil;&atilde;o (2005), com 6.274 bot&otilde;es, que, segundo o curador, &ldquo;prop&otilde;e a justeza entre ac&uacute;mulo, taxonomia, nomea&ccedil;&atilde;o e n&uacute;mero. Na empiria do n&uacute;mero, sua representa&ccedil;&atilde;o, o pr&eacute;-n&uacute;mero, a abstra&ccedil;&atilde;o, a quantifica&ccedil;&atilde;o, o espa&ccedil;o e o tempo agitam um sistema de signos&rdquo;. J&aacute; O Encarnado e O Azul, tamb&eacute;m de 2005, tratam da mesma quest&atilde;o, dessa vez utilizando 6.382 bot&otilde;es e tinta acr&iacute;lica sobre tela sobre madeira.
Tamb&eacute;m participam da exposi&ccedil;&atilde;o Vanitas (Espiral) (2009), pe&ccedil;as de quebra-cabe&ccedil;as de pl&aacute;stico sobre madeira; Imagem V (2004), 6.272 cubos de resina sobre acr&iacute;lico; Monocrom&aacute;tico (2005), 6.272 pregos sobre mdf, esmalte, acr&iacute;lico; Piercing V. Progress&atilde;o Crom&aacute;tica (2005), 6.272 alfinetes sobre cart&atilde;o de espuma em caixa de acr&iacute;lico; Tachas (2005), 6.272 tachas de cobre sobre mdf em caixa de acr&iacute;lico.
Completando a mostra,&nbsp; estar&atilde;o expostas tr&ecirc;s obras com dados e pregos: Dados em Progress&atilde;o Crescente (2007), 46.872 Pregos &ndash; Crescente (2008), 46.872 Pregos &ndash; Decrescente (2008).

SERVI&Ccedil;O:
Jos&eacute; Patr&iacute;cio: o N&uacute;mero 
CAIXA Cultural Rio de Janeiro &ndash; At&eacute; 07 de mar&ccedil;o de 2010
Av. Almirante Barroso, 25, Centro, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2544-4080
Abertura: dia 25 de janeiro, &agrave;s 19h (para convidados e imprensa)
Visita&ccedil;&atilde;o: de ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 22h; domingo, das 10h &agrave;s 21h). Entrada franca
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Vida Moderna de Edward Hopper</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=45</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100159_hopper.jpg">A arte moderna americana do in&iacute;cio do s&eacute;culo XX sempre foi associada na Europa a um artista em particular: Edward Hopper (1882-1967). Suas pinturas a &oacute;leo que apresentam ruas, paisagens e edif&iacute;cios vazios ou figuras solit&aacute;rias em um desolado ambiente urbano s&atilde;o destaque da exposi&ccedil;&atilde;o Modern Life - Edward Hopper and His Time (Vida Moderna &ndash; Edward Hopper e seu Tempo), em cartaz na Kunsthall Rotterdam, na Holanda, at&eacute; o dia 17 de janeiro de 2010.

Os lugares descritos por Hopper em suas pinturas continuam a moldar a nossa imagem da Am&eacute;rica. Na sala espa&ccedil;osa luz do Kunsthall, a exposi&ccedil;&atilde;o Vida Moderna apresenta oito das principais obras de Hopper, juntamente com mais de noventa obras da cole&ccedil;&atilde;o do Museu Whitney de Arte Moderna de Nova York. O destaque da exposi&ccedil;&atilde;o que foi elaborada pelo Museu Whitney de Arte Americana, em Nova York como parte da comemora&ccedil;&atilde;o dos 400 anos Nova York (1609 - 2009) &eacute; que, pela primeira vez, o trabalho de Hopper ser&aacute; apresentado ao lado de outros artistas contempor&acirc;neos ao artista, contextualizando sua cria&ccedil;&atilde;o. Fazem parte da mostra artistas como Georgia O'Keeffe, Charles Sheeler, Man Ray, Lyonel Feininger, Wood Grant e Alfred Stieglitz. Atrav&eacute;s de pinturas, obras sobre papel, esculturas e fotografias, a exposi&ccedil;&atilde;o apresenta um belo retrato do desenvolvimento da arte moderna nos EUA e lan&ccedil;a nova luz sobre a obra de Hopper.&nbsp; Depois de Rotterdam a exposi&ccedil;&atilde;o viaja para a Galeria Ufizzi, em Floren&ccedil;a, It&aacute;lia.

Modern Life - Edward Hopper and His Time
Kunsthall Rotterdam (Holanda) - At&eacute; 17 de janeiro de 2010.
Museumpark, Westzeedijk 341, 3015 AA, Rotterdam.
Quinta a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 17pm, domingos e feriados, das 11h &agrave;s 17h.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>O mestre da arte pop em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=44</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100156_rauschenberr.jpg">Se Andy Warhol (1928-1987) &eacute; o mais reconhecido artista pop do mundo, algo como um Top of Mind internacional da cultura de massas, um ilustre desconhecido destas mesmas massas, Robert Rauschenberg (1925-2008) &eacute; o Top of Mind dos pr&oacute;prios artistas pop. O artista americano de vanguarda &eacute; homenageado pelo Instituto Tomie Ohtake, em S&atilde;o Paulo, em exposi&ccedil;&atilde;o que fica em cartaz at&eacute; o dia 21 de fevereiro.

O artista Jasper Johns, que transformou em arte a imagem da bandeira dos Estados Unidos, afirma ser Rauschenberg o mais criativo dos artistas americanos de sua gera&ccedil;&atilde;o. Willem De Kooning (1904-1997), cultuado por jovens artistas, fez a Rauschenberg uma homenagem, quando o autorizou a apagar um de seus desenhos, no que seria um gesto art&iacute;stico. Erased De Kooning Drawing (Desenho de De Kooning Apagado), de 1953, virou refer&ecirc;ncia nos anos 50. 

Rauschenberg foi um dos primeiros a explorar a id&eacute;ia de que arte e vida n&atilde;o deveriam andar t&atilde;o separadas. Segundo o jornalista e cr&iacute;tico de arte Mario Gioia, ele &eacute; um dos pioneiros em pelo menos tr&ecirc;s procedimentos definidores da arte pop: o uso do dia a dia como mat&eacute;ria-prima, a refer&ecirc;ncia a imagens produzidas em larga escala pela ind&uacute;stria cultural e a incorpora&ccedil;&atilde;o da palavra ao repert&oacute;rio das artes pl&aacute;sticas. Na exposi&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo, podem ser vistas 99 obras de Rauschenberg: 76 gravuras e o restante assemblages (colagens feitas com os mais variados materiais). 

Robert Rauschenberg
Instituto Tomie Ohtake&nbsp;-&nbsp;At&eacute; 21 de fevereiro de 2010
Rua Corop&eacute;s, 88, S&atilde;o Paulo, SP. Tel. 11 2245-1900. 
Ter&ccedil;a a domingo, das 11h &agrave;s 20h. Gr&aacute;tis.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>30 Anos de Fotografia </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=43</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100153_cristiano_mascaro.jpg">O acervo pessoal da curadora e pesquisadora Rosely Nakagawa cont&eacute;m 200 fotografias de alguns dos mais importantes artistas do pais, reunidas ao longo de tr&ecirc;s d&eacute;cadas. Um recorte com as principais obras desta cole&ccedil;&atilde;o &eacute; apresentado em na CAIXA Cultural Salvador, depois de passar por cidades como S&atilde;o Paulo, Curitiba e Bras&iacute;lia, na exposi&ccedil;&atilde;o 30 Anos de Fotografia. A mostra&nbsp; permanece aberta a visita&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 17 de janeiro.

Apresentar a exposi&ccedil;&atilde;o em Salvador tem uma import&acirc;ncia a mais para Rosely Nakagawa. Sua&nbsp; cole&ccedil;&atilde;o foi iniciada justamente com a obra de um baiano, o fot&oacute;grafo Mario Cravo Neto (1947-2009), que inspirou sua cole&ccedil;&atilde;o e esta exposi&ccedil;&atilde;o. 30 Anos de Fotografia &eacute; uma colet&acirc;nea que apresenta trabalhos de 27 fot&oacute;grafos, formando como uma um verdadeiro panorama da hist&oacute;ria da fotografia brasileira. 

Na sele&ccedil;&atilde;o mostrada na Caixa Cultural o destaque fica para o processo criativo de renomados fot&oacute;grafos brasileiros, como o pr&oacute;prio Mario Cravo Neto, Thomaz Farkas, Cristiano Mascaro, Carlos Moreira, Luiz Braga e Lucia Guanaes, entre outros. 

S&atilde;o fot&oacute;grafos participantes da mostra 30 Anos de Fotografia: 
Mario Cravo Neto (Salvador), Arnaldo Pappalardo (S&atilde;o Paulo), Carlos Alberto Ebert (S&atilde;o Paulo), Carlos Moreira (S&atilde;o Paulo), Celso Oliveira (Rio de Janeiro), Clode Kubrusly (S&atilde;o Paulo), Cristiano Mascaro (S&atilde;o Paulo), Dorival Moreira (Bras&iacute;lia), Fernando Lemos (S&atilde;o Paulo), Guy Velloso (Bel&eacute;m), Jo&atilde;o Musa (S&atilde;o Paulo), Jo&atilde;o Urban (Curitiba), Kenji Ota (S&atilde;o Paulo), Leonardo Crescenti (S&atilde;o Paulo), Lucia Guanaes (Salvador), Lucia Loeb (S&atilde;o Paulo), Luiz Braga (Bel&eacute;m), Luiz Carlos Felizardo (Porto Alegre), Marcos Piffer (Santos), Nivia Uchoa (Juazeiro do Norte), Paula Sampaio (Bel&eacute;m), Pedro Lobo (Rio de Janeiro), Pedro Vasquez (Rio de Janeiro), Penna Prearo (S&atilde;o Paulo), Salete Goldfinger (S&atilde;o Paulo), Thomaz Farkas (S&atilde;o Paulo), Tiago Santana (Fortaleza).

30 Anos de Fotografia 
Caixa Cultural Salvador &ndash; At&eacute; 17 de janeiro de 2010.
Rua Carlos Gomes, 57, Centro (3421-4200). 
Diariamente, das 9h &agrave;s 18h. Gr&aacute;tis

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Imagens de Rabinovitz</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=42</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/241220091244_sergio_rabinovitz1.jpg">S&eacute;rgio Rabinovitz conseguiu eternizar em imagens sua vida, obra e pensamento. No document&aacute;rio &ldquo;A Bahia de S&eacute;rgio Rabinovitz&rdquo;, dirigido por Luciana Aciolly em 2007, o artista pl&aacute;stico conta suas hist&oacute;rias entre pinturas, cores, imagens e passeios pela velha Bahia. S&eacute;rgio Rabinovitz &eacute; um dos artistas representados pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte. 

A obra de S&eacute;rgio Rabinovitz &eacute; fortemente inspirada pela cultura da Bahia, em especial, pelas imagens, hist&oacute;rias e personagens de Salvador. O ciclo das festas populares, a religiosidade, o carnaval, a arquitetura colonial e o colorido da Feira de S&atilde;o Joaquim s&atilde;o algumas das suas principais fontes de inspira&ccedil;&atilde;o. Por estas caracter&iacute;sticas, S&eacute;rgio Rabinovitz se tornou um dos grandes tradutores desta terra.

O document&aacute;rio &ldquo;A Bahia de S&eacute;rgio Rabinovitz&rdquo; &eacute; um m&eacute;dia metragem de 30 minutos de dura&ccedil;&atilde;o, com fotografia e edi&ccedil;&atilde;o de Gabriel Teixeira, ancorado em depoimentos do artista. Com imagens de arquivo da Bahia antiga e atual, o v&iacute;deo traz tamb&eacute;m entrevistas com Claudios Portugal, Matilde Matos, Cesar Romero, Luiz Freire e dos artistas Carlinhos Brown, Bel Borba e Mario Cravo Jr., um dos mentores de Rabinovitz, ao lado de Calazans Neto. O document&aacute;rio pode ser assistido on line no site Videolog TV.

S&eacute;rgio nasceu em 1955 e vive em Salvador. Pintor, desenhista e gravador concluiu sua forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica nos Estados Unidos, em Connecticut e Nova York, graduando-se Bachelor in Fine Arts. 

Em 1975 realiza a primeira exposi&ccedil;&atilde;o, iniciando uma seq&uuml;&ecirc;ncia de mostras em museus e galerias, no Brasil e no exterior, como no Museu de Arte Moderna da Bahia (1976, 1979, 1996); Houghton Gallery, New York, USA (1978); Museu de Arte de S&atilde;o Paulo (MASP, 1980); Museu de Arte do Estado da Bahia (1980); Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (1996); e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1997). 

A sua obra est&aacute; representada nas cole&ccedil;&otilde;es: Davison Art Center (Connecticut, USA); Window South Collection (California, USA); Cooper Union Foundation (New York, USA); Museu de Arte Moderna da Bahia; Banco University of New Mexico (USA); Embaixada do Brasil no Chile (Santiago, Chile); entre outras.

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Artistas da Galeria na mostra do acervo do MAM-BA</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=41</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/040120100207_marcio_lima_mam.jpg">Depois de mais de tr&ecirc;s anos em processo de restauro e cataloga&ccedil;&atilde;o, finalmente, o acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia &eacute; apresentado ao p&uacute;blico na exposi&ccedil;&atilde;o Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA | 50 anos de Arte Brasileira. A curadora geral da exposi&ccedil;&atilde;o e diretora do MAM, Solange Farkas, selecionou algumas das mais representativas obras do acervo do museu, composto por mais de 1.130 pe&ccedil;as. Entre elas, est&atilde;o quatro trabalhos de artistas representados pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte: Eudes Mota, Jos&eacute; Patr&iacute;cio, Leonel Mattos e Marcio Lima. Os tr&ecirc;s primeiros artistas fazem parte do conjunto Contempor&acirc;neos, expostos no t&eacute;rreo do Casar&atilde;o do MAM,&nbsp;e M&aacute;rcio Lima do grupo Fotografia, no primeiro andar.


Eudes Mota &eacute; representado na exposi&ccedil;&atilde;o pela obra Bandeira, de 1994 (pintura, &oacute;leo s/ madeira). Jos&eacute; Patr&iacute;cio tem na mostra a obra Duzentos e Vinte e Quatro Domin&oacute;s, de 1999 (instala&ccedil;&atilde;o, pe&ccedil;as de domin&oacute;s de pl&aacute;stico). Leonel Mattos participa da exposi&ccedil;&atilde;o com Mundo-Animal-Homem, de 2001 (pintura, &oacute;leo s/ madeirite).&nbsp; Por fim, M&aacute;rcio Lima participa da exposi&ccedil;&atilde;o com uma fotografia sem t&igrave;tulo, de 2004. A exposi&ccedil;&atilde;o fica aberta at&eacute; o dia 28 de mar&ccedil;o de 2010.
A mostra Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA | 50 Anos de Arte Brasileira apresenta obras que ilustram momentos chave da hist&oacute;ria da arte brasileira nos &uacute;ltimos 60 anos. A exposi&ccedil;&atilde;o ocupa todos os espa&ccedil;os do MAM-BA e se divide em quatro recortes tem&aacute;ticos: Modernistas, Contempor&acirc;neos, Fotografia e Rubem Valentim. Uma Linha do Tempo, constru&iacute;da na Galeria Subsolo, contextualiza a hist&oacute;ria do acervo e do museu.

Com curadoria geral de Solange Farkas, a exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; fruto de um intenso trabalho de pesquisa e de restauro do acervo. Ela expande o projeto do livro MAM-BA (Cole&ccedil;&atilde;o Museus/Instituto Cultural J. Safra, 2008), que dividia a cole&ccedil;&atilde;o em recortes comentados por curadores: Contempor&acirc;neos (Cristiana Tejo, da Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco), Rubem Valentim (Emanoel Ara&uacute;jo, do Museu Afro Brasil), Fotografia (Rubens Fernandes, da Faap) e Modernistas (a cr&iacute;tica Aracy Amaral). A exposi&ccedil;&atilde;o conta tamb&eacute;m com uma intensa programa&ccedil;&atilde;o educativa, com visitas mediadas, atividades para crian&ccedil;as e jovens e um curso em que curadores convidados comentam cada n&uacute;cleo da exposi&ccedil;&atilde;o.

Cole&ccedil;&atilde;o MAM-BA | 50 anos de Arte Brasileira
Av. Contorno s/n - Solar do Unh&atilde;o, Salvador - Bahia 
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a Domingo, das 13h &agrave;s 19h e s&aacute;bados das 13h &agrave;s 21h
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A originalidade de Bel Borba</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=39</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/011220091106_290720090807_bel-borba-5.jpg">Criando grandiosos mosaicos de azulejos nas encostas, muros e t&uacute;neis da cidade, Bel Borba chamou a aten&ccedil;&atilde;o para a arte de rua, para a interven&ccedil;&atilde;o urbana. Marcou definitivamente com seu estilo as ruas de Salvador e se consolidou com um dos principais artistas da Bahia e do Brasil. 

Nascido em 1957, em Salvador, Bel Borba cursou a Escola de Belas Artes da UFBA. Chegou a trabalhar com publicidade e com cenografia para teatro, mas foi nas artes pl&aacute;sticas que encontrou seu grande espa&ccedil;o de inven&ccedil;&atilde;o. Sua produ&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a a ser conhecida a partir de meados da d&eacute;cada de 70. Come&ccedil;ando a trabalhar com pintura com spray, n&atilde;o demora muito at&eacute; que Bel passa a experimentar t&eacute;cnicas diversas. Al&eacute;m do mosaico (com o qual se tornou um dos artistas mais populares da Bahia), passou a se dedicar &agrave; pintura e &agrave; escultura, utilizando sucatas de navios, madeira, pedra e fibra de vidro.

Na Fabio Pena Cal Galeria de Arte, est&atilde;o algumas de suas mais belas pinturas, identificadas pelo tra&ccedil;o espont&acirc;neo e pela refer&ecirc;ncia a Pop Art e ao Surrealismo.

Bel Borba j&aacute; participou de v&aacute;rias exposi&ccedil;&otilde;es individuais e coletivas, no Brasil e&nbsp;em outros pa&iacute;ses. Foi autor de diversos trabalhos, em locais p&uacute;blicos e particulares, principalmente em Salvador, mas tamb&eacute;m em outras cidades. De sal&atilde;o em sal&atilde;o, em 1986 chegou a Nova York, onde participou da execu&ccedil;&atilde;o de um mural sobre o Apartheid, na Segunda Avenida. Transitando com facilidade&nbsp;entre os espa&ccedil;os urbanos e as galerias, Bel Borba vai deixando suas marcas, com uma arte cheia de originalidade e presen&ccedil;a.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>África Contemporânea</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=38</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/231120092013_exposicao-luanda-suave-e-frenetica-galeria-solar-ferrao_pelourinho_dimus-ipac.jpg">Salvador sedia exposi&ccedil;&atilde;o que apresenta um novo olhar sobre a &Aacute;frica. A exposi&ccedil;&atilde;o Luanda | Suave e Fren&eacute;tica 1, em cartaz na Galeria Solar Ferr&atilde;o, no Pelourinho, atualiza o imagin&aacute;rio sobre a produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica e a est&eacute;tica do continente africano, ao apresentar a produ&ccedil;&atilde;o de quatro artistas contempor&acirc;neos de Luanda, capital de Angola. 

A exposi&ccedil;&atilde;o apresenta v&iacute;deos, fotografias e obras de t&eacute;cnicas mistas de Cl&aacute;udia Veiga, Ihosvanny, Kiluanji e Yonamine, que pertencem &agrave; gera&ccedil;&atilde;o mais recente de artistas contempor&acirc;neos angolanos. Ao todo, est&atilde;o expostas 13 obras na Galeria, que refletem as transforma&ccedil;&otilde;es sociais vivenciadas em Luanda e as contradi&ccedil;&otilde;es que acompanham esse processo, a partir dos diversos olhares dos quatro artistas. At&eacute; a for&ccedil;a da migra&ccedil;&atilde;o chinesa no pa&iacute;s est&aacute; l&aacute;, retratada, como um destes novos elementos, pouco conhecidos por n&oacute;s, brasileiros, e principalmente baianos, que mantemos a imagem de uma &Aacute;frica ancestral. Com Luanda | Suave e Fren&eacute;tica 1 &eacute; poss&iacute;vel atualizar este imagin&aacute;rio e conhecer a for&ccedil;a da arte contempor&acirc;nea local. 

A exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; realizada em parceria entre a Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico Cultural da Bahia (Dimus/IPAC), com a galeria paulista SOSO arte contempor&acirc;nea africana e a Funda&ccedil;&atilde;o Sindika Dokolo. A curadoria &eacute; de Fernando Alvim, vice-presidente da Funda&ccedil;&atilde;o e diretor da Trienal de Luanda, evento internacional que ter&aacute; sua segunda edi&ccedil;&atilde;o em 2010, contando, pela primeira vez, com a participa&ccedil;&atilde;o da arte da Bahia. 

Com o tema Geografias Emocionais, Arte e Afetos, a II Trienal de Luanda est&aacute; estruturada a partir de sete &aacute;reas: Artes Visuais, Arquitetura, Projetos, Arte P&uacute;blica, Artes C&ecirc;nicas, Exposi&ccedil;&otilde;es e Cidades. Promovido entre 13 de setembro e 19 de dezembro de 2010, o evento se estende para al&eacute;m de Luanda, envolvendo a&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o realizadas em 28 pa&iacute;ses.

Exposi&ccedil;&atilde;o Luanda, Suave e Fren&eacute;tica 1 
Centro Cultural Solar Ferr&atilde;o, Galeria Solar Ferr&atilde;o - Rua Greg&oacute;rio de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador. Tel.: (71) 3117-6357 
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 17 de janeiro de 2010 - de ter&ccedil;a a sexta, das 10h &agrave;s 18h; finais de semana e feriados, das 13h &agrave;s 17h.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Alice Vinagre: a rica sobreposição palavras, desenhos e cores</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=37</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/181120090955_031120091317_convite_alice.jpg">Alice Vinagre mistura mem&oacute;rias e poesia &agrave;s cores de suas tintas. A artista visual paraibana radicada em Pernambuco constr&oacute;i com sua pintura um universo po&eacute;tico e imag&eacute;tico, a partir de suas experi&ecirc;ncias pessoais. Alice &eacute; uma das artistas representadas em Salvador pela Fabio Penal Galeria de Arte.

Em sua exposi&ccedil;&atilde;o individual mais recente, em Alagoas, Alice Vinagre apresentou trabalhos que uniam palavras, desenhos e a caracter&iacute;stica marcante da artista: a sobreposi&ccedil;&atilde;o de elementos e cores. &ldquo;Anota&ccedil;&otilde;es sobre Pintura&rdquo; teve curadoria de Marcelo Silveira e apresenta&ccedil;&atilde;o de Moacyr dos Anjos. A artista nasceu em Jo&atilde;o Pessoa, Para&iacute;ba, em 1950. &Eacute; graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ em 1984. 

&ldquo;Essa rela&ccedil;&atilde;o amb&iacute;gua entre figura e fundo, abstra&ccedil;&atilde;o e figura&ccedil;&atilde;o, desenho e pintura, obra e suporte, transforma o trabalho desta artista em um campo pouco afeito &agrave;s certezas ou afirma&ccedil;&otilde;es perempt&oacute;rias. Tudo se passa como se Alice preferisse evocar a altern&acirc;ncia de passagens &agrave; meia voz entre esses estados, em que nenhum deles quer ceder lugar em detrimento do seu oposto e, antes de desejarem apagar-se ou recuarem diante do outro, afirmam, ao contr&aacute;rio, sua necessidade da pluralidade, da exist&ecirc;ncia simult&acirc;nea de dimens&otilde;es que pertencem a tempos e espa&ccedil;os m&uacute;ltiplos&quot;, escreveu&nbsp;M&ordf; do Carmo Nino, no artigo &ldquo;Aspectos Po&eacute;ticos de um Processo&rdquo;, sobre o trabalho de Alice Vinagre.
Conhe&ccedil;a algumas obras de Alice Vinagre visitando o espa&ccedil;o &quot;ARTISTAS&quot; do nosso site, ou visitem o site de Alice Vinagre e saiba mais sobre seu trabalho: http://www.alicevinagre.com.br/</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>E a Água Conta Histórias</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=36</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/171120091848_imagem020cpia.jpg">A Fabio Pena Cal Galeria de Arte leva a arte de F&aacute;tima Tosca ao evento comemorativo do in&iacute;cio das obras do Horto Bela Vista, mega empreendimento imobili&aacute;rio da JHSF Incorporadora. No dia 18 de novembro, das 19h &agrave;s 21h30, no Show Room localizado no Acesso Norte da Av. Antonio Carlos Magalh&atilde;es, ser&aacute; aberta em evento para convidados a exposi&ccedil;&atilde;o E a &Aacute;gua Conta Hist&oacute;rias, com 22 aquarelas. A exposi&ccedil;&atilde;o fica em cartaz at&eacute; o dia 06 de dezembro, com visita&ccedil;&atilde;o gratuita, das 9h 19h.
F&aacute;tima Tosca foi uma das primeiras artistas da Fabio Pena Cal Galeria de Arte, compondo seu acervo desde 2001. Para Fabio Pena Cal, ela representa muito bem o esp&iacute;rito do Horto Bela Vista, pois tem a natureza (jardins e plantas) como um tema recorrente de seus trabalhos. &ldquo;Neste sentido &eacute; que sua est&eacute;tica casa bem com o diferencial deste empreendimento da JHSF, que busca o cuidado e a valoriza&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, preservando grande parte da mata nativa&rdquo;, afirma Fabio Pena Cal, que destaca ainda o refinamento das obras de F&aacute;tima Tosca como um elo a mais na liga&ccedil;&atilde;o do seu trabalho com o p&uacute;blico ao qual o Horto Bela Vista &eacute; destinado. Ocupando um terreno de 340 mil m2, sendo destes cerca de 130 mil m2 de &aacute;rea verde e jardins, o Horto est&aacute; sendo desenvolvido para se tornar um dos bairros mais valorizados da cidade.
Ser&atilde;o 19 torres residenciais, tr&ecirc;s torres comerciais, um hotel e apartamentos com servi&ccedil;o de hotelaria, o Shopping Bela Vista, um centro de conven&ccedil;&otilde;es, um centro m&eacute;dico com hospital-dia e escola, compondo o primeiro empreendimento de uso misto de larga escala de Salvador.

O plano urban&iacute;stico do Horto Bela Vista &eacute; de Pablo Slemenson, profissional respons&aacute;vel por empreendimentos da JHSF que s&atilde;o refer&ecirc;ncia no mercado, tal como o Parque Cidade Jardim, em S&atilde;o Paulo. O escrit&oacute;rio Caramelo Arquitetos, de Salvador, assina os projetos dos edif&iacute;cios e do Shopping Bela Vista. O projeto de interiores e fachadas do Shopping &eacute; de David Bastos. Marcelo Faisal desenvolve o paisagismo da &aacute;rea, harmonizando 130 mil m2 de parques e jardins com 15 mil m2 de &aacute;rea verde preservada.
&nbsp;

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title> Pérolas Imperfeitas de David Glat </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=35</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/131120092009_perolaimperfeitapage.jpg">Em imagens distorcidas, fotografias em movimento que se at&ecirc;m sobre detalhes da cidade de Salvador, o fotografo David Glat apresenta no Museu de Arte Moderna da Bahia uma exposi&ccedil;&atilde;o que &eacute; um exerc&iacute;cio sobre o barroco-contempor&acirc;neo, a partir do patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico da cidade. Em P&eacute;rolas Imperfeitas, que fica em cartaz at&eacute; o dia 09 de dezembro, na Galeria Subsolo, do MAM, ele apresenta 10 fotografias em grandes dimens&otilde;es, com um olhar diferenciado das refer&ecirc;ncias hist&oacute;ricas e arquitet&ocirc;nicas de Salvador. S&atilde;o portais, fortifica&ccedil;&otilde;es, casario, altares e fachadas de igrejas da cidade, retratadas na opul&ecirc;ncia de suas formas, com efeitos ilusionistas e predom&iacute;nio das curvas e do retorcido.

Carioca de nascimento, desde 1976 David Glat reside em Salvador, onde se dedica &agrave; fotografia e ao design gr&aacute;fico. Como fot&oacute;grafo publicit&aacute;rio, recebeu diversos pr&ecirc;mios nacionais e internacionais. Em P&eacute;rolas Imperfeitas David Glat assume um car&aacute;ter de desconstru&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o institucionalizado, exercitando o barroco atrav&eacute;s de uma linguagem visual compat&iacute;vel com as necessidades est&eacute;ticas da atualidade. 

P&eacute;rolas Imperfeitas - MAM Bahia
At&eacute; o dia 09 de dezembro
Visita&ccedil;&atilde;o de ter&ccedil;a a domingo, das 10h &agrave;s 18h. S&aacute;bados 12h &agrave;s 21h
</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Nove Destinos em Inhotim</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=34</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/131120092001_inhotim01.jpg">Com a aquisi&ccedil;&atilde;o de nove novas obras para seu acervo permanente, o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, a 60 quil&ocirc;metros de belo Horizonte, d&aacute; mais uma prova do porque &eacute; um dos principais espa&ccedil;os de arte contempor&acirc;nea do pa&iacute;s. O Inhotim possui um importante acervo de artistas contempor&acirc;neos brasileiros e internacionais e uma extensa cole&ccedil;&atilde;o bot&acirc;nica. Com a abertura de Nove Novos Destinos, que se somam aos demais destinos j&aacute; existentes no local, o Inhotim apresenta um dos maiores acervos de arte contempor&acirc;nea a c&eacute;u aberto do mundo. 

As novas obras s&atilde;o dos artistas Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Valeska Soares, Rivane Neuenschwander, Jorge Macchi, Janet Cardiff &amp; George Bures Miler, Edgard de Sousa e Yayoi Kusama, que refor&ccedil;am o di&aacute;logo entre obra, arquitetura e paisagismo. 

O representativo acervo de arte contempor&acirc;nea de Inhotim vem sendo formado desde meados da d&eacute;cada de 1980, e tem como foco obras criadas a partir dos anos 1960. Possui pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, v&iacute;deos e instala&ccedil;&otilde;es de artistas brasileiros e internacionais.&nbsp; 
Endere&ccedil;o: Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, MG, Brasil&nbsp; 35460-000 +55 31 3227 0001&nbsp; info@inhotim.org.br
Visita&ccedil;&atilde;o: Hor&aacute;rio: Quinta e Sexta 9:30 &agrave;s 16:30. Aos S&aacute;bados, Domingos e feriados de 9:30 &agrave;s 17:30</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Quando a arte encontra o mercado</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=33</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/131120091959_pop-life-art-in-a-materia-003.jpg">&Eacute; de Andy Warhol a c&eacute;lebre frase &quot;Bom neg&oacute;cio &eacute; a melhor arte&quot;. Com base nesta provoca&ccedil;&atilde;o, at&eacute; o dia 17 de janeiro a Tate Modern, em Londres, re&uacute;ne artistas da d&eacute;cada de 1980 que abra&ccedil;aram o com&eacute;rcio e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa para construir suas pr&oacute;prias \'marcas\'. A exposi&ccedil;&atilde;o Pop Life: Art in a Material World apresenta o trabalho e as id&eacute;ias de Andy Warhol, Damien Hirst, Jeff Koons, Takashi Murakami, entre outros artistas que compartilhavam, ou ainda compartilham, desta mesma vis&atilde;o.
Na exposi&ccedil;&atilde;o, o p&uacute;blico pode ver como a li&ccedil;&atilde;o de Andy Warhol reflete-se no trabalho de artistas que, ao inv&eacute;s de simplesmente representar ou comentar a cultura de massas, trabalham justamente com a m&aacute;quina da auto-promo&ccedil;&atilde;o e do mercado. Se valendo do poder da cultura das celebridades, esses artistas v&atilde;o al&eacute;m do mundo das artes e exploram iniciativas que atraem p&uacute;blico dentro e fora das galerias, como rela&ccedil;&atilde;o que estabelecem com grandes marcas, como Takashi Murakami e sua rela&ccedil;&atilde;o com a Louis Vuitton. A intersec&ccedil;&atilde;o entre com&eacute;rcio e cultura &eacute; tradicionalmente vista como uma trai&ccedil;&atilde;o dos valores associados &agrave; arte moderna. 

Com Pop Life: Art in a Material World, a Tate Modern problematiza esta quest&atilde;o e nos apresenta, numa mega exposi&ccedil;&atilde;o de arte contempor&acirc;nea, destinada a ser um grande um grande sucesso e n&atilde;o apenas de p&uacute;blico, mas por envolver colecionadores, artistas e comerciantes, em torno de uma evento que trata de maneira criativa da rela&ccedil;&atilde;o entre arte e mercado.
Pop Life: Art in a Material World 
Tate Modern (Londres)
At&eacute; 17 de janeiro de 2010 
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&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Retratos e Auto-Retratos na nova exposição de José Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=32</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031120091354_jose_paulo2.jpg">No m&ecirc;s de novembro, na Galeria Amparo Sessenta, em Recife (PE), o p&uacute;blico pode conferir a exposi&ccedil;&atilde;o Retratos e Auto-Retratos, do pernambucano Jos&eacute; Paulo. Com um olhar sens&iacute;vel e&nbsp; criativo sobre coisas banais do cotidiano, o artista consegue extrair de cartelas de medicamentos os elementos est&eacute;ticos para suas obras.
Jos&eacute; Paulo &eacute; um dos artistas representados pela Fabio Pena Cal Galeria de Arte, em Salvador.&nbsp; Em mar&ccedil;o deste ano, foi um dos pernambucanos que, ao lado do &iacute;cone da arte contempor&acirc;nea brasileira, Paulo Bruscky, participou da Bienal de Havana. Neste &uacute;ltimo trabalho, Retratos e Auto-Retratos, ele fez fotos impressas em papel fotogr&aacute;fico adesivado em chapa de alum&iacute;nio, que variam de 63 x 23 cm e 1 x 2,20 metros, de cartelas de rem&eacute;dios. Algumas delas, facilmente identific&aacute;veis como tais, outras, nem tanto. Em alguns momentos, o artista prop&otilde;e um jogo de formas, texturas e contrastes que remetem &agrave;s t&eacute;cnicas da pintura. 

O trabalho partiu de uma pesquisa realizada por Jos&eacute; Paulo com pessoas conhecidas. Entre as que foram pesquisadas e doaram seus medicamentos para as fotos (por isso, a explica&ccedil;&atilde;o de algumas cartelas amassadas), est&atilde;o o pr&oacute;prio Jos&eacute; Paulo e seu irm&atilde;o. Ao lado de cada obra, de cada &ldquo;medicamento&rdquo; tem a fam&iacute;lia que o usa. O artista registrou desde rem&eacute;dios tarjas pretas, at&eacute; medicamentos para gripe, sem identific&aacute;-los. Os 29 trabalhos expostos ficaram prontos depois de um ano de pesquisa e produ&ccedil;&atilde;o. 

Conhe&ccedil;a mais sobre o trabalho de Jos&eacute; Paulo na se&ccedil;&atilde;o ARTISTAS do site.
SERVI&Ccedil;O
Exposi&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Retratos e Auto-Retratos&rdquo;, de Jos&eacute; Paulo
Visita&ccedil;&atilde;o: at&eacute; 14 de novembro, de ter&ccedil;a a sexta, das 9h &agrave;s 13h; e das 14h &agrave;s 18h
Onde: Amparo Sessenta - Avenida Domingos Ferreira, 92 A, Pina. Recife &ndash; Pernambuco
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Alice Vinagre: a rica sobreposição palavras, desenhos e cores</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=31</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/031120091317_convite_alice.jpg">Alice Vinagre mistura mem&oacute;rias e poesia &agrave;s cores de suas tintas. A artista visual paraibana radicada em Pernambuco constr&oacute;i com sua pintura um universo po&eacute;tico e imag&eacute;tico, a partir de suas experi&ecirc;ncias pessoais. Alice &eacute; uma das artistas representadas em Salvador pela Fabio Penal Galeria de Arte.

Em sua exposi&ccedil;&atilde;o individual mais recente, em Alagoas, Alice Vinagre apresentou trabalhos que uniam palavras, desenhos e a caracter&iacute;stica marcante da artista: a sobreposi&ccedil;&atilde;o de elementos e cores. &ldquo;Anota&ccedil;&otilde;es sobre Pintura&rdquo; teve curadoria de Marcelo Silveira e apresenta&ccedil;&atilde;o de Moacyr dos Anjos. A artista nasceu em Jo&atilde;o Pessoa, Para&iacute;ba, em 1950. &Eacute; graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ em 1984. 

&ldquo;Essa rela&ccedil;&atilde;o amb&iacute;gua entre figura e fundo, abstra&ccedil;&atilde;o e figura&ccedil;&atilde;o, desenho e pintura, obra e suporte, transforma o trabalho desta artista em um campo pouco afeito &agrave;s certezas ou afirma&ccedil;&otilde;es perempt&oacute;rias. Tudo se passa como se Alice preferisse evocar a altern&acirc;ncia de passagens &agrave; meia voz entre esses estados, em que nenhum deles quer ceder lugar em detrimento do seu oposto e, antes de desejarem apagar-se ou recuarem diante do outro, afirmam, ao contr&aacute;rio, sua necessidade da pluralidade, da exist&ecirc;ncia simult&acirc;nea de dimens&otilde;es que pertencem a tempos e espa&ccedil;os m&uacute;ltiplos&quot;, escreveu&nbsp;M&ordf; do Carmo Nino, no artigo &ldquo;Aspectos Po&eacute;ticos de um Processo&rdquo;, sobre o trabalho de Alice Vinagre.
Conhe&ccedil;a algumas obras de Alice Vinagre visitando o espa&ccedil;o &quot;ARTISTAS&quot; do nosso site, ou visitem o site de Alice Vinagre e saiba mais sobre seu trabalho: http://www.alicevinagre.com.br/</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Originais de Rodin em Salvador</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=28</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/261020091952_rodin.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Auguste Rodin - Homem e G&ecirc;nio chega a Salvador apresentando 62 obras originais do grande escultor franc&ecirc;s. Esta &eacute; a primeira vez que elas saem do Museu Rodin, em Paris (Fran&ccedil;a). As obras ficar&atilde;o por tr&ecirc;s anos no Palacete das Artes - Rodin Bahia, em regime de comodato in&eacute;dito no mundo. Esculturas como &quot;O Beijo&quot;, &quot;O Pensador&quot; e outras que comp&otilde;em &quot;A Porta do Inferno&quot; estar&atilde;o na exposi&ccedil;&atilde;o, que ser&aacute; aberta no dia 26 de outubro, em um evento para convidados.
As obras de Rodin foram cedidas em comodato de tr&ecirc;s anos pelo governo franc&ecirc;s para a realiza&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o e devem voltar a Paris, podendo ser feito um novo contrato com outras cole&ccedil;&otilde;es do autor. As pe&ccedil;as expostas s&atilde;o originais registradas no invent&aacute;rio das cole&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas francesas, sendo consideradas propriedades inalien&aacute;veis do Estado Franc&ecirc;s.
As 62 pe&ccedil;as foram esculpidas em gesso, em uma tradu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica de Rodin, que costumava trabalhar com este material, deixando que seus assistentes fundissem o metal para finaliza&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o de suas obras. Para Rodin, somente o gesso era capaz de moldar sobre o que j&aacute; fora criado, o metal ou o m&aacute;rmore impediam as tor&ccedil;&otilde;es e contornos necess&aacute;rios a sua representa&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica.
Entre os destaques da exposi&ccedil;&atilde;o, est&atilde;o obras como &ldquo;O Beijo&rdquo;, &ldquo;O Pensador&rdquo;, &ldquo;O Escultor e Sua Musa&rdquo;, &ldquo;Eva&rdquo;, &ldquo;A Defesa&rdquo;, &ldquo;O Desespero&rdquo;, &ldquo;Terceira Maquete para a Porta do Inferno&rdquo;, &ldquo;Glaucus&rdquo;, &ldquo;O Sono&rdquo;, &ldquo;A Medita&ccedil;&atilde;o&rdquo;, &ldquo;A Eclesi&aacute;stica&rdquo; e a &ldquo;Danaide&rdquo;.
Diversas medidas de seguran&ccedil;a foram tomadas para garantir a integridade das obras. Para a visita&ccedil;&atilde;o (que &eacute; gratuita e acontece de ter&ccedil;a-feira a domingo, das 10h &agrave;s 18h) solicita-se que os convidados n&atilde;o usem saltos. O piso do Palacete, datado do s&eacute;culo XIX, foi totalmente recuperado para a abertura da exposi&ccedil;&atilde;o.
O Projeto Rodin &eacute; uma iniciativa do governo do Estado da Bahia, atrav&eacute;s da Secretaria de Cultura e do Instituto do Patrim&ocirc;nio Art&iacute;stico e Cultural do Estado, e conta com o apoio do Governo Federal do Brasil, da Rep&uacute;blica Francesa e do Museu Rodin Paris.
Para mais informa&ccedil;&otilde;es, acessem http://palacetedasartesrodinbahia.blogspot.com/

SERVI&Ccedil;O
Auguste Rodin - Homem e G&ecirc;nio
Abertura para convidados: 26 de outubro, &agrave;s 19h
Local: Palacete das Artes &ndash; Rodin Bahia (Rua da Gra&ccedil;a, 284 &ndash; Salvador)
Visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a-feira a domingo, das 10h &agrave;s 18h
Entrada gratuita
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Reciclando conceitos na Casa Cor </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=27</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091815_270520091555_braz_marinho_1.jpg">O Espa&ccedil;o Galeria de Arte, coordenado pelo terceiro ano consecutivo por Fabio Pena Cal, mostra ao p&uacute;blico da 15&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Casa Cor, em Salvador,&nbsp;a exposi&ccedil;&atilde;o individual de Braz Marinho, Orizontimaginario. Nela, o artista pernambucano apresenta um recorte de uma de suas principais obras, Processo Construtivo, reciclando o pr&oacute;prio conceito de seu trabalho. Uma id&eacute;ia que segue o mesmo esp&iacute;rito da Casa Cor, que este ano aposta em projetos sustent&aacute;veis e materiais reciclados.
Processo Construtivo foi montado em 2000. Agora, na vers&atilde;o da Casa Cor Bahia, o p&uacute;blico vai poder conferir uma nova vers&atilde;o deste trabalho. &ldquo;Temos obras de Braz aqui na Galeria que foram desconstru&iacute;das para o Espa&ccedil;o da Casa Cor inclusive em seu tamanho, como Celerator, que originalmente possui 4m. Ele foi mexendo nas cores, nas dimens&otilde;es, reciclando conceitualmente seu pr&oacute;prio trabalho&rdquo;, afirma Fabio Pena Cal, presente ainda em 16 dos 37 espa&ccedil;os do evento, incluindo a Casa da &Aacute;rvore, de Rog&eacute;rio Menezes, um dos principais destaques desta edi&ccedil;&atilde;o, com obra &iacute;cone de Jos&eacute; Patr&iacute;cio.
Por tudo isso, a Galeria F&aacute;bio Pena Cal firma-se como o principal parceiro art&iacute;stico do evento, que acontece este ano no Espa&ccedil;o Solaire, constru&iacute;do na ladeira da Barra, at&eacute; o dia 15 de outubro. Para F&aacute;bio, a Casa Cor &eacute; um evento que se traduz como oportunidade para difundir a arte contempor&acirc;nea em um mercado espec&iacute;fico. &ldquo;Participar de um evento como esse, que atrai um p&uacute;blico de quase 50 mil pessoas, &eacute; uma forma de popularizar a arte contempor&acirc;nea, divulgando o trabalho de grandes artistas&rdquo;, afirma.
O projeto geral desta edi&ccedil;&atilde;o da Casa Cor &eacute; assinado pelo arquiteto Jos&eacute; Raimundo Marcelino. O paisag&iacute;stico, por Alex S&aacute; Gomes, homenageando Burle Marx. Em 2008, na edi&ccedil;&atilde;o do Hotel da Bahia, Fabio Pena Cal levou ao Espa&ccedil;o Galeria de Arte uma exposi&ccedil;&atilde;o coletiva de artistas pernambucanos por ele representados. Em 2007, na Associa&ccedil;&atilde;o Atl&eacute;tica, exp&ocirc;s trabalhos de F&aacute;tima Tosca e Leonel Matos.
Casa Cor 2009 - Espa&ccedil;o Galeria de Arte &ndash; Braz Marinho | At&eacute; 15 de outubro
Espa&ccedil;o Solaire - Ladeira da Barra, 235, Av. Sete de Setembro - Salvador
Visita&ccedil;&atilde;o: das 16h &agrave;s 22h
Ingresso: R$ 25

&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Futurismo em Londres</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=26</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091515_futurismo.jpg">A Tate Modern comemora o centen&aacute;rio do Futurismo com uma exposi&ccedil;&atilde;o inovadora. Este movimento de arte foi lan&ccedil;ado pelo poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti em 1909, com a publica&ccedil;&atilde;o do Manifesto do Futurismo, na primeira p&aacute;gina do jornal parisiense, Le Figaro. Os futuristas, inspirando-se em elementos do cubismo, criaram um novo estilo, que rompeu com as velhas tradi&ccedil;&otilde;es e expressa o dinamismo, a energia e o movimento da vida moderna.
A exposi&ccedil;&atilde;o na Tate Modern, uma das mais importantes galerias de arte contempor&acirc;nea do mundo, sediada em Londres, apresenta o trabalho de futuristas reconhecidos como Giacomo Balla, Umberto Boccioni e Gino Severini. Por outro lado, explora tamb&eacute;m os movimentos art&iacute;sticos que reagiram ao futurismo. Os destaques da exposi&ccedil;&atilde;o incluem obras de Boccioni, Picasso, Braque, Malevitch e Duchamp.
Futurismo | At&eacute; 20 de setembro
Tate Modern - Bankside &ndash; Londres - Inglaterra
Segunda a quinta das 10h &agrave;s 18h &ndash; Sexta e s&aacute;bado das 10h &agrave;s 22h
Gratuito</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Jardim de Infância: Irmãos Campana</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=25</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091512_campana-300x300.jpg">At&eacute; o dia 13 de setembro, os irm&atilde;os Campana visitam o MAM de S&atilde;o Paulo com a exposi&ccedil;&atilde;o Jardim de inf&acirc;ncia: Irm&atilde;os Campana visitam o MAM. Reconhecidos internacionalmente por seu trabalho, Fernando e Humberto passaram de designers a curadores, fazendo um recorte pessoal das 5mil pe&ccedil;as do acervo do MAM. A leitura dos dois possibilitou uma vis&atilde;o do design nas obras de arte do Museu.

Ao todos, est&atilde;o expostos 60 trabalhos de artistas como Vik Muniz, Geraldo de Barros, Keila Alaver, Farnese de Andrade, Leda Catunda, Chelpa Ferro, Lia Mena Barreto, entre outros.
Jardim de Inf&acirc;ncia: Irm&atilde;os Campana visitam o MAM | At&eacute; 13 de Setembro
MAM &ndash; Parque do Ibirapuera &ndash; S&atilde;o Paulo
Ter&ccedil;a a domingo das 10h &agrave;s 18h
Gr&aacute;tis aos domingos.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Arte em Cerâmica e Azulejos</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=24</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030920091508_1udo.jpg">Salvador ganha um novo espa&ccedil;o expositivo, especialmente dedicado a difundir e valorizar a produ&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica em cer&acirc;mica. O Museu da Cer&acirc;mica Udo Knoff - o primeiro do g&ecirc;nero, em todo o pa&iacute;s &ndash; foi reaberto em junho pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Cultural da Bahia, no Pelourinho. Agora, apresenta duas exposi&ccedil;&otilde;es: Azulejos de Udo e Keramike.

Azulejos de Udo apresenta as principais pe&ccedil;as do artista e colecionador alem&atilde;o, ap&oacute;s passarem pelo olhar apurado da curadoria realizada pela ceramista e historiadora Caroline Harari. Os azulejos portugueses, espanh&oacute;is, franceses, ingleses, holandeses e italianos coletados por Udo Knoff nos casar&otilde;es da Bahia, entre as d&eacute;cadas de 60 e 70, s&atilde;o expostos ao lado das pe&ccedil;as produzidas por alguns dos mais representativos artistas pl&aacute;sticos locais. Obras de Jenner Augusto, Genaro de Carvalho, Sante Scaldaferri, Calasans Neto e Caryb&eacute; foram criadas no ateli&ecirc; de Udo e adicionadas a sua cole&ccedil;&atilde;o.

Em Keramike - termo grego de onde se origina a palavra cer&acirc;mica -, a manipula&ccedil;&atilde;o arcaica das mat&eacute;rias primordiais (terra, &aacute;gua, ar e fogo), a massa mole, o cozimento e a combust&atilde;o sofrem releituras contempor&acirc;neas na produ&ccedil;&atilde;o de Adriana Ara&uacute;jo, &Aacute;urea Madeira, Cec&iacute;lia Menezes,&nbsp; Concei&ccedil;&atilde;o Fernandes, Ros&acirc;ngela Costa e Sarah Hallelujah. Para estas artistas, que transitam tamb&eacute;m por outros suportes, a escolha da t&eacute;cnica est&aacute; intrinsecamente ligada ao conte&uacute;do, ao conceito ou ao discurso presente em suas obras. 

Azulejos de Udo&nbsp;&amp; Keramike | Longa dura&ccedil;&atilde;o
Museu da Cer&acirc;mica Udo Knoff &ndash; Pelourinho &ndash; Salvador - Bahia
Ter&ccedil;a a sexta das 10h &agrave;s 18h &ndash; S&aacute;bado, domingo e feriado das 13h &agrave;s 17h
Gratuito
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Florian Raiss – Força e Delicadeza </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=23</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260820090954_florian.jpg">A obra de Florian Raiss, artista&nbsp;carioca representado pela Galeria Fabio Pena Cal desde 2004, passeia pela pintura, pelo desenho e escultura. Com abordagem extremamente contempor&acirc;nea, Raiss imprime em suas obras uma for&ccedil;a e, ao mesmo tempo, delicadeza, nos remetendo tanto ao barroco quanto &agrave; arte cl&aacute;ssica, mitol&oacute;gica, greco-romana.
Em sua s&eacute;rie Quadr&uacute;pedes, de esculturas em bronze, ele revela um lado mais r&uacute;stico do ser humano. Sugere o embate civiliza&ccedil;&atilde;o versus natureza, grotesco versus sutileza, deixando evidente o lirismo, a fantasia.&nbsp;
&ldquo;Ao posicionar seus homens e mulheres de quatro, como um animal, ele nos remete ao lado mais selvagem da humanidade. Mas faz isto de maneira sutil, delicada, com sensibilidade, ao dotar suas fei&ccedil;&otilde;es de tra&ccedil;os finos e express&otilde;es suaves&rdquo;, disse Fabio Pena Cal, que destaca ainda a forte sensualidade das obras de&nbsp;Raiss, que&nbsp;se dedica &agrave; alma humana, &agrave; express&atilde;o de sentimentos.
De 73 a 75, o artista&nbsp;carioca passou pelas academias de Belas Artes de Floren&ccedil;a e de Roma, na It&aacute;lia. Depois, pela Academia de San Carlos, na Universidade Nacional Aut&ocirc;noma do M&eacute;xico, onde estudou at&eacute; 1977. Da&iacute; vem sua forma&ccedil;&atilde;o. Participou de diversas mostras individuais e coletivas. J&aacute; exp&ocirc;s em Long Beach, nos EUA, na Venezuela, Portugal, Su&eacute;cia e Alemanha.
&nbsp;&ldquo;Florian Raiss encontrou uma linguagem contempor&acirc;nea ao executar uma escultura que se fundamenta nos princ&iacute;pios b&aacute;sicos da modelagem e na fundi&ccedil;&atilde;o em bronze sem se perder nos efeitos provocativos da escultura figurativa do come&ccedil;o do s&eacute;culo vinte. Sabiamente desprendeu da modelagem os efeitos tentadores da gestualidade da mat&eacute;ria, para adotar uma feitura macia, transformando a mat&eacute;ria num amalgama de quem tem um prazer quase er&oacute;tico, delicado, sutil e sens&iacute;vel, um prazer de quem acaricia pacientemente o barro e o transforma no dom&iacute;nio de suas formas lisas e tentadoras, c&uacute;mplices de seu desejo.&rdquo;

(trecho de &ldquo;Um Escultor a Caminho do Humano&rdquo;, de Emanoel Araujo) 

&ldquo;Ao deparar-me ent&atilde;o com os desenhos de Florian Raiss, a primeira impress&atilde;o diante daquele &ldquo;di&aacute;rio &iacute;ntimo sensual&rdquo; &ndash; pois &eacute; assim que vejo o ato de desenhar, um gesto muito pessoal e sens&iacute;vel, e a mais direta e sincera das linguagens pl&aacute;sticas, foi a de que estava diante de um arquivo &ldquo;infernal&rdquo;, pleno de erotismo.&rdquo;
(Trecho de &ldquo;Vol&uacute;pia&rdquo;, de Ricardo Rezende)
Mais sobre o artista: www.florianraiss.com.br)
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A Arte de Eudes Mota</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=22</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/200820091606_eudes.jpg">Eudes Mota &eacute; um dos mais representativos artistas pernambucanos da contemporaneidade. Representado&nbsp;em Salvador por Fabio Pena Cal, Eudes recentemente ganhou as p&aacute;ginas do jornal Di&aacute;rio de Pernambuco, com mat&eacute;ria especial sobre sua obra.
&ldquo;Eudes Mota sugere a identifica&ccedil;&atilde;o de nossas ra&iacute;zes s&oacute;cio-antropol&oacute;gicas. Para isso, contribuem tamb&eacute;m confession&aacute;rios, portas antigas recuperadas, casas artificiais de pombos, rifas de venda de fogos de festas juninas que encantaram o imagin&aacute;rio infantil. Embasa a arte de Eudes um misto de provoca&ccedil;&atilde;o e tranquilidade, a primeira refletindo um irrequieto processo criativo e a segunda, a forma cavalheiresca com que se relaciona com o mundo&rdquo;, disse o jornalista Cleofas Reis.

Leia mat&eacute;ria na integra, a seguir:

A arte de Eudes Mota
Por Cleofas Reis
(Di&aacute;rio de Pernambuco)
&Eacute; poss&iacute;vel n&atilde;o ser familiarizado com a arte pl&aacute;stica contempor&acirc;nea, mas entend&ecirc;-la e express&aacute;-la? Penso que a resposta &eacute; positiva, conseguindo-se penetrar algo do introspectivo do artista. H&aacute; os que facilitam esse processo. Eudes Mota faz esse tipo.
Com um hist&oacute;rico de mais de 40 anos de carreira, passou por v&aacute;rias fases, o que &eacute; comum nesse of&iacute;cio. Seu dom brotou ainda menino, atra&iacute;do pelas mulatas e carregadores de Portinari, se sensibilizando com o cubismo de Vicente do Rego Monteiro e a produ&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica de Mondrian e outros abstracionistas.
A Escolinha de Artes, nas Gra&ccedil;as, serviu-lhe de laborat&oacute;rio inicial para a combina&ccedil;&atilde;o infantil mas j&aacute; indicativa do seu jogo de cores, formas, sombras e luzes. A acomoda&ccedil;&atilde;o desses elementos, por&eacute;m, n&atilde;o lhe impediu depois manifesta&ccedil;&atilde;o quase heterodoxa &agrave; vista dos meios tradicionais de expressividade.
Chegando a um de ponto de bifurca&ccedil;&atilde;o da caminhada, mesmo j&aacute; laureado com pr&ecirc;mios e destaque de cr&iacute;ticos, Eudes Mota decidiu, podemos dizer at&eacute; ousadamente, enveredar pelo que ele chama de &quot;arte geom&eacute;trica conceitual contempor&acirc;nea&quot;. Suas &uacute;ltimas exposi&ccedil;&otilde;es e amostras (estas no seu atelier, na Capunga), dizem da sua cria&ccedil;&atilde;o mais do que quaisquer palavras.
Entretanto, ele alerta que n&atilde;o se tenha essa arte geom&eacute;trica conceitual como uma escola, motivo por que arrisco a conceitu&aacute;-la como um estado de esp&iacute;rito. Imagine-se uma iniciativa de se valer de uma p&aacute;gina de an&uacute;ncios classificados de jornal para se produzir algo provocante. Obter o mesmo resultado com base numa folhinha de calend&aacute;rio, auxiliando-se de inexpressivos c&oacute;digos de barras ou usando a imagem de um tabuleiro de xadrez. Tudo como uma ponte de liga&ccedil;&atilde;o do observador e a raz&atilde;o de ser da inventiva art&iacute;stica.
A elabora&ccedil;&atilde;o de Eudes Mota pode nos transportar tamb&eacute;m a ambientes culturais formadores na nossa nacionalidade, lembrando a obra de Gilberto Freyre, quando nos defrontamos com trabalhos que t&ecirc;m madeira como mat&eacute;ria-prima. Uns, como escumadeiras, sugerem opapel da culin&aacute;ria no relacionamento da casa-grande com a senzala. J&aacute; &quot;bandeiras&quot; nos reportam ao componente ind&iacute;gena e at&eacute; &agrave; arte pr&eacute;-colombiana.
Assim, Eudes Mota sugere a identifica&ccedil;&atilde;o de nossas ra&iacute;zes s&oacute;cio-antropol&oacute;gicas. Para isso, contribuem tamb&eacute;m confession&aacute;rios, portas antigas recuperadas, casas artificiais de pombos, rifas de venda de fogos de festas juninas que encantaram o imagin&aacute;rio infantil. Embasa a arte de Eudes um misto de provoca&ccedil;&atilde;o e tranquilidade, a primeira refletindo um irrequieto processo criativo e a segunda, a forma cavalheiresca com que se relaciona com o mundo. Tanto &eacute; que a eventualidade de ter imitadores ele encara filosoficamente est&oacute;ica: &quot;a arte n&atilde;o &eacute; monop&oacute;lio de ningu&eacute;m, muito dela se firma na experi&ecirc;ncia de antecessores.&quot;
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em Salvador, 5º Festival Nacional A Gosto da Fotografia </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=20</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820091052_032_praca_ramos_1974.jpg">De 1&ordm; de agosto a 21 de setembro, a capital baiana ser&aacute; palco do A Gosto da Fotografia &ndash; 5&ordm; Festival Nacional, que ocupar&aacute; os mais importantes espa&ccedil;os culturais da cidade com exposi&ccedil;&otilde;es, palestra, oficinas, exibi&ccedil;&otilde;es de filmes e document&aacute;rios e feiras de livros. O evento busca contribuir para inserir o Estado no roteiro nacional e internacional das grandes mostras. Em cartaz na Galeria Acbeu e no Goethe Institut - ICBA.
Este ano, o festival tem como destaque a in&eacute;dita parceria com a Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, que cedeu mostras de destacados fot&oacute;grafos latino-americanos.&nbsp; Ao todo, s&atilde;o nove exposi&ccedil;&otilde;es, em cartaz em per&iacute;odos distintos, que contemplar&atilde;o o trabalho de 13 conceituados fot&oacute;grafos. A lista, que inclui profissionais com os mais diferentes estilos, &eacute; formada por German Lorca, Carlos Moreira, L&uacute;cia Guanaes, Lucille Kanzawa, Pablo di Giulio, Roberto Linsker, Hirosuke Kitamura, Ricardo Alcaide, a fam&iacute;lia Chambi (nome dos mais representativos da fotografia peruana), al&eacute;m do emblem&aacute;tico Pierre Verger, especialista na cultura afro-brasileira.
N&uacute;cleos Tem&aacute;ticos
O A Gosto da Fotografia &ndash; 5&ordm; Festival Nacional este ano se organiza a partir de tr&ecirc;s n&uacute;cleos tem&aacute;ticos: Hist&oacute;ria e Mem&oacute;ria, Identidade e Ensaio e suas poss&iacute;veis deriva&ccedil;&otilde;es na imagem contempor&acirc;nea. 

No n&uacute;cleo Mem&oacute;ria estar&atilde;o dialogando as obras de dois nomes definitivos para a compreens&atilde;o da fotografia no Brasil: German Lorca e Carlos Moreira (que tiveram suas obras expostas no MAM Bahia, em 2008). Numa s&eacute;rie produzida entre 1950 e 2000, poder&atilde;o ser observadas as mudan&ccedil;as de um pa&iacute;s em seus usos e costumes, na po&eacute;tica do gestual e na vida cotidiana em s&eacute;ries (cor/ preto e branco). Completando esse di&aacute;logo, a exposi&ccedil;&atilde;o &quot;Retratos e Paisagens de um S&eacute;culo: quatro gera&ccedil;&otilde;es Chambi&quot;, que re&uacute;ne o grande fot&oacute;grafo peruano Martin Chambi (1891-1973), ao lado da sua filha Julia Chambi (1920-2003), do neto Teo Allain Chambi e do bisneto Andr&eacute;s Fernando Allain.
O n&uacute;cleo Identidade acentua ainda mais as quest&otilde;es contidas nos retratos a partir das imagens da fot&oacute;grafa brasileira radicada em Paris, Lucia Guanaes, na s&eacute;rie Transfigura&ccedil;&otilde;es, feitas em Salvador e tamb&eacute;m j&aacute; apresentadas no MAM. O fot&oacute;grafo venezuelano Ricardo Alcaide mostra Azul de Noturno Mar&mdash; feita em Londres entre 2000 e 2004. Esse n&uacute;cleo se completa com a presen&ccedil;a do fot&oacute;grafo Pablo di Giulio, que com seus retratos triplos de personagens an&ocirc;nimos.
O n&uacute;cleo Ensaio apresenta Hirosuke Kitamura &mdash;japon&ecirc;s radicado na Bahia. Nesta s&eacute;rie, a vida cotidiana em Salvador, seus recortes e seus gestos aparecem numa fotografia ora surreal, ora como resultado da busca de uma identidade mais existencialista.

Informa&ccedil;&otilde;es no site:/www.agostodafotografia.com.br</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Pierre Verger e Christian Cravo: novas aquisições</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=19</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820091038_verger.jpg">No m&ecirc;s em que a Bahia recebe as exposi&ccedil;&otilde;es do festival nacional A Gosto da Fotografia - principal evento local voltado para esta linguagem art&iacute;stica &ndash; a Galeria F&aacute;bio Pena Cal comemora as novas aquisi&ccedil;&otilde;es de seu acervo: fotografias de Pierre Verger e Christian Cravo. Em comum entre os dois, a singularidade do olhar de viajante, a delicadeza da express&atilde;o em preto e branco, a sensibilidade em captar o homem comum e o respeito pelas manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas.
Pierre Verger foi um etn&oacute;logo, um viajante fascinado por pa&iacute;ses distantes e diferentes culturas. Registrou, al&eacute;m da Bahia, no Brasil, a &Aacute;frica, Europa, &Aacute;sia o Jap&atilde;o,&nbsp;a Am&eacute;rica Latina, sempre com um apurado senso est&eacute;tico e um rigor antropol&oacute;gico. &ldquo;Para mim, Verger &eacute; hist&oacute;ria. A aquisi&ccedil;&atilde;o de suas obras, atrav&eacute;s da Funda&ccedil;&atilde;o Pierre Verger,&nbsp;&eacute; fruto&nbsp;do&nbsp;desejo de preencher uma lacuna no acervo da Galeria, com trabalhos de um dos mais importantes artistas que j&aacute; passou por nosso estado, registrando a hist&oacute;ria de nosso povo, a hist&oacute;ria da Bahia.&rdquo;
Christian Cravo, por outro lado, &eacute; um artista&nbsp;que dialoga com o mercado, inclusive, o internacional. &ldquo;Ele &eacute; um artista jovem, cujo trabalho j&aacute; tem seu valor art&iacute;stico reconhecido. Al&eacute;m disso, seu nome j&aacute; carrega em si uma grife que, agora, est&aacute; se expandindo para o exterior. Ele mora mais tempo em Nova York do que em Salvador&rdquo;, conta Fabio Pena Cal.
Em suas fotos, Christian apresenta sua vis&atilde;o sobre a religiosidade em diferentes sociedades. J&aacute; fotografou manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas ligadas &agrave; &aacute;gua na &Iacute;ndia, o C&iacute;rio de Nazar&eacute; em Bel&eacute;m do Par&aacute;, prociss&otilde;es no interior da Bahia, al&eacute;m de outros eventos na Costa da &Aacute;frica em diferentes pa&iacute;ses do Oriente.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição individual de Braz Marinho na CasaCor</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=18</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/030820091032_braz_marinho_1.jpg">Pelo terceiro ano consecutivo, a Galeria F&aacute;bio Pena Cal participa do Espa&ccedil;o Galeria de Arte na Casa Cor. Em 2009, Fabio vai apresentar ao p&uacute;blico uma exposi&ccedil;&atilde;o individual do artista pernambucano Braz Marinho, que recentemente esteve na cidade para conferir o espa&ccedil;o e acertar detalhes da montagem.
Para F&aacute;bio Pena Cal, a Casa Cor &eacute; um evento que se traduz como oportunidade para difundir a arte contempor&acirc;nea em um mercado espec&iacute;fico, que &eacute; da arquitetura e design de interiores. S&atilde;o cerca de 40 mil visitantes, um p&uacute;blico, em sua maioria, sem muita informa&ccedil;&atilde;o ou conhecimento sobre arte. &ldquo;Participar de um evento como esse &eacute; uma estrat&eacute;gia para formar clientes e consumidores e, principalmente, para popularizar o trabalho de grandes artistas&rdquo;, afirma Fabio.
Em 2008, na edi&ccedil;&atilde;o Casa Cor do Hotel da Bahia, Fabio Pena Cal levou ao Espa&ccedil;o Galeria de Arte uma exposi&ccedil;&atilde;o coletiva de artistas pernambucanos por ele representados. Em 2007, na Associa&ccedil;&atilde;o Atl&eacute;tica, exp&ocirc;s trabalhos de F&aacute;tima Tosca e Leonel Mattos.
&nbsp;</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Claudia Andujar e Edward S.Curtis: paralelos nativos </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=16</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720090248_140_ga_andujar_06.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o itinerante Legado Sagrado e Retratos Yanomami chega a Salvador depois de percorrer v&aacute;rias cidades brasileiras. Na mostra, que a Caixa Cultural de Salvador exibe at&eacute; o dia 08 de agosto, os trabalhos do fot&oacute;grafo norte-americano Edward S. Curtis e da su&iacute;&ccedil;a naturalizada brasileira Claudia Andujar se aproximam e articulam, tra&ccedil;ando um paralelo entre a cultura ind&iacute;gena dos Estados Unidos e a do Brasil.
Em Legado Sagrado, 60 fotografias apresentam o trabalho do americano EdwardS.Curtis, pioneiro em revelar os costumes dos &iacute;ndios de seu pa&iacute;s, no in&iacute;cio do s&eacute;culo passado. As imagens exibem passagens da vida cotidiana e rituais dos peles-vermelha. J&aacute; em Retratos Yanomami, de Claudia Andujar, que dedica d&eacute;cadas de sua vida aos &iacute;ndios Yanomami, 30 imagens retratam a luta do povo ind&iacute;gena brasileiro pela preserva&ccedil;&atilde;o. Sempre entre a raz&atilde;o e a intui&ccedil;&atilde;o, os cortes, enquadramentos e personagens de Claudia se arredondam para falar de uma incessante busca pelo entendimento e di&aacute;logo.
Al&eacute;m da tem&aacute;tica, Andujar e Curtis tem em comum uma esp&eacute;cie de milit&acirc;ncia pac&iacute;fica. Eles representaram estes povos e buscaram, atrav&eacute;s da fotografia, contribuir para a preserva&ccedil;&atilde;o destas comunidades. A principal diferen&ccedil;a entre eles &eacute; a est&eacute;tica, que reflete n&atilde;o apenas diferen&ccedil;as de estilos, inten&ccedil;&atilde;o, mas a pr&oacute;pria natureza dos equipamentos empregados.
Mais informa&ccedil;&otilde;es, acessem os links: sobre a exposi&ccedil;&atilde;o, sobre o trabalho de Claudia Andujar e sobre Edward S. Curtis.
Sobre a exposi&ccedil;&atilde;o, sobre o trabalho de Claudia Andujar, sobre Edward S. Curtis</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>A francesa Sophie Calle transforma fim de romance em exposição de arte </title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=15</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720090241_sophie.jpg">A exposi&ccedil;&atilde;o Cuide de Voc&ecirc;, uma das mais famosas e pol&ecirc;micas mostras da artista conceitual francesa Sophie Calle, est&aacute; em cartaz no galp&atilde;o do SESC Pompeia, em S&atilde;o Paulo. A exposi&ccedil;&atilde;o, in&eacute;dita na Am&eacute;rica Latina, tem como ponto de partida um evento da vida da pr&oacute;pria artista, uma carta de rompimento que Calle recebeu de seu ex-namorado, o escritor Gr&eacute;goire Bouiller. Ela distribuiu a mensagem para outras 107 mulheres &ndash; desde celebridades a an&ocirc;nimas &ndash; para que cada uma a interpretasse &agrave; sua maneira, com sua linguagem. 

A exposi&ccedil;&atilde;o Cuide de Voc&ecirc; (uma refer&ecirc;ncia &agrave;&nbsp;frase final da carta), faz parte do calend&aacute;rio oficial do Ano da Fran&ccedil;a no Brasil e ficar&aacute; em cartaz na capital paulista at&eacute; 7 de setembro. Em seguida, chega em Salvador, onde ficar&aacute; exposta no Museu de Arte Moderna da Bahia entre 22 de setembro e 22 de novembro.

Entre as mulheres que interpretaram o final do romance de Sophie Calle, considerada por muitos a principal artista contempor&acirc;nea da Fran&ccedil;a, est&atilde;o desde a sua m&atilde;e, a compositora Laurie Anderson, a DJ Miss Kittin, as atrizes Jeanne Moreau, Victoria Abril e Maria de Medeiros, al&eacute;m de profissionais como lingu&iacute;sta, revisora, sex&oacute;loga, ju&iacute;za, delegada, tar&oacute;loga, antrop&oacute;loga, designer, assistente social, criminologista e clarividente. 

O resultado final do trabalho da artista consiste em um inovador exerc&iacute;cio de reflex&atilde;o, no qual diferentes linguagens, profiss&otilde;es, express&otilde;es art&iacute;sticas e pontos de vista interagem em torno de um tema cotidiano e universal. O di&aacute;logo que a mostra estabelece com o p&uacute;blico &eacute; o grande atrativo da exposi&ccedil;&atilde;o, inclusive, para os n&atilde;o iniciados em arte contempor&acirc;nea.

Mais informa&ccedil;&otilde;es, no site da exposi&ccedil;&atilde;o Cuide de Voc&ecirc;.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Em Roma, a beleza das esculturas do costa riquenho Deredia</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=14</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/150720090238_deredia.jpg">At&eacute; 23 de setembro, Roma acolhe as belas e monumentais obras do escultor costa-riquenho, Jim&eacute;nez Deredia. A Rota da Paz &eacute; um projeto que prev&ecirc; nove grandes complexos de esculturas, expostos desde o Canad&aacute; &agrave; Terra do Fogo, passando pelos EUA, M&eacute;xico, Yucatan, Costa Rica, Colombia, Per&uacute; e Chile , em exposi&ccedil;&atilde;o at&eacute; o dia 13 de setembro, em Roma.
No Pal&aacute;cio das Exposi&ccedil;&otilde;es, um dos principais espa&ccedil;os culturais da cidade &ndash; que at&eacute; setembro sedia ainda a impactante exposi&ccedil;&atilde;o Bulgari &ndash; Eternidade e Hist&oacute;ria:&nbsp;125 anos de J&oacute;ias Italianas, ser&atilde;o expostos desenhos arquitet&ocirc;nicos, esculturas em miniatura e monumentais obras em bronze que pertencem ao grupo do Genesis. A exposi&ccedil;&atilde;o de Deredia tamb&eacute;m vai ocupar o F&oacute;rum Romano, que pela primeira vez acolhe uma mostra de arte contempor&acirc;nea, as pra&ccedil;as Barberini e S&atilde;o Lorenzo, os arredores do Coliseu, Parque da Musica, o Museu Romano e o Museu Altemps.
Nas esculturas de Deredia, a simbologia ligada &agrave; esfera descreve tanto a transmuta&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria, quanto a busca de si mesmo. Em seu trabalho, a esfera &eacute; um elemento que aponta para uma concep&ccedil;&atilde;o unificada e abrangente da vida e do universo, e que remete a valores ancestrais. Deredia reiterpreta um s&iacute;mbolo presente na cultura antiga pr&eacute;-colombiana, apresentando esculturas em pedra, cria&ccedil;&otilde;es dos antigos &iacute;ndios Boruca, de 2000 anos atr&aacute;s. Desta forma, ele cria uma liga&ccedil;&atilde;o entre o elemento esf&eacute;rico de cada um destes nove complexos de esculturas e as principais costela&ccedil;&otilde;es das cidades que fazem parte da Rota&nbsp;da Paz, fazendo, inclusive, &nbsp;uma conex&atilde;o das esferas&nbsp;com estrelas.
Para conhecer mais sobre a obra de Deredia, visite o site do escultor.</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Escultura gera debate na Itália; seria um Michelangelo?</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=13</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/080520090714_260420091014_seria_michelangelo.jpg">&Eacute; ou n&atilde;o um Michelangelo? Essa &eacute; a quest&atilde;o em estudo por especialistas em arte depois que o governo italiano investiu 3,3 milh&otilde;es de euros na compra de um pequeno crucifixo de madeira atribu&iacute;do ao g&ecirc;nio da Renascen&ccedil;a, no ano passado.
Obras de Michelangelo n&atilde;o costumam ser colocadas &agrave; venda, mas j&aacute; houve desenhos que obtiveram valores de at&eacute; US$ 20 milh&otilde;es em leil&atilde;o. Em compara&ccedil;&atilde;o, o pre&ccedil;o do crucifixo, vendido por Giancarlo Gallino, um negociante de antiguidades de Turim, parece uma pechincha. Mas eis a quest&atilde;o. Caso n&atilde;o se trate de um Michelangelo - algo que muitos cr&iacute;ticos da aquisi&ccedil;&atilde;o alegam -, o governo pode ter desperdi&ccedil;ado seus minguados recursos na compra de uma obra menor, ainda que atraente, e em meio a uma crise econ&ocirc;mica que resultou em corte de mais de um bilh&atilde;o de euros nas proje&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias do Minist&eacute;rio da Cultura para os pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos.
O que alimentou ainda mais o debate foi o tratamento cerimonioso dado &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o. Definido por funcion&aacute;rios do Minist&eacute;rio da Cultura como &quot;embaixador da cultura italiana junto ao mundo&quot;, o crucifixo fez sua estr&eacute;ia p&uacute;blica em dezembro durante uma rara visita do Papa Bento 16. Depois, foi colocado em exibi&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara dos Deputados, em Roma, onde atraiu 30 mil visitantes, de acordo com a imprensa italiana, antes de se tornar a pe&ccedil;a central de uma exposi&ccedil;&atilde;o promovida pela diocese cat&oacute;lica de Trapani, na Sic&iacute;lia. De l&aacute;, depois de passar por Palermo, o crucifixo chegou ao Pal&aacute;cio Sforzesco, em Mil&atilde;o, onde est&aacute; exposto ao lado da Piet&aacute; Rondanini, na qual Michelangelo estava trabalhando ao morrer, em 1564.
Existe uma &quot;estrat&eacute;gia pol&iacute;tica por tr&aacute;s da opera&ccedil;&atilde;o&quot;, disse Tomaso Montanari, professor de hist&oacute;ria da arte na Universidade de N&aacute;poles e autor de diversos editorais em jornais e revistas especializadas nos quais critica a maneira &quot;exagerada e incomum&quot; pela qual a delicada escultura entalhada de 40cm de altura foi alardeada em toda a It&aacute;lia. A pe&ccedil;a n&atilde;o inclui a cruz contra a qual o corpo de um Cristo jovem e esbelto supostamente se apoiaria.
Montanari &eacute; apenas um entre os diversos especialistas em arte de todo o pa&iacute;s que protestaram contra as a&ccedil;&otilde;es do minist&eacute;rio e divulgaram uma carta aberta contra o &quot;uso propagand&iacute;stico&quot; da escultura pelo governo.
&quot;Para n&oacute;s, a hist&oacute;ria parecia pouco mais que uma opera&ccedil;&atilde;o de marketing cujo ojetivo &eacute; demonstrar ao pa&iacute;s que o Minist&eacute;rio da Cultura existe&quot;, disse Maurizia Migliorini, professora da Universidade de G&ecirc;nova que ajudou a redigir a carta. &quot;Mas enquanto isso o patrim&ocirc;nio cultural do pa&iacute;s est&aacute; em urgente necessidade de reparo, o pessoal do minist&eacute;rio ganha mal e as verbas s&atilde;o escassas. O gasto foi alto para uma pe&ccedil;a de atribui&ccedil;&atilde;o d&uacute;bia. Talvez tivesse sido melhor gastar esse dinheiro na restaura&ccedil;&atilde;o de alguma coisa ou para manter aberto um museu que enfrenta dificuldades.&quot;
Os promotores do Servi&ccedil;o Nacional de Auditoria italiano est&atilde;o estudando a aquisi&ccedil;&atilde;o a fim de determinar se o Estado pagou demais, e especialistas em arte da Renascen&ccedil;a ser&atilde;o consultados para determinar se a pe&ccedil;a &eacute; ou n&atilde;o um Michelangelo.
Muitos j&aacute; se pronunciaram. &quot;A atribui&ccedil;&atilde;o desonra Michelangelo e a hist&oacute;ria de Floren&ccedil;a no s&eacute;culo 15, onde existia ao menos uma d&uacute;zia de artes&atilde;os capazes de produzir um crucifixo da mesma qualidade&quot;, diz Francesco Caglioti, especialista em escultura renascentista, que acredita que o crucifixo seja um produto t&iacute;pico de um desses ateli&ecirc;s, e que valha cerca de 100 mil euros. &quot;Infelizmente meus colegas se esqueceram disso, e sempre que surge algo de belo o atribuem a um nome famoso. Parece que tudo que foi feito na Floren&ccedil;a do Renascimento pode ser atribu&iacute;do a 10 pessoas de mil m&atilde;os.&quot; Quando o marchand Gallino ofereceu o crucifixo para exposi&ccedil;&atilde;o na Casa Buonarroti, o museu florentino dedicado a Michelangelo, h&aacute; alguns anos, o conselho recusou a pe&ccedil;a. Luciano Berti, ent&atilde;o presidente da funda&ccedil;&atilde;o que administra o museu, &quot;considerou que era uma bela pe&ccedil;a, mas n&atilde;o de Michelangelo&quot;, disse Pina Ragioneri, hoje diretora da institui&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o existem documentos que vinculem o crucifixo a Michelangelo, e os bi&oacute;grafos contempor&acirc;neos do artista, Ascanio Condivi e Giorgio Vasari, n&atilde;o mencionam que tenha produzido trabalhos de pequena escala em madeira.
Os defensores da atribui&ccedil;&atilde;o, entre eles Giancarlo Gentilini, especialista em arte florentina, Cristina Acidini Luchinat, superintendente dos museus estatais de Floren&ccedil;a, e Antonio Paolucci, diretor dos museus do Vaticano, acreditam que o crucifixo tenha sido produzido por volta de 1495, quando Michelangelo tinha cerca de 20 anos, e apontam para sua semelhan&ccedil;a com outros trabalhos da era.
A execu&ccedil;&atilde;o demonstra dom&iacute;nio firme da anatomia humana. Vasari, que escreveu uma biografia de Michelangelo no s&eacute;culo 16, conta que o artista &quot;muitas vezes estudava cad&aacute;veres para descobrir os segredos da anatomia&quot;. &quot;Para sobreviver, um jovem artista teria de produzir trabalhos desse tipo&quot;, diz Gentilini. &quot;N&atilde;o se pode associar Michelangelo apenas a obras-primas.&quot; 

FONTE:&nbsp;Portal Terra</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Masp recebe mostra do fotógrafo Vik Muniz nesta sexta-feira 24 de abril</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=12</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260420091009_vikmuniz.jpg">A mostra do artista pl&aacute;stico e fot&oacute;grafo Vik Muniz chega ao Masp (Museu de Arte de S&atilde;o Paulo) na pr&oacute;xima sexta-feira. Ao todo, a retrospectiva da carreira possui 131 obras - compostas por 200 imagens - de trabalhos realizados a partir de t&eacute;cnicas variadas e materiais quase sempre inusitados, como como a Mona Lisa feita de pasta de amendoim ou o retrato de Elizabeth Taylor montado a partir de centenas de pequenos diamantes.
&raquo; Veja fotos de algumas obras de arte de Vik Muniz 
A arte de Vik possibilita v&aacute;rias leituras e compreens&otilde;es, desde a interpreta&ccedil;&atilde;o de imagens at&eacute; as sofisticadas refer&ecirc;ncias est&eacute;ticas, te&oacute;ricas e intelectuais que a sustentam. &quot;Procuro fazer um trabalho que agrade de uma crian&ccedil;a como minha filha a um graduado de Harvard&quot;, afirma Vik.
As fotografias ter&atilde;o o suporte de tr&ecirc;s v&iacute;deos produzidos por um colaborador de Muniz, o fot&oacute;grafo Fabio Ghivelder. O recurso ajuda o visitante a entender como &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o das obras de Muniz, como se fosse uma esp&eacute;cie de making of.
Uma das telas que v&atilde;o exibir esses v&iacute;deos ficar&aacute; no ch&atilde;o. A id&eacute;ia &eacute; que os espectadores tenham a real sensa&ccedil;&atilde;o que o fot&oacute;grafo teve ao congelar imagens da s&eacute;rie Pictures of Garbage (Imagens do Lixo, em uma tradu&ccedil;&atilde;o livre).
&quot;Minha inten&ccedil;&atilde;o inicial &eacute; conseguir uma rea&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica do espectador, atra&iacute;-lo, cativ&aacute;-lo. A partir do momento em que consigo isso, posso comunicar a informa&ccedil;&atilde;o que quero passar. Meu sonho &eacute; mudar a forma elitista com a qual a arte &eacute; encarada. N&atilde;o acredito na separa&ccedil;&atilde;o entre o popular e o inteligente, como se fossem coisas antag&ocirc;nicas&quot;, completou o artista.
Servi&ccedil;o:
Exposi&ccedil;&atilde;o 'Vik'
Retrospectiva com 131 obras do artista pl&aacute;stico Vik Muniz
Local: Museu de Arte de S&atilde;o Paulo - MASP
Endere&ccedil;o: Av. Paulista, 1578
Telefone: (11) 3251 5644
Classifica&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria: livre
Estacionamento pago no local
Acesso a deficientes
Exposi&ccedil;&atilde;o: de 24 de abril a 12 de julho
Hor&aacute;rio de visita&ccedil;&atilde;o: ter&ccedil;a a domingo e feriados, das 11h &agrave;s 18h; &agrave;s quintas, das 11h &agrave;s 20h. 
Ingresso: Inteira - R$ 15,00; Estudantes - R$ 7,00
Menores de 10 anos e maiores de 60 anos - Gratuito
&Agrave;s ter&ccedil;as-feiras a entrada &eacute; gratuita

FONTE:&nbsp;Portal TERRA</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item><item><title>Exposição de arte mostra Realismo Mágico em São Paulo</title><link>http://fabiopenacalgaleria.com.br/portal/galeria/noticia/noticia.php?codigo=11</link><description><img src="http://fabiopenacalgaleria.com.br/ambiente/inactu/_empresa/padrao/imagem/medio/260420090952_peticov.jpg">As pinturas de Antonio Peticov est&atilde;o em exibi&ccedil;&atilde;o na exposi&ccedil;&atilde;o A Contemporaneidade de uma Tradi&ccedil;&atilde;o no Artestudio Mauro Chaves em Pinheiros, zona oeste de S&atilde;o Paulo. No total, s&atilde;o 39 trabalhos em acr&iacute;lico sobre tela produzidos sobretudo entre os anos de 2008 e 2009. A mostra vai at&eacute; o dia 23 de maio e a entrada &eacute; gratuita.
&raquo; Veja as fotos das obras de Antonio Peticov
As primeiras express&otilde;es art&iacute;sticas da carreira de Peticov, nos anos 60, mostravam que o artista tenderia para o construtivismo, com uma pintura baseada na forte conota&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica. Depois que se muda para a Europa, no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1970, &eacute; que sua obra toma posi&ccedil;&atilde;o e pende para o &quot;realismo m&aacute;gico&quot;.
Quase metade dos trabalhos de Peticov da mostra tem como foco a pintura geom&eacute;trica - segundo ele, uma tend&ecirc;ncia do trabalho da maioria dos artistas brasileiros e, sobretudo, os paulistas. Apaixonado pela matem&aacute;tica, o artista deixa expl&iacute;cito seu interesse por formula&ccedil;&otilde;es exatas que determinam universos abstratos e as rela&ccedil;&otilde;es com a natureza.
Servi&ccedil;o:
Local: Artestudio Mauro Chaves - Rua Mourato Coelho 941, Vila Madalena
Ingresso - entrada gratuita
Hor&aacute;rio - Segunda &agrave; sexta das 10h &agrave;s 20h
Contato - 3031-1811/3814-4481
Quando - at&eacute; 23 de maio

FONTE:&nbsp;Portal TERRA - Arte e Cultura</description><pubDate>Sat, 07 Sep 2002 09:42:31 GMT</pubDate></item></channel></rss>